
Ao longo da próxima semana, entre os dias 8 e 12 de setembro, acontecerá o IV Congresso Internacional “O (F)uso da Palavra”: Teoria e crítica de poesia latino-americana, que será realizado presencialmente na Faculdade de Letras da UFRJ (Av. Horácio Macedo, 2151 – Cidade Universitária, Rio de Janeiro – RJ).
“O (F)uso da Palavra” é um congresso concebido para reunir pesquisadores inseridos no campo dos estudos teóricos e críticos da poesia latino-americana. Desde sua edição inaugural, o evento vem promovendo um vínculo produtivo e crescente entre diversos estudiosos de universidades latino-americanas. Assim, consolida-se a possibilidade de itinerância do congresso, plenamente alinhada ao seu espírito original e aos seus propósitos, centrados na formação de uma rede latino-americana como espaço de reflexão teórica e crítica sobre a poesia dos países que integram a América Latina.
Confira abaixo a programação completa do evento.
IV Congresso Internacional “O (F)uso da Palavra”: Teoria e crítica de poesia latino-americana
O Congresso “O (F)uso da Palavra”/“El Huso de la Palabra” faz referência ao livro homônimo do poeta peruano José Watanabe (Laredo, 1945/Lima, 2007), publicado em 1989. Sua escolha consiste numa homenagem aos dez anos de sua morte, quando foi organizada a primeira chamada referente à primeira edição deste congresso. Em seu título, de que nos apropriamos, algo da ordem do poético estava e está cifrado até na homofonia que nos convida a pensar nos modos de uso da palavra, ou na incompreensão que uma certeza que os enumera implicaria; mas também na figura têxtil do “fuso”/“huso”, porque a palavra é um fio que se enrola e se desenrola, se torce e se solta, é um fio que se diz, se ouve e se escreve numa área que nos interessa muito, a América Latina.
Neste sentido, e com um enquadramento nacional na sua primeira convocatória, “O (F) da Palavra”/“El Huso de la Palabra” foi concebido como um espaço de reflexão sobre a poesia do continente. O propósito inicial, que se mantém, era gerar um espaço acadêmico comum para discutir linhas teóricas, rever perfis críticos dos últimos anos e fazer um estado da arte dos corpora poéticos que entram na crítica especializada. Consideramos que o congresso cobre uma área de relativa amplitude, com a possibilidade de reunir obras poéticas e sua crítica e teoria sob a convicção de uma singularidade que se abre a intersecções estéticas e políticas. Estas últimas nos permitem pensar em múltiplas modulações, como se pode constatar nos eixos temáticos propostos:
• A poesia latino-americana e suas modernidades híbridas
• Crítica e poesia que atravessam fronteiras
• Poesia latina-americana e epistemologias afro-diaspóricas
• Apropriações, desarticulações e rearticulações da poesia latino-americana
• Formas da crítica da poesia latino-americana
• Performances poéticas, corpos heterogêneos, repertórios orais
• Poesia latino-americana e arquivo
• Poesia latina-americana e epistemologias originárias
Programação
DIA 08 (SEGUNDA-FEIRA)
9h-10h50 – Credenciamento e Café (Hall do PACC)
11h-12h50 – Mesas de comunicações 1 e 2
12h50-14h – Almoço
14h-15h50 – Mesas de comunicações 3 e 4
16h-16h20 – Café (Hall do PACC)
16h20-17h40 – Mesa de abertura com Sony Ferseck (Auditório PACC-Libras –
mediação: Barbara Matias)
20h – Confraternização (Restaurante Severyna – Rua Ipiranga 54, Laranjeiras)
DIA 09 (TERÇA-FEIRA)
9h-10h50 – Mesas de comunicações 5 e 6
10h50-11h – Café (Hall do PACC)
