BVPS Recomenda | Curso “Igualdade e aprendizado social no Nordeste brasileiro”, por André Botelho e Karim Helayel

Terá início no dia 14 de agosto a disciplina optativa Igualdade e aprendizado social no Nordeste brasileiro, ofertada no curso de graduação em Ciências Sociais do IFCS/UFRJ. A disciplina será ministrada por André Botelho (UFRJ) e Karim Helayel (PPGSA/UFRJ), e tem como professora convidada Ana Karla Canarinos (UERJ).

Oferecida às sextas-feiras, 8h40, a disciplina se encontra relacionada à proposta do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT), intitulado “Instituto Igualdade – Instituto Nacional de Aprendizado Social e Promoção da Igualdade” que visa reconstituir, compreender e explicar o combate às desigualdades sociais no Brasil, tendo como eixo temático à noção de “aprendizado social para igualdade”. Do ponto de vista da temática, a disciplina aborda uma questão clássica da sociologia política: as relações entre comunidade e democracia, destacando a discussão sobre estrutura agrária, participação social e mudanças sociais e políticas.

Confira abaixo a ementa completa.

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Coluna Renato Ortiz | Fragmentos: notícias de jornal


Na edição de julho de sua coluna – que completou hoje dois anos de existência! –, Renato Ortiz (Unicamp) propõe um novo exercício de reflexão, transformando notícias de jornal em breves fragmentos sobre os impasses do mundo contemporâneo. Turquia, Quênia, Afeganistão, Índia, Estados Unidos, México e Uberaba (não necessariamente nessa ordem) entrelaçam-se por um fio comum: a absurdidade um tanto quanto irônica de nosso tempo. Como em textos anteriores, Ortiz novamente desnaturaliza o contemporâneo, e mostra que por trás da aparente banalidade dos fatos, escondem-se questões que, no mímino, desafiam os limites do bom senso.

Para ler outros textos da coluna de Renato Ortiz, clique aqui. E para ficar por dentro de todas as nossas postagens, você pode assinar nossa lista de e-mails, seguir nosso Instagram ou entrar no canal da BVPS no WhatsApp. Boa leitura!

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BVPS Agenda | Encerramento do XXXV Congresso Latino-Americano de Sociologia (ALAS)

Após uma semana de intensas atividades, debates e encontros entre pesquisadoras e pesquisadores de diferentes países da América Latina e de outras partes do mundo, acontece nesta sexta-feira (31/7) a cerimônia de encerramento do XXXV Congresso Latino-Americano de Sociologia (ALAS).

A programação, realizada na Tenda dos Diálogos Magistrais (UFRJ), terá início às 16h30, com a abertura institucional, seguida de uma homenagem da ALAS ao sociólogo costarriquenho Daniel Camacho Monge. A cerimônia contará ainda com o diálogo magistral “Horizontes de transformação e mudança social em tempos de policrise”.

Destacamos na programação a conferência especial “Universidade, democracia e ciência em tempos de policrise”, ministrada pela socióloga, ex-ministra da Saúde e ex-presidente da Fiocruz Nísia Trindade Lima.

Para mais informações, clique aqui.

Série Back to the 70s | Rock and roll e a década de todas as revoltas, por Luis Carlos Fridman

Publicamos hoje na série Back to the 70s: Euforia e sombras, uma prévia do seminário “Rock and roll e a década de todas as revoltas”, de Luis Carlos Fridman, que será transmitido ao vivo nesta sexta-feira, 31/07, às 17h no canal da BVPS no Youtube, com debate de Antonio Brasil Jr. (UFRJ).

No texto, a partir do conceito weberiano de afinidades eletivas, Fridman analisa as relações entre o rock and roll e o contexto mais amplo de convulsões políticas e mudanças culturais das décadas de 1960 e 1970. Mais do que “forma” artística de “conteúdos” que emanavam da esfera política, o autor aponta como o rock canalizou o desejo de mudança política que atravessava diferentes sociedades, tornando-se trilha sonora de uma geração que passou a questionar os modos tradicionais de viver e fazer política.

Leia o texto e acompanhe a mesa. Você é nossa/o convidada/o especial!

Para conferir a programação anual dos seminários, clique aqui. E, para acessar os outros textos da série, clique aqui.

