A Sociologia Digital e suas interfaces | A fábrica digital dispersa: trabalho em TI, teletrabalho e trabalho de plataforma no Brasil, por Maria Aparecida Bridi

Continuando os posts da série A Sociologia Digital e suas Interfaces, publicamos hoje texto de Maria Aparecida Bridi (UFPR), onde analisa como a digitalização do trabalho no Brasil, longe de promover autonomia, aprofunda a precarização sob o neoliberalismo.

A autora desenvolve a categoria de “fábrica digital dispersa” para descrever como plataformas e algoritmos transferem custos e riscos para os trabalhadores, do teletrabalhador ao entregador de aplicativo, estendendo o controle do capital para o domicílio, as ruas e os ambientes digitais, ao mesmo tempo em que atomizam a força de trabalho e dificultam a formação de identidade de classe. Como romper a invisibilidade desses novos vínculos e reconstruir laços de solidariedade em um cenário de profunda atomização social mediada por telas?

A Sociologia Digital e suas Interfaces é uma série da BVPS Edições, com curadoria de Richard Miskolci. A série vai ao ar semanalmente, sempre às quartas-feiras. Outros posts da série podem ser conferidos aqui.

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BVPS Agenda | Lançamento do livro “Jama7 – uma fábula de prazer e poder”

No próximo sábado, dia 11 de abril, a partir das 17h, acontecerá o lançamento do livro Jama7 – uma fábula de prazer e poder de autoria de Fernando Gerheim e publicado pela Numa Editora. O evento será realizado na Rua Joaquim Silva, 71 (Lapa – RJ) e contará com uma mesa de conversa do autor com os convidados e presentes.

Confira abaixo a orelha da obra.

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Nordestes imagens: igualdade e desigualdades | O mestre e o Caseiro: o espelho e a ambiguidade, por Lilia Schwarcz & Lúcia Stumpf

Lilia Moritz Schwarcz (USP) recebe Lúcia K. Stumpf (UAM) em sua coluna Nordestes imagens: igualdade e desigualdades. Juntas, as autoras analisam as representações da chamada “democracia racial” e sua inversão crítica contemporânea, produzida pela obra O caseiro (2016), de Jonathas de Andrade.

O mestre e o caseiro: o espelho e a ambiguidade mergulha na justaposição encenada pelo filme de oito minutos de Jonathas de Andrade, em diálogo com O mestre de Apipucos (1959), de Joaquim Pedro de Andrade, que retrata cenas da vida doméstica de Gilberto Freyre. Se, no filme de 1959, é Freyre quem ocupa o centro da cena, na inversão proposta por Jonathas de Andrade é o corpo negro do caseiro que assume esse lugar, expondo, como sugerem Schwarcz e Stumpf, fissuras da memória social do país.

A coluna de Lilia Schwarcz na Série Nordestes visa formar um repertório das múltiplas conexões entre imagens, territórios e temporalidades de diferentes grupos sociais da região, surpreendendo mudanças e continuidades. Para saber mais sobre a Série Nordestes, clique aqui. Outras colunas podem ser conferidas aqui.

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Série Nordestes | O Turista Aprendiz: Natal (2 de Janeiro) 


Nos bairros operários de Natal, Mário de Andrade observa o cotidiano do trabalho e da moradia. Alecrim e Rocas desenham um cenário sem mucambos, mas nem por isso livre de dificuldades. Ainda assim, mesmo sob o ritmo rotinizado do trabalho e dos dias, irrompem cantigas que fazem persistir uma dimensão humana. Essa é uma crônica sobre proletários.

Com postagens sempre às terças-feiras, todas as crônicas da viagem de Mário de Andrade ao Nordeste foram integralmente transcritas do jornal Diário Nacional, a partir da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional. À tarde, confira novo texto de Lilia Schwarcz e Lúcia Stumpf para a série! Para saber mais sobre o retorno da Série Nordestes, clique aqui.