11h-13h20 – Mesa com André Capilé, Claudia Sampaio e Heleine Fernandes
(Auditório PACC-Libras – mediação: Carolina Carvalho e Orquídea Garcia)
13h20-14h30 – Almoço
14h30-17h – Oficina Escrever com o estômago (Sala do PACC) e minicurso A poesia
brasileira e os indígenas (Auditório PACC-Libras)
19h30 – Lançamento de Conviver, aleitar, costurar (2025), de Luciana di Leone –
Apresentação: Ana Porrúa. Leituras: Victoria Guerrero Peirano, Orquídea Garcia,
Estela Rosa e Eduarda Rocha. (Oscar Selvagem Pub – Rua Paulo Barreto 121,
Botafogo)
DIA 10 (QUARTA-FEIRA)
10h30-12h20 – Mesas de comunicações 7 e 8
12h20-14h – Almoço
14h-15h50 – Mesas de comunicações 9 e 10
16h-17h40 – Mesa com Martín Prieto e Raúl Antelo (Auditório PACC-Libras –
mediação: Matías Moscardi e Ignacio Iriarte)
17h40-18h – Café (Hall do PACC)
18h-19h50 – Mesas de comunicações 11 e 12
DIA 11 (QUINTA-FEIRA)
9h-10h50 – Mesas de comunicações 13 e 14
10h50-11h – Café (Hall do PACC)
11h-12h30 – Mesa com Nina Rizzi e Victoria Guerrero Peirano (Auditório PACCLibras
– mediação: Luciana di Leone)
12h30-13h20 – Lançamento da tradução de Diário de uma costureira proletária
(2025), de Victoria Guerrero Peirano, e conversa com a autora (Auditório PACCLibras
– mediação: Eduarda Rocha e Mabel Boechat)
13h20-14h30 – Almoço
14h30-17h – Oficina Escrever com o estômago (Sala do PACC). Minicurso A poesia
brasileira e os indígenas (Auditório PACC-Libras). Reunião sobre internacionalização
com professores convidados.
DIA 12 (SEXTA-FEIRA)
9h-10h20 – Mesas de comunicações 15 e 16
10h20-10h30 – Café (Hall do PACC)
10h30-12h20 – Mesas de comunicações 17 e 18
12h20-14h – Almoço
14h-15h50 – Mesas de comunicações 19 e 20
16h50-16h – Café (Hall do PACC)
16h-17h40 – Mesa de encerramento com Elena Palmero e Hugo Herrera Pardo
(Auditório PACC-Libras – mediação: Ana Porrúa)
18h – Confraternização (Quiosque Ginga – Leme, posto 1)
PALESTRAS
DIA 08 (SEGUNDA-FEIRA), 16h20-17h40
Mesa de abertura (auditório PACC-Libras), com Sony Ferseck (PPGL/UFRR)
Mediação: Barbara Matias (PPGCL/UFRJ)
DIA 09 (TERÇA-FEIRA), 11h-13h20
Mesa de palestras (auditório PACC-Libras)
A rua fala: o ritmo e a raiva, a raiva e o ritmo (André Capilé, UERJ)
“Sin tregua y sin fatiga”: as poetas mexicanas dos séculos XX e XXI e sua relação com o cânon (Claudia Sampaio, IGR-México/FFyL-UNAM)
Fim do mundo e fabulações de futuro: uma leitura de autorias afro-diaspóricas (Heleine Fernandes, UFRJ)
Mediação: Carolina Carvalho (PPGCL/UFRJ) e Orquídea Garcia (PPGCL/UFRJ)
DIA 10 (QUARTA-FEIRA), 16h-17h40
Mesa de palestras (auditório PACC-Libras)
Sólo la emoción perdura (Martín Prieto, Universid Nacional de Rosario – Argentina)
Os poetas nômades e suas poéticas espectrais (Raúl Antelo, UFSC)
Mediação: Matías Moscardi e Ignacio Iriarte (Universidad Nacional de Mar del Plata
– Argentina)
DIA 11 (QUINTA-FEIRA), 11h-12h30
Mesa de palestras (auditório PACC-Libras)
Memoriar, esquecer: escrita, oralidade e fabulação (Nina Rizzi)
Poetas peruanas contemporáneas (2000-2020) (Victoria Guerrero Peirano, Pontificia
Universidad Católica del Perú)
Mediação: Luciana di Leone (UFRJ)
DIA 12 (SEXTA-FEIRA), 16h-17h40
Mesa de palestras (auditório PACC-Libras)
Poesia e autotradução na poesia hispano-americana contemporânea (Elena Palmero,
UFRJ)
Para una teoría de las dedicatorias autógrafas (Notas a partir de la biblioteca
superviviente de Martín Cerda) (Hugo Herrera Pardo, Pontificia Universidad Católica
de Valparaiso – Chile)