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Sociológicas | As faxineiras dos canaviais, por Maria Moraes

Neste terceiro episódio de Maria Moraes (UFSCar) na série Sociológicas, a autora mostra como a mecanização da lavoura canavieira reorganizou o trabalho manual a partir de uma divisão sexual do trabalho que, entre outros efeitos, deslocou as mulheres para atividades ainda mais precarizadas. Moraes detalha, assim, o cotidiano das “faxineiras dos canaviais”, responsáveis pelo plantio, bituca, recolha de pedras e outras tarefas indispensáveis ao funcionamento da agroindústria. Segundo seu argumento, a modernização do agronegócio convive com antigas formas de exploração, reafirmando desigualdades de gênero e tornando invisíveis as contribuições das mulheres para a alta produtividade dos canaviais.

Sociológicas é um espaço de reflexão da BVPS Edições, voltado para discutir problemas do presente e os processos sociais que este ainda oculta, a partir de uma perspectiva sociológica.

Boa leitura!

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BVPS | Ainda há tempo: múltiplas vozes

A BVPS traz um conjunto de comentários sobre o livro Ainda há tempo: a pandemia de Covid-19 e a transformação do futuro, de Nísia Trindade Lima, recém-publicado pela editora Civilização Brasileira. O livro, como ressaltamos no booktrailer que lançamos, é profundamente marcado pelas qualidades de escuta e diálogo, características bem conhecidas da autora. Ao se fazer narradora, Nísia Trindade conseguiu recuperar, analisar e narrar a experiência da pandemia de Covid-19, trazendo sua vivência ímpar, que fez toda a diferença para a sociedade brasileira, na presidência da Fiocruz e, posteriormente, na reconstrução do Ministério da Saúde. Porque fez e faz de sua voz muitas vozes, nosso propósito, nesta ação, é reunir múltiplos diálogos em torno do seu importante livro.

No terceiro post, trazemos comentários de Arlindenor Pedro, José Abdalla Helayël-Neto & Karim Helayel (PPGS/UFRJ), Rômulo Paes de Sousa (Fiocruz) e Roseana Murray.

Publicaremos, na próxima quarta-feira, a última rodada de comentários de diferentes leitoras e leitores, que ajudam a ampliar e aprofundar as questões suscitadas por esta obra tão necessária ao nosso tempo.

Boa leitura!

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Centenário de Octavio Ianni | Insondável travessia: os caminhos de Ianni, por Gabriel Cohn

Nesta abertura da série Centenário Octavio Ianni: o que pode a sociologia?, publicamos texto de Gabriel Cohn (USP). Escrito como apresentação da coleção Encontros – Octavio Ianni, da editora Oca Editorial, em vias de publicação, o texto identifica na ideia de metamorfose uma chave para compreender o modo como Ianni fazia sociologia. Mais do que registrar as mudanças sociais, Cohn mostra que Ianni procurava apreender a emergência de novas formas de sociabilidade e das relações que as constituíam, voltando-se sempre para aquilo que ainda estava em formação. É nessa atenção ao novo e às transformações das relações sociais que o autor identifica uma das marcas mais originais da imaginação sociológica de Ianni.

Ao longo dos próximos meses, até o centenário de Octavio Ianni, a ser celebrado em outubro, a BVPS publicará, sempre às quartas-feiras, dois novos textos dedicados à análise de sua obra. Para saber mais sobre essa iniciativa, que tem curadoria de Elide Rugai Bastos, André Botelho e Caroline Tresoldi, clique aqui.

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Centenário de Octavio Ianni: o que pode a sociologia?

Celebrar o centenário de nascimento de Octavio Ianni é um momento especial para a BVPS. Por inúmeras razões. Ao lado da afetiva, por alguns de nós da equipe termos tido a oportunidade de convívio pessoal, destacamos apenas uma: Octavio Ianni faz muita falta à sociologia. Seu raciocínio e expressão claros sobre problemas complexos, sua habilidade de pensar o contemporâneo e o processo social simultaneamente, sua perspectiva multidimensional, capaz de relacionar o gesto mais subjetivo ao mais macrossocial, e sua capacidade de fazer e refazer perguntas fundamentais são cruciais para um renascimento sociológico. A sociologia, diria o próprio Ianni, está permanentemente em crise, pois o social está sempre em movimento. E ela tem potencialmente a capacidade de se repensar e se reinventar nessas crises, mas, para isso, é preciso coragem. Elide Rugai Bastos, André Botelho e Caroline Tresoldi trazem, nesta nova série da BVPS, o testemunho e a reflexão de alguns que conviveram com Ianni e de outros que são seus leitores, à distância. O que se percebe no conjunto, no entanto, desfaz a própria dicotomia. Ianni existe e está vivo em seus textos, plenos de presença, mapas e caminhos inspiradores de uma sociologia crítica.

