LANÇAMENTO DO LIVRO “ENLACES. ESTUDOS DE FOLCLORE E CULTURAS POPULARES”, POR MARIA LAURA CAVALCANTI E JOANA CORRÊA (ORGS.)

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O Blog da BVPS convida para o lançamento do livro Enlaces. Estudos de Folclore e Culturas Populares, organizado por Maria Laura Cavalcanti (UFRJ) e Joana Corrêa (UFRJ). Os eventos ocorrerão no Rio de Janeiro dia 7 de dezembro às 18:30 hrs no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (Rua do Catete, 179 – Catete) e em Brasília dia 9 de dezembro às 20 hrs na 31ª Reunião Brasileira de Antropologia (Foyer da Associação dos Docentes da UNB).

Enlaces traz o diálogo criativo de pesquisas históricas e antropológicas contemporâneas com o legado dos estudos de folclore em renovados encontros intelectuais e mediações no campo das culturas populares. O livro homenageia a obra do antropólogo Luis Rodolfo Vilhena (1963-1997) e celebra também os 60 anos de criação do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular e 50 anos do Museu de Folclore Edison Carneiro.

Um abraço,

Equipe BVPS

DEBATE “A FORÇA DA CULTURA EVANGÉLICA NA SOCIEDADE BRASILEIRA HOJE: RELIGIÃO, POLÍTICA E CONSTRUÇÃO DA INDIVIDUALIDADE” (PROGRAMA AVANÇADO DE ESTUDOS CONTEMPORÂNEOS/PACC/UFRJ)


O Blog da BVPS convida para o debate “A força da cultura evangélica na sociedade brasileira hoje: religião, política e construção da individualidade”. O evento ocorrerá dia 6 de dezembro, quinta-feira, de 9:30 hrs às 13 hrs na Sala do PACC (Programa Avançado de estudos Contemporâneos – Faculdade de Letras. Rua Horácio Macedo 2151, Cidade Universitária/Fundão. A entrada é franca.

Participações:

Monica Francisco (Pastora e deputada estadual pelo Rio de Janeiro)

Maria das Dores Campos Machado (ESS/UFRJ)

Marcia Contins (PPCIS/UERJ)

Edlaine Campos Gomes (Ciências Sociais/UNIRIO)

Um abraço,

Equipe BVPS

PALESTRA “O ESCRAVO VAI À ÓPERA:TEATRO LÍRICO E REGIME ESCRAVISTANO RIO DE JANEIRO E NA HAVANA OITOCENTISTAS”, POR MARCELO DIEGO (PRINCETON)

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“Theatro Imperial”, litografia do álbum Saudades do Rio de Janeiro. Desenho de Carl Wilhelm von Theremin, gravado por Loeillot e impresso por Druck Von L. Sachse & Co. M., em Berlim, 1835. Dimensões: 31,5 x 43,8 cm. Coleção Brasiliana Itaú. Disponível em: <https://www.brasilianaiconografica.art.br/obras/18147/theatro-imperial-theatre>. Acesso em 25.10.2018.

O Blog da BVPS convida para a palestra “O escravo vai à ópera: teatro lírico e regime escravista no Rio de Janeiro e na Havana oitocentistas” por Marcelo Diego (Princeton) a ser proferida no dia 6 de dezembro de 2018, quinta-feira, às 17 horas, no IFCS/UFRJ (Largo de São Francisco, 1, Centro, Rio de Janeiro). O evento é organizado pelo Núcleo de Estudos Comparados e Pensamento Social (NEPS/UFRJ/UFF).