MESAS DE COMUNICAÇÕES
DIA 08 (SEGUNDA-FEIRA)
11h-12h50
Mesa 1 (08 de setembro – Sala do PACC)
“Las mujeres suelen ser así”: a “Argentina” de Angélica Freitas (Carla Oliveira)
Bruxaria sardônica: o histérico, o herético e o nonsense em um útero é do tamanho de um punho (Flávio Ribeiro)
Puta poesia: prostituição, desejo e autonomia sexual em alguns poemas de Amara
Moira e Nina León (Bruna Paiva)
O que há num figo: uma visita à poesia de Lilian Sais (Domenique Oliveira)
Corpoema: o gozo e a escrita em Hilda Hilst (Elaine Bruno)
Mediação: Orquídea Garcia
Mesa 2 (08 de setembro – Auditório PACC-Libras)
Manifestações poéticas: como os poetas da cidade e do sertão se conectam “sem Wi-Fi” (Antonio Filho)
Slam das Minas: Poesia Falada como Dispositivo Político de Enfrentamento às
Opressões (Ana Paula Moreira)
Entre Voz e Corpo: A poesia de Paulx Gialdroni e a Slam Cuir entre Argentina e Brasil
(Mariana da Costa)
Posibles sintácticos entre escritura y performance (Leticia Sena)
Encrucijadas del sujeto en la poesía: la voz hablada y la voz cantada (María del
Rosario Sánchez e Florencia Briasco Lay)
Mediação: Guilherme dos Santos Ferreira
14h-15h50
Mesa 3 (08 de setembro – Sala do PACC)
O fio vermelho da memória: o tecido político das performances feministas (Gisett Lara)
Uma poética de sangue em Ana Mendieta (Rochelle Cruz)
Las cuenteras de la esquina: cuerpos y voces de mujeres en el noroeste bonaerense
(Lucía Fayolle)
Mediação: Luciana di Leone
Mesa 4 (08 de setembro – Auditório PACC-Libras)
Poesia e vocoperformance: para escutar Sousândrade (Leonardo Davino)
Poema Sujo em Película: uma análise cinematográfica (Daniel Leão)
“Meu coco”, de Caetano Veloso: o arco e a arca da lírica cancional (Enio de Andrade)
Oswald de Andrade, Caetano Veloso e a vocoperformance de poemas (Wallace
Leandro)
Mediação: Rafael Julião
DIA 09 (TERÇA-FEIRA)
9h-10h50
Mesa 5 (09 de setembro – Sala do PACC)
Poesia de Cronópio: a obra poética de Julio Cortázar (Cassiano Viana)
Como sempre, perdi o poema: (in)traduzibilidade em Luis Rogelio Nogueras e Silvina
Ocampo (Catarina Ribeiro)
Poéticas de travessia: a tradução de A unicórnia preta, de Audre Lorde, por Stephanie
Borges, como gesto feminista decolonial (Mônica Selles)
Traduzindo Caetano Veloso para a língua espanhola (Maria Cecilia Brandi)
Mediação: Cassiano Viana
Mesa 6 (09 de setembro – Auditório PACC-Libras)
Escreve-se por toda parte, entra-se por mil janelas: uma leitura do ensaio-poema na
escrita feminina em contexto latino-americano (Evelyn Rodrigues)
O traço ensaístico da poesia latino-americana: o poema-ensaio em Tamara
Kamenszain, Paloma Vidal e Marília Garcia (Jessica Di Chiara)
A marca suja da experiência: o que aprendemos com o modo de trabalhar de Heloísa
Teixeira em sua tese de doutorado Impressões de Viagem (Rayi Kena Cunha)
Vidas de poetas según Fernando Vallejo (Rafael Gutiérrez)
Chiaroscuro: como a poeta espelha mundos (Lays Gonçalves)
Mediação: Miguel Conde
14h-17h
(ATIVIDADES COM INSCRIÇÃO PRÉVIA ATÉ 5 DE SETEMBRO)
Oficina Escrever com o estômago (com Estela Rosa e Taís Bravo – Sala do PACC – dias 09 e 11 de setembro)
Essa é uma oficina para ler e escrever a partir da comida. A comida é política, está
na nossa vida diária. É através dos preparos e das mesas que criamos vínculos,
contamos histórias. Os sabores nunca vêm sozinhos. Cada prato é acompanhado por
uma sensação: desejo, fartura, acidez, deleite, jejum, amargor. Quais memórias pode
uma refeição contar?
