
Bernardo Ricupero (USP) se junta à nova floração da Série Nordestes com texto sobre as possibilidades e os limites de duas das mais repercutidas interpretações de Nordeste do século XX, que significativamente pautaram o entendimento sobre a região.
Em Os Nordestes de Gilberto Freyre e de Celso Furtado, Ricupero compara diferenças e mostra como as ideias desses dois autores, do pernambucano Freyre e do paraibano Furtado, foram capazes de se traduzir em instituições, como a Fundação Joaquim Nabuco e a SUDENE, e articular preocupações e aspirações mais amplas, que transcenderam a região. Parte das diferenças entre suas visões, sugere o autor, derivam justamente da própria complexidade da região, que colocou estes intérpretes diante de perspectivas e experiências muito particulares. Mas, afinal, até que ponto o Nordeste ainda é a região pensada por eles?
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