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BVPS Agenda | 4ª edição do Fazer Pensar Brasil

A BVPS divulga hoje a 4ª edição do Fazer Pensar Brasil, que acontecerá no Instituto Brincante.

Buscando discutir um dos eixos importantes da constituição da cultura brasileira, o da cultura das camadas sociais subalternizadas do país, o projeto traz uma programação – com aulas abertas, palestras, oficinas e sambadas – que busca abordar as seguintes perguntas: o que definiria a cultura popular brasileira hoje? Quais são suas formas, linguagens e modos de existência? Como ela se situa dentro do processo de mercantilização cultural planetário? De que maneira ela contribui para a construção da identidade cultural do país?

A abertura acontece no dia 11 de abril, com a aula aberta/gratuita Cultura Popular: um conceito em questão, com Antonio Nóbrega.

As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas aqui.

BVPS Edições | Autorais Laura de Mello e Souza

Hoje publicamos o sexto texto da série Autorais Laura de Mello e Souza, “Teoria e prática do governo colonial: D. Pedro de Almeida, conde de Assumar’’, originalmente capítulo do livro O Sol e a Sombra. Política e administração na América portuguesa do século XVIII.

Alguns administradores coloniais escreveram textos que ajudam a entender não só a natureza do poder metropolitano como nossa própria tradição política, revelando que o governo na colônia superava os limites do serviço e abria espaço para reflexões originais. É o caso do personagem estudado neste texto: conde de Assumar, governador da capitania de Minas Gerais entre 1717 e 1721 e autor, como Laura de Mello e Souza se empenhou em provar, de um importante texto da historiografia brasileira, o Discurso histórico e político sobre a sublevação que nas Minas houve no ano de 1720. Acompanhando a trajetória pessoal do conde, numa época em que homens de armas eram também homens de letras, Souza observa o processo de aprendizado do governo das conquistas no Império em transformação.

Não perca, semanalmente, sempre às segundas-feiras, as publicações dessa nova edição da série Autorais. Para conferir os posts anteriores, clique aqui.

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A Paixão segundo Mário de Andrade, por Pedro Fragelli

Há uma gota de sangue em cada poema – e Pedro Fragelli nos mostra que essa afirmação não deve ser lida como metáfora.

Publicado em 1917 e um dos menos frequentados pela vasta fortuna crítica do autor, o livro de estreia de Mário de Andrade revela, na leitura original e fina de Fragelli, uma estrutura sacrificial que constituiria mais do que uma tópica central, uma verdadeira forma na obra de Mário de Andrade, modelando-a à maneira de uma Paixão. A sucessão de “estações” que o leitor deve atravessar antes de chegar aos poemas funciona como um rito de iniciação. O eu-lírico é a vítima expiatória que, como Cristo, se imola para redimir a humanidade convulsionada pela Primeira Guerra. O leitor, ao virar a página de capa impressa em vermelho, firma um pacto de sangue. A poesia não quer representar o martírio, ela quer ser o martírio. E o sacrifício, como na Páscoa, aponta para além da morte: no centro do livro, um canhão abandonado se converte à medida que a vegetação de abril o recobre, florescida.

Não deixe de ler.

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Homenagem | O Habermaster, por Frédéric Vandenberghe

A BVPS publica hoje uma homenagem de Frédéric Vandenberghe à Jürgen Habermas (1929-2026), falecido recentemente.

Se o contexto da juventude de Habermas, a Alemanha do pós-Segunda Guerra, parece ter sido importante para entendermos como o autor reorientou a Teoria Crítica da Escola de Frankfurt por dentro – afastando-a das críticas totalizantes da razão para abri-la às demandas dos novos movimentos sociais pós-68 –, qual lugar ocupa hoje sua aposta na comunicação e na força do melhor argumento para o estabelecimento de consensos sobre o agir?

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BVPS Agenda | Aula Magna da graduação em Ciências Sociais da FGV, ministrada por Maria Filomena Gregori

Intitulada Violência de gênero e limites da sexualidade: intolerâncias e backlash, a aula magna será ministrada na próxima quinta feira, dia 09 de abril, pela antropóloga e professora Livre-Docente da UNICAMP, Maria Filomena Gregori.

Presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação em Ciências Sociais (ANPOCS), Gregori é pesquisadora associada do PAGU (Núcleo de Estudos de Gênero) e seu projeto mais recente de pesquisa tem como objetivo principal aprofundar o conhecimento na área da Antropologia e Estudos de Gênero de modo a consolidar hipóteses e teorias sobre o aumento recente e significativo, no Brasil, de manifestações variadas de intolerância às minorias sexuais e que se expressam de modo coletivo e público, dificultando a consolidação dos direitos sexuais e de gênero.

Clique aqui para acessar a página do evento e realizar a inscrição.

Sociológicas | Centralidade do trabalho, por Adalberto Cardoso

O trabalho perdeu sua centralidade na vida contemporânea? Em novo texto da série Sociológicas, Adalberto Cardoso (IESP-UERJ) retoma esse debate, que remonta aos processos de desindustrialização ocorridos em meados da década de 1970, para mostrar que, longe de desaparecer, o trabalho tem passado por significativas metamorfoses. Assim, o texto analisa como as novas tecnologias informacionais e digitais vêm redefinindo as condições de vida e as experiências subjetivas dos trabalhadores.

Sociológicas é um novo espaço de reflexão da BVPS Edições, voltado para discutir problemas do presente e para o processo social que este ainda oculta, a partir de uma perspectiva diferencialmente sociológica. Outros textos já publicados podem ser conhecidos aqui.

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BVPS Agenda | Lançamento do livro “Nos 120 anos de Afonso Arinos de Melo Franco”

A Editora Miguilim lança Nos 120 anos de Afonso Arinos de Melo Franco, organizado por Arno Wehling, membro da Academia Brasileira de Letras, e pelo jornalista Rogério Faria Tavares. A obra celebra o aniversário do jurista, diplomata, professor, ensaísta e político brasileiro nascido em Belo Horizonte, reunindo dezessete ensaios que resgatam seu legado intelectual e difundem sua obra entre as novas gerações. Entre os autores dos textos estão Aspásia Camargo, Bernardo Cabral, Christian Lynch, Edmar Bacha, Joaquim Falcão, José Sarney e Rubens Ricupero.

O livro será lançado na Academia Brasileira de Letras (Av. Presidente Wilson, 203, Centro – RJ), no dia 09 de abril, quinta-feira, às 17h30.

Confira abaixo o release da obra.

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A Sociologia Digital e suas interfaces | Capitalismo, trabalho e emancipação: três pontos de intersecção entre a sociologia digital e a sociologia do trabalho, por Ricardo Festi

Continuando os posts da série A Sociologia Digital e suas Interfaces, publicamos hoje texto de Ricardo Festi (UnB), no qual discute como o surgimento da sociologia digital, impulsionada pelas transformações da era digital, apresenta novos desafios para a compreensão da sociedade contemporânea, exigindo a revisão de conceitos clássicos e novas ferramentas de investigação.

Nesse contexto, o mundo do trabalho figura entre as esferas sociais mais profundamente impactadas pelas tecnologias digitais. O diálogo entre a sociologia do trabalho e a sociologia digital, campo que se posiciona na vanguarda dos problemas contemporâneos, aponta as plataformas digitais como principal ponto de intersecção entre os dois campos. Com base nesse diagnóstico, Festi identifica os temas mais urgentes e complexos que devem pautar essa reflexão conjunta.

A Sociologia Digital e suas Interfaces é uma série da BVPS Edições, com curadoria de Richard Miskolci. A série vai ao ar semanalmente, sempre às quartas-feiras. Outros posts da série podem ser conferidos aqui.

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Coluna Primeiros Escritos | Resenha | “Intelectuais no plural”, de Carlos Benedito Martins e Felipe Maia, por Gustavo Gabaldo

A BVPS publica hoje a resenha de Gustavo Gabaldo (PPGCSO/UFJF) sobre o livro Intelectuais no plural: reconfigurações da sociologia dos intelectuais, lançado em 2025 pelo Atêlie de Humanidades Editorial e organizado por Carlos Benedito Martins (UnB) e Felipe Maia (UFJF).

