

Recomendamos as novas edições que serão publicas das obras de Celso Furtado, um dos economistas e intelectuais mais influentes do Brasil e da América Latina. Neste mês de novembro, O mito do desenvolvimento econômico (1974) ganha nova edição lançada pela Ubu Editora, com pré-vendas já disponíveis. A edição da Companhia das Letras de Criatividade e dependência na civilização industrial (1978) com prefácio de Alfredo Bosi, por sua vez, está novamente disponível para aquisição. Além disso, a nova coletânea Celso Furtado e o Mito do desenvolvimento 50 anos depois (2024) estará disponível a partir do dia 28 de novembro.
Para saber mais, confira abaixo as sinopses das obras e os links para adquiri-los.
I) Em O mito do desenvolvimento econômico, Celso Furtado realiza uma lúcida (e pioneira) reflexão sobre os limites ecológicos do desenvolvimento. Para o economista, a meta de levar as nações “subdesenvolvidas” ao patamar de afluência e bem-estar dos países “desenvolvidos”, com base na ampla extração e no uso de recursos não renováveis, é mais mito que meta, pois não é sustentável. De fato, já ninguém questiona que nosso estilo de desenvolvimento baseado na alucinante sociedade de consumo e nas pressões sobre a natureza tem tudo para resvalar para uma catástrofe ambiental – além de agravar a exclusão social nos países pobres, mas nos ricos também. Clique aqui para adquirir a nova edição.
II) No livro Criatividade e dependência na civilização industrial, Celso Furtado desenvolve uma visão histórica e filosófica de um dos eixos de sua obra: o elo fundamental entre cultura e desenvolvimento. Desenvolvimento visto em sua dimensão cultural, de criação de valores, aspirações, comportamentos; desenvolvimento visto como projeto de criatividade, mais que de acumulação material; como processo de inovação, de criação artística, de pesquisa científica. É possível acessar a edição da Companhia das Letras de 2008 clicando aqui.
III) A coletânea Celso Furtado e o Mito do desenvolvimento 50 anos depois foi organizada por Cidoval Sousa (UEPB) e reúne cerca de 25 artigos de economistas e cientistas sociais do Brasil e do exterior. Estará disponível nas plataformas a partir do dia 28 de novembro.