
Continuando os posts da série A Sociologia Digital e suas Interfaces, publicamos hoje texto de Maria Aparecida Bridi (UFPR), onde analisa como a digitalização do trabalho no Brasil, longe de promover autonomia, aprofunda a precarização sob o neoliberalismo.
A autora desenvolve a categoria de “fábrica digital dispersa” para descrever como plataformas e algoritmos transferem custos e riscos para os trabalhadores, do teletrabalhador ao entregador de aplicativo, estendendo o controle do capital para o domicílio, as ruas e os ambientes digitais, ao mesmo tempo em que atomizam a força de trabalho e dificultam a formação de identidade de classe. Como romper a invisibilidade desses novos vínculos e reconstruir laços de solidariedade em um cenário de profunda atomização social mediada por telas?
A Sociologia Digital e suas Interfaces é uma série da BVPS Edições, com curadoria de Richard Miskolci. A série vai ao ar semanalmente, sempre às quartas-feiras. Outros posts da série podem ser conferidos aqui.
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Continue lendo “A Sociologia Digital e suas interfaces | A fábrica digital dispersa: trabalho em TI, teletrabalho e trabalho de plataforma no Brasil, por Maria Aparecida Bridi”
