Minicurso A poesia brasileira e os indígenas (com Sony Ferseck – Auditório PACCLibras
– dias 09 e 11 de setembro)
O curso buscará problematizar a presença-ausência dos povos indígenas na
chamada literatura brasileira, buscando fazer a atualização acerca de certas
categorias básicos como “índio”, “pardos”, “mulher”, “humano” e mesmo “literatura”
a partir da representação construída dos povos indígenas tanto nas artes verbais
quanto nas artes visuais e na legislação. Iniciaremos fazendo um percurso que
partirá da Carta, de Pero Vaz de Caminha, passando pelas personagens indígenas
nos movimentos literários brasileiros chegando até a contemporaneidade,
enfatizando especialmente a constituição das personagens indígenas femininas tais
como Lindoia, Moema e Paraguaçu, Iracema, Coema, Marabá, Domingas e Yamami.
Após isto, apresentaremos como estes e estas personagens indígenas da literatura
passam a figurar nas artes visuais brasileiras criando um imaginário acerca do que
significa ser indígena até os dias de hoje. Ao final, apresentaremos autores e autoras
indígenas e como passam a protagonizar suas próprias literaturas e artes, com seus
próprios sentidos, significados e formas de ver os mundos, demarcando suas
presenças em muitas áreas do conhecimento. Para isso traremos algumas obras,
excertos e trechos de narrativas, cantos e orações indígenas tanto tradicionais
quanto contemporâneas de artistas como Ailton Krenak, Eliane Potiguara, Graça
Graúna, Meriná Bernaldina José Pedro, Cristino Wapichana, Jaider Esbell, Daiara
Tukano, Trudruá Dorrico, Daniel Munduruku, Ellen Wassu Cocal Lima, dentre outros
e outras.
