V SEMINÁRIO BVPS: PENSAMENTO SOCIAL E O DESAFIO DAS METODOLOGIAS INFORMACIONAIS

Convidamos todas (os) para participarem do V Seminário da Biblioteca Virtual do Pensamento Social (BVPS), a ser realizado nos dias 26 e 27 de março. Desde sua criação, em 2012, a BVPS vem buscando aperfeiçoar e ampliar mecanismos e métodos de armazenamento e catalogação de documentos (teses e dissertações, papers, artigos, vídeos, entre outros) relacionados à área de pensamento social brasileiro e latino-americano e a seus principais intérpretes. Nosso esforço tem sido o de criar estratégias para atender à atualização permanente de nossa base e sobre ela produzir reflexões de pesquisa. Com um objeto tão dinâmico, o estudo da produção e circulação de conhecimento nos exige discutir as potencialidades e também os limites do uso de ferramentas informacionais na área de ciências humanas. O Seminário da BVPS deste ano de 2019 pretende ser um desses fóruns.

O primeiro dia do evento, 26/03, será na Sala Multimídia do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnologia em Saúde (ICICT) na FIOCRUZ (Av. Brasil, 4.365/Manguinhos – RJ) e o segundo dia, 27/03, será na Sala 109 do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS/UFRJ) (Largo São Francisco de Paula, 1 – Centro – RJ).

Abaixo a programação completa do Seminário. Contamos com a presença de todas (os).

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“BLACK FEMINISMS: A TRIBUTE TO POLITICAL ACTIVIST MARIELLE FRANCO” (BRAZIL LAB/UNIVERSIDADE DE PRINCETON)

No próximo dia 14 de março, o assassinato de Marielle Franco, ainda sem respostas, completará um ano. Em sua homenagem, o Brazil LAB da Universidade de Princeton realizará nos dias 14 e 15 de março evento especial intitulado “Black Feminisms: A Tribute to Political Activist Marielle Franco”. O evento contará com participações de diversas (os) acadêmicas (os) e ativistas, como Mônica Benício, Debora Diniz, Giovana Xavier, Tianna Paschel, Imani Perry, Carolyn Rouse, Aisha Beliso-De Jesús, Keeanga-Yamahtta Taylor, Fernanda Chaves, Marília Librandi, Jamille Pinheiro Dias, Mário Medeiros e Pedro Meira Monteiro. A palestra principal será ministrada pela Profa. Angela Davis.

A programação completa do evento segue abaixo.

Conheça mais do Brazil LAB na breve apresentação que disponibilizamos em seguida e também acessando o endereço brazillab.princeton.edu

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Brazil LAB Black Feminisms Mar 14-15

O Brazil LAB é uma iniciativa original da Princeton University que congrega pesquisadores, professores e estudantes trabalhando sobre o Brasil ou interessados em temas para os quais o Brasil pode ser relevante.

Co-dirigido por João Biehl e Pedro Meira Monteiro, o Brazil LAB (Luso-Afro-Brazilian Studies) funciona como um “hub” interdisciplinar de pesquisa e ensino, sediado pelo PIIRS (Princeton Institute for International and Regional Studies), em sinergia com diferentes departamentos, programas e outras iniciativas em Princeton, com o objetivo de explorar a história, a política, a cultura e a ciência do mundo lusófono, especialmente do Brasil, pensando em sua significação regional e em suas conexões internacionais.

No LAB, o Brasil é tomado como um nexo dinâmico para refletir sobre temas prementes — dos desafios ambientais à insegurança democrática, das desigualdades socioeconômicas e de acesso à saúde a formas emergentes de mobilização política e expressão cultural — que afetam as pessoas no Brasil e globalmente, e que são importantes tanto para a pesquisa já estabelecida quanto para reflexões críticas ainda incipientes.

O Brazil LAB promove diversas iniciativas pedagógicas, oficinas, colóquios e debates, incluindo um seminário de Princeton oferecido no Rio de Janeiro, sediado no Instituto Moreira Salles. O alvo do LAB é promover um estudo compreensivo e amplo do Brasil, além de promover e facilitar redes de colaboração em vários campos, na crença de que responder a temáticas emergentes nos leva a elaborar novas questões, promovendo experiências internacionais de ensino, apoiando a reflexão social profunda e criando alternativas colaborativas de pesquisa. O objetivo último do Brazil LAB é ajudar a formar uma geração cosmopolita de estudiosas e estudiosos do Brasil, capazes de produzir um conhecimento que abra fronteiras, e que seja socialmente significativo.