No pôster da série, além da ideia mais evidente da comemoração do centenário como oportunidade para desmontar e remontar a contribuição de Octavio Ianni à sociologia, queremos também sugerir algo sobre a dinâmica constitutiva da sociedade e sobre como a sociologia deve acompanhá-la. 

Ao longo dos próximos meses, até o centenário de Octavio Ianni, a ser celebrado em outubro, a BVPS publicará, sempre às quartas-feiras, dois novos textos dedicados à análise de sua obra. A série tem início hoje com a apresentação dos curadores, que pode ser conferida a seguir, e um ensaio de Gabriel Cohn, que pode ser acessado aqui.

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BVPS Resenha | “Nordestes – Diário de viagem (1928-1929)”, por Ana Karla Canarinos

Publicamos hoje a resenha de Ana Karla Canarinos (UERJ) sobre o livro Nordestes — Diário de viagem (1928-1929), organizado por André Botelho (UFRJ) e Onildo Correa (PPGS/UFRJ), e publicado neste ano pela editora Casa Matinas.

Na resenha, Ana Karla Canarinos sugere que a obra possui o mérito de recuperar um conjunto de crônicas fundamentais para compreender o projeto estético, político e linguístico de Mário de Andrade. Ao retomar a trajetória editorial desses textos e preservar a grafia modernista do autor, os organizadores evidenciam como a linguagem popular, a oralidade e as diferentes formas de expressão dos sujeitos encontrados durante a viagem constituem elementos centrais da proposta literária de Mário.

Canarinos aponta que as crônicas presentes no livro recusam a oposição entre nacionalismo e cosmopolitismo, construindo uma representação plural do Brasil, sobretudo dos diferentes Nordestes, que escapa às imagens cristalizadas da seca e da homogeneidade regional. A viagem de Mário de Andrade torna-se, assim, uma experiência de contato com a alteridade, em que descrição, invenção e poesia se articulam para traduzir as múltiplas vozes da cultura brasileira, fazendo da diferença um princípio estético e crítico.

O livro pode ser adquirido no site da editora, clicando aqui.

Boa leitura!

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Série Nordestes | O Turista Aprendiz: Natal (17 de janeiro, 20 horas)   


Mário de Andrade
está às vésperas de percorrer o Rio Grande do Norte de automóvel. Da zona açucareira, seguirá para as regiões do sal e do algodão. Aproveita o ensejo para examinar limites e promessas da cotonicultura nordestina. Nessa crônica, o escritor registra um momento em que o Nordeste começava a imaginar para si um novo lugar na economia mundial, movido, como ele próprio diz, pela “ânsia de crescer deveras”.

Com postagens sempre às terças-feiras, todas as crônicas da viagem de Mário de Andrade ao Nordeste foram integralmente transcritas do jornal Diário Nacional, a partir da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional. Para saber mais sobre o retorno da Série Nordestes, clique aqui.

Boa leitura!

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BVPS Edições | Autorais Luiz Eduardo Soares

Encerramos hoje a série Autorais Luiz Eduardo Soares com o texto “O sentido de uma história depende do ponto a partir do qual começamos a contá-la”, primeiro capítulo do seu livro Justiça, pensando alto sobre violência, crime e castigo (2011).

Neste texto, Luiz Eduardo Soares transforma o encontro com um motorista de táxi em uma reflexão sensível sobre violência, justiça e humanidade. Partindo da dor de um homem que acabara de perder um amigo, o autor conduz o interlocutor a contemplar a história por outro ângulo, mostrando que o sentido da violência depende também do ponto a partir do qual escolhemos começar a narrá-la.

Gostou desta edição da Autorais? Então não perca, na próxima segunda-feira, o conteúdo bônus da série! E, para conferir os posts anteriores, clique aqui. Boa leitura!

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Abre ALAS | A crise dos direitos humanos no México, por Angélica Cuéllar Vázquez

A sociologia latino-americana está prestes a se encontrar no Rio de Janeiro. No post que encerra a série Abre ALAS, Angélica Cuéllar Vázquez (UNAM, México) discute a crise dos direitos humanos no México, manifesta na desconfiança da população nas instituições de justiça e em casos emblemáticos como o de Ayotzinapa, como expressão estrutural da policrise que atinge a América Latina, defendendo o papel da sociologia crítica na construção de alternativas a ela.