DIA 10 (QUARTA-FEIRA)
10h30-12h20
Mesa 7 (10 de setembro – Sala do PACC)
Então Adão a chamou, […]/ mas ela nada ouviu: uma leitura de Evohé de Cristina Peri
Rossi (Danielle Magalhães)
O poeta Douglas Diegues: uma flor-cadáver (Rafaela Barbosa)
La tumba como símbolo y realidad: a prosa de Alejandra Pizarnik como bula (Gabriel
de Almeida)
Todo tranquilo, inmóvil, apacible: relações entre a poética de Soledad Fariña e o Popol Vuh (Maurício Reis)
Escritura y materialidad en El libro de las semejanzas de Ana Martins Marques (María
Milagros González)
Mediação: Danielle Magalhães
Mesa 8 (10 de setembro – Auditório PACC-Libras)
O gesto ensaístico na experimentação com o poema em Carola Saavedra e Marília
Garcia (Hanna Carolina Gaspar)
Juana de Ibarbourou y su relación con la infancia: cuando la biblioteca imaginaria
habla más que el propio libro (Antonia Javiera Cabrera Muñoz)
Nadine (2022) nas pistas do feminicídio: uma estrela pop assassinada, uma narradora
póstuma e uma gata em investigação (Glaucia Secco)
Ensaiar a perda: algumas notas sobre Los restos del día (2011), de Verónica Andrea
Ruscio (Natália Natalino)
O que cabe na mão: poesia e vulnerabilidade (Eduarda Rocha da Silva)
Mediação: Eduarda Rocha
14h-15h50
Mesa 9 (10 de setembro – Auditório PACC-Libras)
Archivo e intermedialidad en la poética del libro MUSEO de Mariana López (Josefina
Rousseaux e Victoria Suquilanda)
El detrás de escena del poeta: las biografías de Julián del Casal (1910-1981) (Rocío
Fernández)
Roque Dalton: o arquivo como desterritorialização da memória (Christy Guzmán)
Do arquivo ao anarquivo como criação em Frauta de Barro, de Luiz Bacellar (João
Paulo Alves)
Gestos de arquivo na poesia brasileira pós-2018 (Taís Bravo)
Mediação: Mabel Boechat
Mesa 10 (10 de setembro – Sala do PACC)
Jogo de formas espelhadas: poesia como tarefa crítica em Julio Cortázar (Gabriella
Mikaloski)
Juan Gelman: poesia e política na América Latina (Luciana Barboza)
Ingenuidade e poder: o poético diante do autoritarismo em “O globo”, de Cecília
Meireles, e “Poderes”, de Juan Gelman (Ana Paula Garcia)
Apología de la poesía para un futuro distópico (Matías Moscardi)
João Cabral de Mello Neto, voz e ritmo: A Educação pela pedra ainda nos ajuda a ver?
(Renata Requião)
Mediação: Gabriella Mikaloski
18h-19h50
Mesa 11 (10 de setembro – Sala do PACC)
Poesia latino-americana à beira-mar: notas de pesquisa a partir dos Manuscritos e
Livros de Béatrix Reynal (anos 1930-1970) (Caroline Guebert)
“Un documento inacabado”: poesía y exilio en el archivo de Néstor Perlongher (María
Guillermina Torres Reca)
O negativo nos arquivos: poesia e negatividade na poesia latinoamericana
contemporânea (Rafael Zacca)
Los anhelados bajofondos del canon: poesía en la enseñanza de Literatura argentina
del siglo XX en universidades argentinas en el periodo 2010-2020 (Agustina
Bellingeri)
Mediação: Ana Porrúa
Mesa 12 (10 de setembro – Auditório PACC-Libras)
Darío, el barroco tropical (Leo Cherri)
El arte en la poesía de Néstor Díaz de Villegas (Idalia Morejón Arnaiz)
Alejandro Zambra, um poeta de poucos versos: análise de seus poemas em Poeta
Chileno (2020) (Alice Mattos)
Prosa, poesia e paternidade na escrita recente de Alejandro Zambra (Guilherme
Belcastro)
Poesía y correspondencia: Reina María Rodríguez (Ignacio Iriarte)
Mediação: Leo Cherri
DIA 11 (QUINTA-FEIRA)
9h-10h50
Mesa 13 (11 de setembro – Auditório PACC-Libras)
Contra isso mantenho-me viva/ em vida: jardins possíveis na poesia de Heleine
Fernandes (Kaio Rodrigues)
A poesia de Tulio Carella em Roteiro Recifense (Moacir Japearson e Susana Souto)