 

LANÇAMENTO DO LIVRO “OS DILEMAS DO PATRIMONIALISMO BRASILEIRO” DE LEONARDO BELINELLI DE BRITO (USP E CEDEC)

O Blog da BVPS convida para o lançamento do livro “Os Dilemas do Patrimonialismo Brasileiro: as interpretações de Raymundo Faoro e Simon Schwartzman” (Alameda Casa Editorial) de Leonardo Octavio Belinelli de Brito (CEDEC e USP).  O livro é resultado da pesquisa de mestrado defendida em 2015 sob orientação do Prof. Bernardo Ricupero (USP). O lançamento ocorrerá no dia 15 de março, às 18:30 hrs, na Livaria da Alameda (Rua 13 de Maio, 353 – Bela Vista – São Paulo (SP)).

Disponibilizamos abaixo o convite do evento e neste link o Prefácio do Prof. Bernardo Ricupero ao livro.

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Um abraço,

Equipe BVPS

X SEMINÁRIO INTERNACIONAL POLÍTICAS CULTURAIS, POR FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA

O Blog da BVPS convida para o “X Seminário Internacional Políticas Culturais”, organizado pelo Setor de Pesquisa em Políticas Culturais da Fundação Casa de Rui Barbosa e a Cátedra UNESCO de Políticas Culturais e Gestão. O evento será realizado entre os dias 6 e 9 de maio de 2019. O prazo para envio de propostas de apresentação de trabalho é até dia 25 de fevereiro. Abaixo mais informações.

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LANÇAMENTO DO LIVRO “ENLACES. ESTUDOS DE FOLCLORE E CULTURAS POPULARES”, POR MARIA LAURA CAVALCANTI E JOANA CORRÊA (ORGS.)

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O Blog da BVPS convida para o lançamento do livro Enlaces. Estudos de Folclore e Culturas Populares, organizado por Maria Laura Cavalcanti (UFRJ) e Joana Corrêa (UFRJ). Os eventos ocorrerão no Rio de Janeiro dia 7 de dezembro às 18:30 hrs no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (Rua do Catete, 179 – Catete) e em Brasília dia 9 de dezembro às 20 hrs na 31ª Reunião Brasileira de Antropologia (Foyer da Associação dos Docentes da UNB).

Enlaces traz o diálogo criativo de pesquisas históricas e antropológicas contemporâneas com o legado dos estudos de folclore em renovados encontros intelectuais e mediações no campo das culturas populares. O livro homenageia a obra do antropólogo Luis Rodolfo Vilhena (1963-1997) e celebra também os 60 anos de criação do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular e 50 anos do Museu de Folclore Edison Carneiro.

Um abraço,

Equipe BVPS

DEBATE “A FORÇA DA CULTURA EVANGÉLICA NA SOCIEDADE BRASILEIRA HOJE: RELIGIÃO, POLÍTICA E CONSTRUÇÃO DA INDIVIDUALIDADE” (PROGRAMA AVANÇADO DE ESTUDOS CONTEMPORÂNEOS/PACC/UFRJ)


O Blog da BVPS convida para o debate “A força da cultura evangélica na sociedade brasileira hoje: religião, política e construção da individualidade”. O evento ocorrerá dia 6 de dezembro, quinta-feira, de 9:30 hrs às 13 hrs na Sala do PACC (Programa Avançado de estudos Contemporâneos – Faculdade de Letras. Rua Horácio Macedo 2151, Cidade Universitária/Fundão. A entrada é franca.

Participações:

Monica Francisco (Pastora e deputada estadual pelo Rio de Janeiro)

Maria das Dores Campos Machado (ESS/UFRJ)

Marcia Contins (PPCIS/UERJ)

Edlaine Campos Gomes (Ciências Sociais/UNIRIO)

Um abraço,

Equipe BVPS

PALESTRA “O ESCRAVO VAI À ÓPERA:TEATRO LÍRICO E REGIME ESCRAVISTANO RIO DE JANEIRO E NA HAVANA OITOCENTISTAS”, POR MARCELO DIEGO (PRINCETON)

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“Theatro Imperial”, litografia do álbum Saudades do Rio de Janeiro. Desenho de Carl Wilhelm von Theremin, gravado por Loeillot e impresso por Druck Von L. Sachse & Co. M., em Berlim, 1835. Dimensões: 31,5 x 43,8 cm. Coleção Brasiliana Itaú. Disponível em: <https://www.brasilianaiconografica.art.br/obras/18147/theatro-imperial-theatre>. Acesso em 25.10.2018.

O Blog da BVPS convida para a palestra “O escravo vai à ópera: teatro lírico e regime escravista no Rio de Janeiro e na Havana oitocentistas” por Marcelo Diego (Princeton) a ser proferida no dia 6 de dezembro de 2018, quinta-feira, às 17 horas, no IFCS/UFRJ (Largo de São Francisco, 1, Centro, Rio de Janeiro). O evento é organizado pelo Núcleo de Estudos Comparados e Pensamento Social (NEPS/UFRJ/UFF).