O resumo da palestra segue abaixo:

Em minha tese de doutorado, intitulada Ópera flutuante: teatro lírico, literatura e sociedade no Rio de Janeiro do Segundo Reinado, observei a recepção das companhias e dos repertórios europeus de ópera por parte do meio literário da corte fluminense, ao longo de grande parte do século XIX. A fim de situar essa dinâmica no contexto mais amplo dos circuitos transatlânticos, examinei também, embora menos detidamente, como ela se deu em Havana e em Buenos Aires, dentro desse mesmo recorte temporal. À medida em que comecei a analisar as fontes, fui me dando conta da importância do papel desempenhado por uma personagem que eu supunha estar inteiramente relegada aos bastidores, na elitista cultura da ópera: o escravo. Notei que, nos casos brasileiro e cubano, alguns textos literários (e outros não literários, mas produzidos por escritores, de caráter biográfico e crítico) forneciam importantes testemunhos a respeito da relação entre o regime escravista e o universo do teatro lírico. Esses testemunhos parecem revelar, em primeiro lugar, que foi a base escravocrata da economia e da organização social do Brasil e de Cuba que permitiu o florescimento da cena musical no Rio de Janeiro e em Havana; em segundo, que a mão de obra negra, majoritariamente escrava, foi rapidamente instrumentalizada e mobilizada para o trabalho no meio teatral, nessas duas cidades; e finalmente, em terceiro lugar, que a população negra urbana, tanto escrava quanto livre, foi igualmente hábil em sua apropriação das artes e ofícios do espetáculo, convertendo-os em um instrumento de profissionalização fundamental, na transição do regime de trabalho servil para o assalariado. A partir da peça O demônio familiar (1857), de José de Alencar; da polêmica travada nas páginas do Correio Mercantil, d’A Marmota e do Diário do Rio de Janeiro entre Francisco Otaviano, Paula Brito e o próprio Alencar, a propósito da peça deste; da Autobiografía de un esclavo (1835-1839), de Juan Francisco Manzano; do romance Cecília Valdés (1839-1882), de Cirilo Villaverde; e do diário Viaje a La Habana (1840-1844), da condessa de Merlín – esta apresentação pretende explorar os vasos comunicantes entre os universos do teatro lírico e do regime escravista, no Rio de Janeiro e na Havana oitocentistas.

Um abraço,

Equipe BVPS

CERIMÔNIA DE ENTREGA DO “PRÊMIO LITERÁRIO NACIONAL 2018” PARA LILIA MORITZ SCHWARCZ (USP E UNIV. DE PRINCETON)

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A Biblioteca Virtual do Pensamento Social convida para a cerimônia de entrega do “Prêmio Literário Nacional 2018”, ocasião que nossa colega Lilia Moritz Schwarcz (USP e Universidade de Princeton) receberá o prêmio de Primeiro Lugar na categoria Ensaios pelo livro Lima Barreto: Triste Visionário. Livro que vem se destacando desde a publicação ano passado, tendo recebido também recentemente o Prêmio de Melhor Obra Científica da Anpocs de 2018.

Um abraço,

Equipe BVPS

COMENTÁRIO AO LIVRO EXPLOSÃO FEMINISTA: ARTE, CULTURA, POLÍTICA E UNIVERSIDADE DE HELOISA BUARQUE DE HOLLANDA (ORG.), POR APARECIDA F. MORAES (DEPT. SOCIOLOGIA/UFRJ)

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No segundo post dedicado ao lançamento do livro Explosão feminista: Arte, Cultura, Política e Universidade (Edit. Companhia das Lestras, 2018) de Heloísa Buarque de Hollanda (UFRJ), o Blog da BVPS tem a alegria de publicar o comentário inédito da professora Aparecida F. Moraes (Profa. Associada do Departamento de Sociologia da UFRJ). O lançamenteo ocorrerá no dia 29 de novembro, às 19 horas, na Livraria da Travessa (Rua Visconde de Pirajá, 572/Rio de Janeiro).

 

Comentário ao livro EXPLOSÃO FEMINISTA: Arte, cultura, política e universidade de Heloisa Buarque de Hollanda (Org.) (Editora Companhia das Letras, 2018)

Por Aparecida F. Moraes (Profa. Associada do Departamento de Sociologia da UFRJ)

 

    Explosão Feminista, título que tem força metafórica, nos transpõe de muitas maneiras ao panorama explosivo do feminismo brasileiro contemporâneo. O feminismo que está nas ruas, na cultura, na política, em diferentes formas de expressão artística, universitária e nas redes sociais, tem mostrado o seu poder de expansão e difusão. Nas marchas de protesto das ruas e nas redes, criativas palavras de ordem, ideias e imagens propagam-se e geram convicções, emoções e disposição para agir, o que tem resultado em tipos diversos de ativismos que se retroalimentam entre espaços on-line e off-line.