Los eclipses: Uma leitura dos poemas inéditos de Cristina Peri Rossi no exílio (Anita
Guerra)
De Ana C. para Manuel Bandeira: um caderno e o outro impossível (Roberta Malta)
Mediação: Anita Guerra
Mesa 14 (11 de setembro – Sala do PACC)
Lispector y la poética anfibia del ser-cosa. A propósito de Agua viva (Alexis Narváez)
Tres poetas del Cono sur en sincronía. Composición-poema: la vaca (Omar Chauvié)
“Con la lengua y los huesos en eterna rotación”. Una lectura de El libro
centroamericano de los muertos (Julieta Vanney)
Mediação: Guilherme Belcastro
14h-17h
Continuação da oficina Escrever com o estômago (com Estela Rosa e Taís Bravo – Sala
do PACC – dias 09 e 11 de setembro) e do minicurso A poesia brasileira e os indígenas
(com Sony Ferseck – Auditório PACC-Libras – dias 09 e 11 de setembro)
DIA 12 (SEXTA-FEIRA)
9h-10h20
Mesa 15 (12 de setembro – Auditório PACC-Libras)
Relato no corpo: um estudo sobre a voz em performance na poesia de mulheres latinoamericanas (Sara Mancini)
Construções “da palavra do corpo”: percursos de uma oficina de escrita (Orquídea
Garcia)
“Espalhar as ferramentas na mesa/ fazer poesia nos lugares citados por claudinho &
buchecha”: oficina, direito à cidade e ocupação política no “Almanaque Rebolado”, da
Oficina Experimental de Poesia (Julya Tavares)
Mediação: Orquídea Garcia
Mesa 16 (12 de setembro – Sala do PACC)
ENTRE ESCRITOS E TAMBORES: Biografias de mulheres afro-brasileiras no carnaval carioca e decolonialidade (Daniel de Albuquerque)
Lundu: uma poética pelos (des)usos dos sentidos (Jucilene Nogueira)
O desejo de residir para sempre: a moradia em três poetas brasileiras contemporâneas (Carolina Carvalho)
Mediação: Jucilene Nogueira
10h30-12h20
Mesa 17 (12 de setembro – Auditório PACC-Libras)
Puedo dibujar el mapa del mundo. Catálogo siempre abierto (Alejandra Bosch)
SlamBR: a rua, a performance, a mancha gráfica e o livro-objeto (Filipe Manzoni)
Catar como gesto editorial e lente de leitura (Mabel Boechat)
O lugar da poesia nos livros cartoneros (Lays Neves)
Mediação: Filipe Manzoni
Mesa 18 (12 de setembro – Sala do PACC)
Descentralizando a Palavra: Poesia, Oralidade e as Produções Nascidas em Abya Yala
(Maria Eduarda Sant’Anna)
A poética do eu-nós e a comunalidade em ação na poesia indígena latino-americana:
leituras de Márcia Wayna Kambeba e Irma Pineda (Luis Felipe de Abreu)
Poéticas ameríndias: contrapedagogia e arquivo (Antonio Andrade)
Mediação: Barbara Matias
14h-15h50
Mesa 19 (12 de setembro – Sala do PACC)
A montanha pulverizada: uma análise epistemológica na denúncia da mineração em
Carlos Drummond de Andrade (Victor Hugo Bello)
Em Drummond, uma memória da terra? (Matheus Drumond)
Corpo-lugar e corpo não-lugar: Lubi Prates e Luedji Luna – poetas negras em relações
de alteridade com o espaço geográfico e com as cartografias simbólicas do discurso
(Carolina Neves)
Aspectos de uma língua antes da língua: o vulcão na escrita de Mónica Ojeda (Felipe
Lima)
A ecopoética em “Poesia da terra” (Randra Barros)
Mediação: Felipe Lima
Mesa 20 (12 de setembro – Auditório PACC-Libras)
Poesia, Pobreza e Gênero: Construção da dor social em “Asma”, de Adelaide Ivánova
(Andréia Souza)
Poesia através das janelas do transporte (Juliana da Silva)
Bob Dylan exilado em Buenos Aires: a poesia urbana e fictícia de Fabrício Corsaletti
em Engenheiro Fantasma (Victor Mozer)
Depois de um dia inteiro de trabalho, amanhã não será outro dia: O sacrifício
apresentado pelo poema “Voltas para casa”, de Ferreira Gullar (Matheus Chatack)
Mediação: Carolina Carvalho