O resumo da palestra segue abaixo:

Em minha tese de doutorado, intitulada Ópera flutuante: teatro lírico, literatura e sociedade no Rio de Janeiro do Segundo Reinado, observei a recepção das companhias e dos repertórios europeus de ópera por parte do meio literário da corte fluminense, ao longo de grande parte do século XIX. A fim de situar essa dinâmica no contexto mais amplo dos circuitos transatlânticos, examinei também, embora menos detidamente, como ela se deu em Havana e em Buenos Aires, dentro desse mesmo recorte temporal. À medida em que comecei a analisar as fontes, fui me dando conta da importância do papel desempenhado por uma personagem que eu supunha estar inteiramente relegada aos bastidores, na elitista cultura da ópera: o escravo. Notei que, nos casos brasileiro e cubano, alguns textos literários (e outros não literários, mas produzidos por escritores, de caráter biográfico e crítico) forneciam importantes testemunhos a respeito da relação entre o regime escravista e o universo do teatro lírico. Esses testemunhos parecem revelar, em primeiro lugar, que foi a base escravocrata da economia e da organização social do Brasil e de Cuba que permitiu o florescimento da cena musical no Rio de Janeiro e em Havana; em segundo, que a mão de obra negra, majoritariamente escrava, foi rapidamente instrumentalizada e mobilizada para o trabalho no meio teatral, nessas duas cidades; e finalmente, em terceiro lugar, que a população negra urbana, tanto escrava quanto livre, foi igualmente hábil em sua apropriação das artes e ofícios do espetáculo, convertendo-os em um instrumento de profissionalização fundamental, na transição do regime de trabalho servil para o assalariado. A partir da peça O demônio familiar (1857), de José de Alencar; da polêmica travada nas páginas do Correio Mercantil, d’A Marmota e do Diário do Rio de Janeiro entre Francisco Otaviano, Paula Brito e o próprio Alencar, a propósito da peça deste; da Autobiografía de un esclavo (1835-1839), de Juan Francisco Manzano; do romance Cecília Valdés (1839-1882), de Cirilo Villaverde; e do diário Viaje a La Habana (1840-1844), da condessa de Merlín – esta apresentação pretende explorar os vasos comunicantes entre os universos do teatro lírico e do regime escravista, no Rio de Janeiro e na Havana oitocentistas.

Um abraço,

Equipe BVPS

CERIMÔNIA DE ENTREGA DO “PRÊMIO LITERÁRIO NACIONAL 2018” PARA LILIA MORITZ SCHWARCZ (USP E UNIV. DE PRINCETON)

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A Biblioteca Virtual do Pensamento Social convida para a cerimônia de entrega do “Prêmio Literário Nacional 2018”, ocasião que nossa colega Lilia Moritz Schwarcz (USP e Universidade de Princeton) receberá o prêmio de Primeiro Lugar na categoria Ensaios pelo livro Lima Barreto: Triste Visionário. Livro que vem se destacando desde a publicação ano passado, tendo recebido também recentemente o Prêmio de Melhor Obra Científica da Anpocs de 2018.

Um abraço,

Equipe BVPS

COMENTÁRIO AO LIVRO EXPLOSÃO FEMINISTA: ARTE, CULTURA, POLÍTICA E UNIVERSIDADE DE HELOISA BUARQUE DE HOLLANDA (ORG.), POR APARECIDA F. MORAES (DEPT. SOCIOLOGIA/UFRJ)

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No segundo post dedicado ao lançamento do livro Explosão feminista: Arte, Cultura, Política e Universidade (Edit. Companhia das Lestras, 2018) de Heloísa Buarque de Hollanda (UFRJ), o Blog da BVPS tem a alegria de publicar o comentário inédito da professora Aparecida F. Moraes (Profa. Associada do Departamento de Sociologia da UFRJ). O lançamenteo ocorrerá no dia 29 de novembro, às 19 horas, na Livraria da Travessa (Rua Visconde de Pirajá, 572/Rio de Janeiro).

 

Comentário ao livro EXPLOSÃO FEMINISTA: Arte, cultura, política e universidade de Heloisa Buarque de Hollanda (Org.) (Editora Companhia das Letras, 2018)

Por Aparecida F. Moraes (Profa. Associada do Departamento de Sociologia da UFRJ)

 

    Explosão Feminista, título que tem força metafórica, nos transpõe de muitas maneiras ao panorama explosivo do feminismo brasileiro contemporâneo. O feminismo que está nas ruas, na cultura, na política, em diferentes formas de expressão artística, universitária e nas redes sociais, tem mostrado o seu poder de expansão e difusão. Nas marchas de protesto das ruas e nas redes, criativas palavras de ordem, ideias e imagens propagam-se e geram convicções, emoções e disposição para agir, o que tem resultado em tipos diversos de ativismos que se retroalimentam entre espaços on-line e off-line.