Se os intelectuais já não dispõem mais da autoridade que detinham no começo do século XX, sua figura, contudo, não se tornou irrelevante. Diante de suas metamorfoses, como entender o papel do intelectual hoje? Sem respostas unívocas, a pista que o livro nos dá é que tratemos não do intelectual, mas dos intelectuais, no plural.

Boa leitura!

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Série Nordestes | O Turista Aprendiz: Natal (1 de janeiro de 1929) 


Mário de Andrade volta sua razão para o “homem-do-povo” nordestino, em uma crônica que questiona a situação das assim chamadas “classes inferiores”. Afinal, é boa ou ruim? Segundo o próprio modernista observa, a vida do povo nordestino estava marcada pelos contrastes. Alegria e hospitalidade de mãos dadas com desigualdades das mais terríveis. Parafraseando sua ironia: se saúde e bem-estar fossem deduzíveis da alegria, o proletario nordestino vivia no paraíso.

Com postagens sempre às terças-feiras, todas as crônicas da viagem de Mário de Andrade ao Nordeste foram integralmente transcritas do jornal Diário Nacional, a partir da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional. Para saber mais sobre o retorno da Série Nordestes, clique aqui.

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BVPS Edições | Autorais Laura de Mello e Souza

Trazemos hoje o quinto texto da série Autorais Laura de Mello e Souza, “A conjuntura crítica no mundo luso-brasileiro de inícios do século XVIII”, capítulo do livro O Sol e a Sombra. Política e administração na América portuguesa do século XVIII.

Analisando as tensões entre metrópole e colônia no romper do século XVIII, a historiadora sugere que a ideia de unidade nas terras brasílicas começou a se delinear nos discursos dos integrantes decisórios do poder em Lisboa, antes de ganhar forma nas práticas políticas dos insurretos. Em meio aos conflitos na Europa e aos efeitos da descoberta do ouro na colônia, as autoridades coloniais passaram a entrever nas revoltas o funcionamento de um sistema que só podia ser compreendido em seu conjunto, ainda sem perceber, contudo, como metrópole e colônia, embora constituíssem um mesmo corpo, já abrigavam em si possibilidades inconciliáveis.

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Acervo Florestan Fernandes | Manuscrito “Folclore e Literatura”, com comentários de Diogo Valença de Azevedo Costa e Wilson Rogério Penteado Jr.

Na segunda publicação da série sobre o arquivo Florestan Fernandes, trazemos o manuscrito “Folclore e Literatura” com uma apresentação de Diogo Valença de Azevedo Costa (UFRB), curador da série, e Wilson Rogério Penteado Jr. (UFRB). 

Este é mais um dos manuscritos encontrados no Fundo Florestan Fernandes da Coordenadoria de Obras Raras e Coleções Especiais da Biblioteca Comunitária da Universidade Federal de São Carlos.

Nele, nos deparamos com uma concepção de folclore que destaca seu caráter mutável e criativo, em contraste com abordagens que o pressupõem como uma manifestação essencializada do povo e/ou uma sobrevivência arcaica de determinados setores da sociedade. Para Florestan, o folclore, assim como a literatura, provém da capacidade humana de criação em seus aspectos estéticos e poéticos. No entanto, embora afins, as relações entre literatura e folclore são cambiantes e articulam-se a dinâmicas geopolíticas e a processos de diferenciação interna da sociedade brasileira.

Ao longo do ano, publicaremos outros manuscritos de Florestan na série, sempre acompanhados de comentários do curador.

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BVPS Agenda | I Seminário INCT Igualdade e Aprendizado Social – novo local

A BVPS reitera o convite para o I Seminário INCT Igualdade e Aprendizado Social. O evento será realizado nos dias 08 e 09 de abril em novo local, agora no Auditório Paulo Cezar Pinheiro Carneiro (Uerj).