    A leitura do livro também nos provoca pequenas explosões internas. Esta gera pensamentos inquietantes, principalmente quando miramos o atual horizonte político brasileiro e quando permitimos que a diversidade de conteúdos expostos em mais de quinhentas páginas evoquem, imaginativamente, perguntas ainda a serem respondidas, ou mesmo melhor formuladas, nos estudos de gênero. Este é um livro que sugere questões, que convida à problematização, e que mostra movimentos e fluxos múltiplos de transformação em diferentes lugares de celebração e renovação das ideias feministas. Sublinha, desta forma, a circulação de visões emancipatórias e de conflitos que estão atingindo subjetividades de mulheres e pessoas LGBTQI feministas, percebam-se elas, ou não, com o rótulo de ativistas. Ao mesmo tempo em que mudam, são subjetividades que estão também em constante construção e tornar-se, que prefiguram possibilidades de um devir feminista.

    O propósito de oferecer “um panorama da quarta onda feminista, examinando o contexto dos novos ativismos nas ruas e na rede, dos vários feminismos das diferenças, do feminismo na poesia, nas artes, na música, no cinema, no teatro e na academia”, não expõe a obra ao risco da superficialização ou homogeneização. A visão panorâmica é articulada com conteúdos temáticos que percorrem o livro e que recebem tratamento delicado e cuidadoso. Os temas escritos em coautoria são expostos de forma clara, elucidativa e, ao mesmo tempo, são abordados com verniz criativo e inspirador. Ainda há um pequeno espaço no início do livro onde Heloisa Buarque de Hollanda apresenta como a “onda teórica” feminista a alcançou na trajetória acadêmica. Ali somos presenteados com um esmerado roteiro de questões trazidas por autoras célebres que trataram de temas como diferenças, identidades e desigualdades de gênero. Gayle Rubin, Gloria Anzaldúa e Cherríe Moraga, Gayatri Spivak, Donna Haraway, Teresa de Lauretis e Judith Butler são lembradas pela apresentadora da obra por suas grandes contribuições para o desenvolvimento deste campo de estudos.

    Compartilhar pesquisa e escrita, verbo usado pela organizadora, foi o formato escolhido para a produção do livro. A dedicação ao processo resultou em capítulos que foram costurados via uma desafiadora produção autoral compartilhada. O produto exitoso junta a reconhecida e aclamada trajetória de Heloisa Buarque de Hollanda com a de outras prestigiadas feministas e autoras. Heloisa escreve “com” jovens ativistas e intelectuais feministas que se mostram já muito experientes naquilo que fazem e pensam.

    O livro pode fornecer também algumas chaves para compreendermos processos de médio ou longo alcance, no que diz respeito ao feminismo brasileiro. A organizadora da obra procura preencher lacunas dando a palavra a mulheres que tiveram papel importante no momento identificado como “terceira onda” do feminismo. Apensados ao livro como “quase anexo”, conforme sugere a organizadora, os capítulos dessas reconhecidas “veteranas” oferecem aos leitores as suas memórias. Claro que não vamos encontrar neste empreendimento uma explicação sobre as relações entre “feminismo do presente” e “do passado”. Não se trata de fortalecer divisões periódicas, tampouco a ideia de que o feminismo se move em uma direção definida nestas prováveis conexões. O que a leitura nos permite identificar são os contornos de diferentes percursos militantes e ativistas, com as suas curvas salientes, torneados côncavos ou convexos, mas também com intervalos mais retos e contínuos. Neste sentido, a oportunidade de ler as “veteranas” é mais uma acertada escolha do projeto do livro. Isso pode nos ajudar a entender melhor os cenários da atual explosão, além de alertar, como reconhece a organizadora, para a urgência de trabalhos mais aprofundados sobre as trajetórias do feminismo brasileiro.

