Crônicas de um brasilianista do Sul | Vamos comer o Brasil, vamos comê-lo bem, por Mario Cámara

Apesar de o Brasil ser um dos destinos de férias favoritos dos hermanos, nossa rica gastronomia raramente conquista a mesa do dia a dia em Buenos Aires. Na edição de setembro de Crônicas de um brasilianista do Sul, Mario Cámara (UBA) investiga esse fenômeno cultural, argumentando que o estereótipo de “eterno cartão-postal de verão” impede os argentinos de incorporarem a inigualável diversidade de sabores do Brasil: “O Brasil é, para a maioria, um imaginário de férias reduzido a uns poucos pratos”. Nesse cenário, diz Cámara, restaurantes brasileiros na Argentina estão quase sempre fadados à argentinização ou à falência.

Crônicas de um brasilianista do Sul mistura Argentina e Brasil em pequenas crônicas mensais sobre livros, filmes, exposições e reflexões diversas. Ou, melhor dizendo, compartilha um pouco de um Brasil hermano, vizinho não longe daqui, traduzido desde as margens e o Sul.

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Crônicas de um brasilianista do Sul | Surtos Literários, por Mario Cámara

Novos romances brasileiros estão sendo traduzidos para o espanhol e chegam com força à Argentina. Esse fenômeno contemporâneo enseja a presente edição da coluna Crônicas de um brasilianista do Sul, assinada mensalmente por Mario Cámara (UBA) na BVPS.

Uma exposição, de Ieda Magri; Saia da frente do meu sol, de Felipe Charbel; e Não escrever [com Roland Barthes], de Paloma Vidal são três obras de literatura brasileira – aparentemente distintas – publicadas em um curto intervalo na Argentina. Mario Cámara identifica nesse conjunto, e no próprio movimento de renovação, um sentido compartilhado perante um longo panorama literário. Assim, também evocando Flora Süssekind, constrói uma fina análise comparativa que sugere a “constelação fértil” diante da qual nos encontramos.

Crônicas de um brasilianista do Sul mistura Argentina e Brasil em pequenas crônicas mensais sobre livros, filmes, exposições e reflexões diversas – em veredas que se bifurcam. Ou, melhor dizendo, compartilha um pouco de um Brasil hermano, vizinho não longe daqui, traduzido desde as margens e o Sul.

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Crônicas de um brasilianista do Sul | Como são os comunistas?, por Mario Cámara

Na edição de julho de Crônicas de um brasilianista do Sul, coluna assinada por Mario Cámara (UBA) na BVPS, nosso colaborador parte de três filmes brasileiros (Ainda Estou Aqui, O Agente Secreto e Marighella) para refletir sobre as formas contemporâneas de representar a ditadura militar. Cámara, assim, compara diferentes modos de construir essa memória e, evocando Paul Thomas Anderson e a ensaísta argentina Silvia Schwarzböck, sugere que o realismo talvez já não seja suficiente para dar forma a um passado cujos personagens e horizontes parecem cada vez mais distantes de nossa imaginação política.

Crônicas de um brasilianista do Sul mistura Argentina e Brasil em pequenas crônicas mensais sobre livros, filmes, exposições e reflexões diversas – em veredas que se bifurcam. Ou, melhor dizendo, compartilha um pouco de um Brasil hermano, vizinho não longe daqui, traduzido desde as margens e o Sul.

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Crônicas de um brasilianista do Sul | A euforia da mediação: Davi Kopenawa e Bruce Albert

Na edição de junho de Crônicas de um brasilianista do Sul, coluna assinada por Mario Cámara (UBA), nosso colaborador parte de sua experiência como tradutor de Davi Kopenawa para refletir sobre uma transformação nos modos contemporâneos de ler e escrever literatura: a crescente valorização da voz de quem enuncia; sua origem, trajetória e lugar de fala. Cámara, entretanto, levanta um porém. Em tempos que tendem a privilegiar a autenticidade da experiência sobre a elaboração estética, e em diálogo com Bruce Albert, Roland Barthes e a obra de Kopenawa, o autor argumenta que a verdade de uma voz não existe sem o trabalho da forma, e que a voz, em literatura, está sempre escrita.

Crônicas de um brasilianista do Sul mistura Argentina e Brasil em pequenas crônicas mensais sobre livros, filmes, exposições e reflexões diversas – em veredas que se bifurcam. Ou, melhor dizendo, compartilha um pouco de um Brasil hermano, vizinho não longe daqui, traduzido desde as margens e o Sul. A coluna conta com acessoria editorial de Onildo Correa (PPGSA/UFRJ).

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Crônicas de um brasilianista do Sul | Abaporu

Crônicas de um brasilianista do Sul é a nova coluna assinada por Mario Cámara (UBA) na BVPS. Como prometido na edição anterior, de apresentação, o autor discute hoje o Abaporu, uma das principais obras do modernismo brasileiro e que há mais de trinta anos vive fora do Brasil. Aqui, Cámara aborda as múltiplas vidas que o Abaporu teve desde que chegou no acervo do Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires – da aquisição da tela por Eduardo Costantini, em 1995, às sucessivas reorganizações curatoriais do museu –, e mostra como a pintura de Tarsila do Amaral segue transmutando novos sentidos a cada montagem do MALBA.

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Crônicas de um brasilianista do Sul | Coluna de Mario Cámara

Temos a alegria de anunciar a mais nova coluna da BVPS, Crônicas de um brasilianista do Sul, assinada por Mario Cámara (UBA)! Argentino de nascimento e brasilianista de formação, o professor de Literatura Brasileira da Universidade de Buenos Aires e autor de livros como A máquina performática (2015), El archivo como gesto. Tres recorridos en torno a la modernidade brasileña (2024) e Roberto Jacoby, uma arte ao alcance da mão (2025), propõe misturar um pouco de Argentina e Brasil em pequenas crônicas mensais sobre livros, filmes, exposições e reflexões diversas – em veredas que se bifurcam. Ou, melhor dizendo, propõe compartilhar um pouco de um Brasil hermano, vizinho não longe daqui, traduzido desde as margens e o Sul. Termos de comparação serão relativamente incontornáveis. Assim, neste texto de apresentação, temos um vislumbre do que nos espera nos próximos meses. Boa leitura e não deixe de acompanhar, sempre às sextas-feiras pela manhã.

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