Aproveitamos para reforçar o convite para a abertura oficial do XXXV Congresso da ALAS – Entre a Policrise e as Alternativas: horizontes da sociologia crítica latino-americana, a ser realizada amanhã, 26 de julho (domingo), das 16h30 às 20h30, no Armazém da Utopia (Armazém 6 – Avenida Rodrigues Alves, s/n, Santo Cristo, Rio de Janeiro).

Confira os demais posts da série clicando aqui.

Boa leitura! E excelente encontro!

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Abre ALAS | Novos elementos da Sociologia Crítica Cosmopolita a partir da América Latina: rumo à ALAS 2026 no Rio de Janeiro, por José Vicente Tavares-dos-Santos

A sociologia latino-americana está prestes a se encontrar no Rio de Janeiro. No primeiro post de encerramento da série Abre ALAS, José Vicente Tavares-dos-Santos (UFRGS) discute novos elementos teóricos e metodológicos da sociologia crítica cosmopolita latino-americana, propondo caminhos para sua internacionalização.

Aproveitamos para reforçar o convite para a abertura oficial do XXXV Congresso da ALAS – Entre a Policrise e as Alternativas: horizontes da sociologia crítica latino-americana, a ser realizada amanhã, 26 de julho (domingo), das 16h30 às 20h30, no Armazém da Utopia (Armazém 6 – Avenida Rodrigues Alves, s/n, Santo Cristo, Rio de Janeiro).

Confira os demais posts da série clicando aqui.

Boa leitura! E excelente encontro!

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BVPS Edições | Copa do Mundo na BVPS | “Brasa ou Brasil, azul ou vermelha”, por Vinicius Alvim

No encerramento da série Copa do Mundo na BVPS, publicamos texto de Vinicius Alvim (PPGS/Unicamp), que lança um olhar sobre as disputas simbólicas geradas em torno do uniforme da Seleção Brasileira na Copa do Mundo deste ano.

Diante do fracasso brasileiro, como compreender a centralidade atribuída às questões extracampo, capazes de intensas mobilizações entre diferentes agentes? Da CBF – instituição responsável pela preparação da seleção – à empresa fornecedora de material esportivo, passando pela imprensa e pela opinião pública, a camisa da seleção surge como um espaço de disputas. Como demonstra Alvim, a definição de suas cores revelou controvérsias em torno da possível adoção de uma camisa vermelha e da alcunha “Brasa”, evidenciando que essas disputas são atravessadas por interesses políticos, comerciais e culturais que vão além do desempenho da seleção dentro das quatro linhas.

A série teve organização de Miguel Cunha (PPGCS/UFRRJ e BVPS). Agradecemos a todos os autores que contribuíram para a elaboração desta série. Para acompanhar todos os posts anteriores, clique aqui.

Boa leitura!

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BVPS Recomenda | “Memórias de um sociólogo”, de Heraldo Pessoa Souto Maior

A BVPS parabeniza o professor Heraldo Pessoa Souto Maior pela publicação de suas memórias. Nelas, a sociologia e, em especial, a sociologia em Pernambuco, ganham protagonismo central. O livro é, assim, uma celebração do encontro pessoal de Heraldo com a disciplina que ele ajudou a construir numa carreira de sucesso. E, mais ainda, numa vida plena de realizações que merece não apenas registro, mas também memória.

Confira abaixo o prefácio do livro escrito por Silke Weber.

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BVPS Recomenda | Crítica de Glaucia Villas Bôas sobre “Vida Reinventada – A Pandemia da Covid-19 e a Transformação do Futuro”

Glaucia Villas Bôas, uma das maiores pesquisadoras da sociologia da arte no Brasil, visita Vida Reinventada, a Pandemia da Covid-19 e a Transformação do Futuro, exposição concebida por Nísia Trindade Lima no recém-inaugurado Centro Cultural do Ministério da Saúde. Em seu relato, sensível e atento, Glaucia percorre os núcleos temáticos da mostra, que vão da educação à ciência, dos territórios indígenas às redes de solidariedade, nos apresentando como a exposição transforma dor coletiva em memória viva, sem deixar de nos fazer refletir, afinal, “a exposição impressiona e faz pensar”.