    Por fim, destaco que a participação de diferentes autoras e colaboradoras no Explosão Feminista representa também o reavivado “feminismo da diferença” sobre o qual a própria obra se propõe a refletir. Neste mosaico autoral, estão presentes textos e depoimentos de pessoas que se identificam como feministas cisgênero, protestante, radical, transfeminista, lesbofeminista. Elas tem condição etária, geracional, étnica, racial muito diferentes, além de experiências e formações distintas na política, na vida profissional ou acadêmica. O que se observa é um transbordamento de encontros multilocalizados que enriqueceram a produção desta obra criativa e de fôlego. Este é mais um mérito deste livro que, certamente, cumprirá papel de destaque no desenvolvimento de estudos situados na área de gênero e feminismos.

LANÇAMENTO DO LIVRO “RUMOS DO SUL. PERIFERIA E PENSAMENTO SOCIAL”, POR MARIANA CHAGURI E MÁRIO MEDEIROS (ORGS.)


O Blog da BVPS tem o prazer de apresentar o livro “Rumos do Sul. Periferia e Pensamento Social”, organizado por Mariana Chaguri (UNICAMP) e Mário Medeiros (UNICAMP). O livro conta com artigos de Elide Rugai Bastos, André Botelho, João Marcelo Maia, Josué Pereira da Silva, Marcelo Rosa, Cláudio Costa Pinheiro, José Luís Cabaço, Rita Chaves, Maria Paula Meneses, Alexandro Paixão, Antonio Brasil Jr., Bernardo Ricupero, Deivison Faustino, Alfredo Cesar Melo, Simone Meucci, Alexsandro Pereira, Marcelo Ridenti e Pedro Meira Monteiro. Para acessar o Sumário completo clique aqui.

Abaixo o resumo do livro.

Neste livro estão os debates sobre os alcances e os limites teóricos, analíticos e metodológicos da periferia. Vista no plural e debatida a partir de uma variedade de temas e problemas, a periferia é tomada aqui como ponto de partida para ler modernidades e colonialismos uns contra os outros. Vistos em conjunto, os capítulos sugerem que a periferia é um espaço geográfico e também uma ideia; é uma condição histórica, política e econômica delimitada, que pode ser aceita, questionada ou ter seus sentidos alargados, dependendo do contexto. Tornada realidade concreta, mas também imaginação social histórica e sociologicamente formulada, e, portanto, disputável, a pluralidade de análises de processos sociais e sujeitos, obras e autores analisados apontam para o potencial das ideias como forças sociais, isto é, para o modo como diferentes ideias, repertórios e linguagens concorrem ativa e reflexivamente para a modulação do mundo social, operadas pelos sujeitos que as formulam ou que as absorvem, cultural e politicamente, de maneira sincrônica ou diacrônica, conferindo ou disputando sentidos com o contexto social envolvente. A periferia torna-se realidade concreta, mas também imaginação social histórica e sociologicamente formulada, disputável.

Mariana Chaguri & Mário Medeiros (orgs.)

Mariana Miggiolaro Chaguri é professora do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Estadual de Campinas e diretora do Centro de Estudos Rurais (Ceres IFCH/Unicamp). Recebeu o Prêmio do Concurso Brasileiro Anpocs de Obras Científicas e Teses Universitárias em Ciências Sociais, em 2008. Autora de O Romancista e o Engenho: José Lins do Rego e o regionalismo nordestino dos anos 1920 e 1930, São Paulo: Anpocs /Hucitec, 2009.

Mário Augusto Medeiros da Silva é professor do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em de Sociologia da Universidade Estadual de Campinas. Recebeu o Prêmio para Jovens Cientistas Sociais de Língua Portuguesa, do Centro de Estudos Sociais, da Universidade Coimbra, em 2013. Autor de A Descoberta do Insólito: literatura negra e literatura periférica no Brasil (1960-2000), Rio de Janeiro: Aeroplano, 2013.