O Instituto Igualdade e Aprendizado Social (INCT/CNPq) reúne pesquisadores das áreas de pensamento social e estratificação social com o objetivo de reconstituir e analisar o combate às desigualdades sociais no Brasil e investigar os processos de aprendizado social e expansão da igualdade. Seu foco empírico é o Nordeste, região que constitui um estudo de caso exemplar, tanto pelo êxito em ações de combate às desigualdades, notavelmente em educação e saúde, como pelo rico repertório de interpretações e pelo histórico de participação que permitem aprofundar qualitativamente o problema do aprendizado social da igualdade no Brasil.

Além da programação, o post traz uma entrevista com Celi Scalon, uma das coordenadoras do INCT, em que a pesquisadora responde a perguntas sobre o passado, o presente e o futuro do instituto.

O INCT é coordenado por Celi Scalon (UFRJ) e André Botelho (UFRJ).

Confira abaixo a entrevista e a programação completa do seminário

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Resenha | “Brasil-sintoma” e “Juventude eterna”, por Miguel de Ávila Duarte

A BVPS publica hoje uma resenha de Miguel de Ávila Duarte sobre dois livros de Eduardo Sterzi lançados em 2025: Brasil-sintoma (pela editora Telaranha) e Juventude eterna: a poesia do mito e o mito do poeta (pela editora Fósforo).

Levando a sério o ensaio como forma e atento aos limites implícitos em toda escolha, Duarte identifica como elementos significativos das obras analisadas a noção de objeto-sujeito e os vários ritmos – ou melhor, contraritmos, uma vez que são composições avessas às interpretações orientadas por uma noção uniforme, linear e progressiva da história – que parecem compor os ensaios de Sterzi: a marchinha, o samba plenamente desenvolvido, a milonga e o ijexá. Assim, convida-nos a conhecê-las, ressaltando a destreza de Sterzi de ler os textos analisados em seus ensaios por novas perspectivas.

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A Sociologia Digital e suas interfaces | A construção de um campo de investigação sociológica sobre Inteligência Artificial, por Dimitri Fazito e Veridiana Cordeiro

Continuando os posts da série A Sociologia Digital e suas Interfaces, publicamos hoje texto de Dimitri Fazito (UFMG) e Veridiana Cordeiro (USP), no qual mostram como as tecnologias digitais têm transformado profundamente a vida social, afetando o trabalho, as instituições, as interações e a produção de identidades.

Em um contexto marcado pela centralidade dos algoritmos, pela produção massiva de dados e pela emergência da inteligência artificial generativa, as relações sociais passam a ser mediadas por plataformas, dando origem a novas formas de sociabilidade e a instituições híbridas. Nesse cenário, no âmbito dos estudos da Sociologia Digital, os autores apresentam a Sociologia dos Algoritmos como uma abordagem central para compreender as dinâmicas e os critérios de legitimidade das sociedades digitais contemporâneas.

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BVPS Agenda | Mestrado em Historia Intelectual na Universidad Nacional de Quilmes

Estão abertas as inscrições para o mestrado em História Intelectual da Universidad Nacional de Quilmes. O curso será ofertado na modalidade a distância, e as inscrições permanecerão abertas até o dia 30 de março de 2026. Como requisito para o ingresso, é necessário que os candidatos já possuam título de graduação.

O mestrado oferece formação especializada nas distintas perspectivas que convergem na história intelectual, contando com um corpo docente integrado por pesquisadores e pesquisadoras de trajetória reconhecida, como Anahí Ballent, Cecilia Tossounian, Mariana Rosetti, Pablo Martínez Gramuglia, Ricardo Martínez Mazzola, Alejandro Blanco, Cecilia Durán, Inés de Torres, Laura Prado, Adrián Gorelik, Luigi Patruno, Pablo Alabarces, Alejandra Mailhe e Jorge Myers.

Para maiores informações e a realização da inscrição, entrar em contato pelo e-mail: informes_posgrado@unq.edu.ar