    A leitura do livro também nos provoca pequenas explosões internas. Esta gera pensamentos inquietantes, principalmente quando miramos o atual horizonte político brasileiro e quando permitimos que a diversidade de conteúdos expostos em mais de quinhentas páginas evoquem, imaginativamente, perguntas ainda a serem respondidas, ou mesmo melhor formuladas, nos estudos de gênero. Este é um livro que sugere questões, que convida à problematização, e que mostra movimentos e fluxos múltiplos de transformação em diferentes lugares de celebração e renovação das ideias feministas. Sublinha, desta forma, a circulação de visões emancipatórias e de conflitos que estão atingindo subjetividades de mulheres e pessoas LGBTQI feministas, percebam-se elas, ou não, com o rótulo de ativistas. Ao mesmo tempo em que mudam, são subjetividades que estão também em constante construção e tornar-se, que prefiguram possibilidades de um devir feminista.

    O propósito de oferecer “um panorama da quarta onda feminista, examinando o contexto dos novos ativismos nas ruas e na rede, dos vários feminismos das diferenças, do feminismo na poesia, nas artes, na música, no cinema, no teatro e na academia”, não expõe a obra ao risco da superficialização ou homogeneização. A visão panorâmica é articulada com conteúdos temáticos que percorrem o livro e que recebem tratamento delicado e cuidadoso. Os temas escritos em coautoria são expostos de forma clara, elucidativa e, ao mesmo tempo, são abordados com verniz criativo e inspirador. Ainda há um pequeno espaço no início do livro onde Heloisa Buarque de Hollanda apresenta como a “onda teórica” feminista a alcançou na trajetória acadêmica. Ali somos presenteados com um esmerado roteiro de questões trazidas por autoras célebres que trataram de temas como diferenças, identidades e desigualdades de gênero. Gayle Rubin, Gloria Anzaldúa e Cherríe Moraga, Gayatri Spivak, Donna Haraway, Teresa de Lauretis e Judith Butler são lembradas pela apresentadora da obra por suas grandes contribuições para o desenvolvimento deste campo de estudos.

    Compartilhar pesquisa e escrita, verbo usado pela organizadora, foi o formato escolhido para a produção do livro. A dedicação ao processo resultou em capítulos que foram costurados via uma desafiadora produção autoral compartilhada. O produto exitoso junta a reconhecida e aclamada trajetória de Heloisa Buarque de Hollanda com a de outras prestigiadas feministas e autoras. Heloisa escreve “com” jovens ativistas e intelectuais feministas que se mostram já muito experientes naquilo que fazem e pensam.

    O livro pode fornecer também algumas chaves para compreendermos processos de médio ou longo alcance, no que diz respeito ao feminismo brasileiro. A organizadora da obra procura preencher lacunas dando a palavra a mulheres que tiveram papel importante no momento identificado como “terceira onda” do feminismo. Apensados ao livro como “quase anexo”, conforme sugere a organizadora, os capítulos dessas reconhecidas “veteranas” oferecem aos leitores as suas memórias. Claro que não vamos encontrar neste empreendimento uma explicação sobre as relações entre “feminismo do presente” e “do passado”. Não se trata de fortalecer divisões periódicas, tampouco a ideia de que o feminismo se move em uma direção definida nestas prováveis conexões. O que a leitura nos permite identificar são os contornos de diferentes percursos militantes e ativistas, com as suas curvas salientes, torneados côncavos ou convexos, mas também com intervalos mais retos e contínuos. Neste sentido, a oportunidade de ler as “veteranas” é mais uma acertada escolha do projeto do livro. Isso pode nos ajudar a entender melhor os cenários da atual explosão, além de alertar, como reconhece a organizadora, para a urgência de trabalhos mais aprofundados sobre as trajetórias do feminismo brasileiro.

    Por fim, destaco que a participação de diferentes autoras e colaboradoras no Explosão Feminista representa também o reavivado “feminismo da diferença” sobre o qual a própria obra se propõe a refletir. Neste mosaico autoral, estão presentes textos e depoimentos de pessoas que se identificam como feministas cisgênero, protestante, radical, transfeminista, lesbofeminista. Elas tem condição etária, geracional, étnica, racial muito diferentes, além de experiências e formações distintas na política, na vida profissional ou acadêmica. O que se observa é um transbordamento de encontros multilocalizados que enriqueceram a produção desta obra criativa e de fôlego. Este é mais um mérito deste livro que, certamente, cumprirá papel de destaque no desenvolvimento de estudos situados na área de gênero e feminismos.

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