Um abraço a todas e a todos,

Equipe BVPS

LANÇAMENTO DO LIVRO “EXPLOSÃO FEMINISTA”, POR HELOISA BUARQUE DE HOLLANDA (UFRJ)

O Blog da BVPS convida para o lançamento do livro “Explosão Feminista. Arte, Cultura, Política e Universidade”, que ocorrerá no dia 29 de novembro, às 19 horas, na Livraria da Travessa (Rua Visconde de Pirajá, 572/Rio de Janeiro). O convite do evento e apresentação do livro seguem abaixo.


Um panorama múltiplo da quarta onda feminista no Brasil de 2013 até hoje.

Este livro é um livro-ocupação. A professora Heloisa Buarque de Hollanda, uma das vozes mais respeitadas e ativas do país quando o assunto é feminismo, convida mulheres de diferentes origens e campos de atuação para tratar deste tema que, de 2013 para cá, vem ganhando um alcance sem precedentes.

Como, nesta quarta e surpreendente onda, o movimento tem se organizado nas ruas, nas redes e na política? De que maneira as mulheres estão se posicionando nas artes, na poesia, no cinema, no teatro, na música e na academia? Quando dizemos “feminismos”, no plural, de quem exatamente estamos falando, e qual é a importância de marcar as diferenças? E, por fim, quem são, no Brasil, as veteranas que vêm fazendo história, tanto na área cultural quanto na política?

Em Explosão feminista, Heloisa busca mapear como a militância das mulheres, em diversas frentes, se estabeleceu como tema imprescindível e urgente no debate atual.

Nascida em Ribeirão Preto (SP) em 1939, HELOISA BUARQUE DE HOLLANDA é escritora e professora de teoria crítica da cultura da UFRJ. Coordena o Programa Avançado de Cultura Contemporânea (PACC/UFRJ) e o projeto Universidade das Quebradas. É autora de muitos livros — entre eles, Impressões de Viagem; O feminismo como crítica da Cultura; Asdrúbal trouxe o trombone e Rachel de Queiroz — e organizadora da antologia 26 poetas hoje (1976).

Um abraço a todas e a todos,

Equipe BVPS

LANÇAMENTO DO LIVRO “A SOCIOLOGIA ENRAIZADA DE JOSÉ DE SOUZA MARTINS”, POR FRAYA FREHSE (ORG.)


O Blog da BVPS convida para o lançamento do livro “A Sociologia Enraizada de José de Souza Martins” (Ed. Com-Arte), organizado pela Profa. Fraya Frehse (USP). O evento ocorrerá no dia 24 de novembro das 11 às 14 hrs na Livraria da Vila (Rua Alameda Lorena, 1731, Jardim Paulista – SP). O livro conta com diversos especialistas como Maria Arminda do Nascimento Arruda, Leonilde Servolo de Medeiros, Zander Navarro, Chiara Vangelista, Elide Rugai Bastos, William Héctor Gómez Soto, Sérgio Adorno, José Machado Pais, Antonio Motta, Etienne Samain, José Jeremias , Marilia Pontes Sposito, Margarida Maria Moura, Carlos Rodrigues Brandão, Alfredo Bosi, Paulo Bomfim, Ivan Vilela e Fraya Frehse. Confira abaixo o release do lançamento e clique aqui para acessar o sumário do livro.

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O GT PENSAMENTO SOCIAL NO BRASIL DO XIX CONGRESSO DA SBS 2019



O Blog da BVPS convida para a submissão de resumos no GT de Pensamento Social no Brasil para o XIX Congresso da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS), coordenado pelos professores Alexandro Trindade (UFPR), Antonio Brasil Jr. (UFRJ) e Mariana Chaguri (Unicamp). As inscrições estão abertas até o dia 26 de novembro de 2018.
Segue abaixo a ementa do GT e demais informações.

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