A exposição Vida Reinventada – A Pandemia da Covid-19 e a Transformação do Futuro tem entrada é gratuita e fica em cartaz até abril de 2027. O Centro Cultural do Ministério da Saúde Praça Marechal Âncora, nº 95 (Centro, Rio de Janeiro) funciona de terça a sábado, das 10h às 17h.

Para mais informações, você pode acompanhar o site da exposição e a página no Instagram.

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Abre ALAS | Entre a policrise e as alternativas: horizontes da sociologia crítica latino-americana, por Jaime Coronado

Na última semana de posts da Abre ALAS, série com textos escritos por ex-presidentes da Associação, o segundo post de hoje traz um ensaio de Jaime A. Preciado Coronado (Universidade de Guadalajara), que discute como a noção de policrise, embora popularizada por autores europeus, encontra na América Latina uma longa tradição de análise estrutural das crises múltiplas do capitalismo, e propõe articular diagnóstico e horizonte emancipador a partir da sociologia histórica, da colonialidade do poder e das epistemologias do Sul.

Publicamos até a véspera do congresso, em espanhol e português, textos que dialogam com o tema central do XXXV Congresso Entre a Policrise e as Alternativas: horizontes da sociologia crítica latinoamericana. Confira os demais posts da série clicando aqui.

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Abre ALAS | A sociologia na Guatemala diante da policrise: diagnóstico estrutural e horizontes críticos, por Eduardo Carrera

Na última semana de posts da Abre ALAS, série com textos escritos por ex-presidentes da Associação, o primeiro post de hoje traz um ensaio de Eduardo Antonio Velásquez Carrera (CEUR-USAC), que apresenta um diagnóstico estrutural da crise da sociologia na Guatemala diante da policrise global – marcada pela erosão do campo acadêmico, pela precarização do trabalho docente e pela crise de legitimidade das pós-graduações – e propõe como horizonte a articulação entre sociologia pública, epistemologias do Sul e renovação institucional rigorosa da disciplina.

Publicamos até a véspera do congresso, em espanhol e português, textos que dialogam com o tema central do XXXV Congresso Entre a Policrise e as Alternativas: horizontes da sociologia crítica latinoamericana. Confira os demais posts da série clicando aqui.

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BVPS Efemérides | Depoimento sobre José Paulo Paes, por Fernando Paixão

Hoje, 22 de julho, comemora-se o centenário do nascimento de José Paulo Paes (1926-1998). É uma oportunidade para lembrar esse grande intelectual, que se notabilizou pela atividade de tradutor, crítico, editor e, sobretudo, poeta – marcado pelo tom da ironia e da brevidade.

O texto apresentado a seguir é de Fernando Paixão (IEB-USP), que conviveu intimamente com José Paulo e nos oferece um delicado depoimento sobre o amigo. Paixão organizou Crítica reunida sobre Literatura Brasileira (Editoras CEPE/Ateliê), em dois volumes, que reúnem praticamente toda a ensaística de Paes sobre a literatura brasileira.

Viva o poeta que disse ao mundo: “A poesia está morta, mas juro que não fui eu.”

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BVPS | Ainda há tempo: múltiplas vozes

A BVPS traz um conjunto de comentários sobre o livro Ainda há tempo: a pandemia de Covid-19 e a transformação do futuro, de Nísia Trindade Lima, recém-publicado pela editora Civilização Brasileira. O livro, como ressaltamos no booktrailer que lançamos, é profundamente marcado pelas qualidades de escuta e diálogo, características bem conhecidas da autora. Ao se fazer narradora, Nísia Trindade conseguiu recuperar, analisar e narrar a experiência da pandemia de Covid-19, trazendo sua vivência ímpar, que fez toda a diferença para a sociedade brasileira, na presidência da Fiocruz e, posteriormente, na reconstrução do Ministério da Saúde. Porque fez e faz de sua voz muitas vozes, nosso propósito, nesta ação, é reunir múltiplos diálogos em torno do seu importante livro.

Damos continuidade ao segundo post com comentários de Carlos Gadelha (Fiocruz), Carmen Felgueiras (UFF), Paulo Cassimiro (UERJ), Rossana Rocha (USP) e Rodrigo Jorge (UFF).

Ao longo das próximas quartas-feiras, publicaremos comentários de diferentes leitoras e leitores, que ajudam a ampliar e aprofundar as questões suscitadas por esta obra tão necessária ao nosso tempo.

Boa leitura!

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