
Chegamos à última postagem da série Sociológicas com Maria Moraes (UFSCar). Exímia especialista do mundo rural e da sociologia, Moraes mostrou, quinzenalmente, diferentes paisagens invisibilizadas dos labirintos das plantações paulistas. Arguta e generosa com leitores e leitoras, concebeu a série como episódios de uma história em curso.
Hoje, ela nos leva à outros lugares e apresenta o cotidiano e a resistência das quebradeiras de coco babaçu na periferia de Timbiras (MA), cujo trabalho, argumenta, sustenta a reprodução da vida e a sociabilidade comunitária diante da degradação ambiental do latifúndio, do avanço do agronegócio e das pressões da migração.
Sociológicas é um espaço de reflexão da BVPS Edições, voltado para discutir problemas do presente e os processos sociais que este ainda oculta, a partir de uma perspectiva sociológica. Muito obrigado Maria Moraes por enriquecer e afiar o nosso repertório.
Boa leitura!
As quebradeiras de cocoi
Por Maria Moraes (UFSCar)
A cotia rói o coco, mas não sabe aproveitar,
Rói o caroço por cima,
Rói a casquinha por cima e deixa o caroço ficar.
Marido, eu vou, mulher você não vai,
Marido eu vou, nem que eu morra de apanhar.
No Brasil de anapuru, se não fosse o babaçu,
Todo mundo andava nu.
A mulher que quebra coco, com gosto e satisfação,
Fica com a vista ligeira quando o coco cai no chão.
Dá no coco babaçu, do Brasil de anapuru,
A mulher que quebra coco não deixa nada se perder.
(Cantiga das quebradeiras de coco – Antônia e Raimunda de Timbiras/MA).
A pesquisa sócio-etnográfica foi realizada em 2007, em dois bairros da cidade de Timbiras (MA) – São Sebastião e Mutirão – local de moradia de muitos homens migrantes para São Paulo. A grande maioria das casas é de taipa, coberta com as folhas da palmeira do babaçu. Janelas e portas são também de folhas desta palmeira. As ruas não são pavimentadas, há rede de energia elétrica, mas não há fossas sépticas ou rede de esgotoii. Nestes bairros, habitados pelas famílias dos migrantes, o espaço urbano é a continuidade do espaço rural. Nos quintais, geralmente, há plantações de árvores frutíferas, como bananeiras, pinhas, mangueiras, além de mandioca, feijão e milho. Os fogões são de argila e a carvão, produzido da casca do coco babaçu. Há também criações de porcos, galinhas e ovelhas. As ruas são muito frequentadas pelas crianças e mulheres. A sociabilidade dos vizinhos e parentes ocorre nas ruas. Nas casas, há poucos homens, geralmente, os mais velhos e aposentados.
No tocante ao trabalho, a grande maioria das mulheres se esforça para manter a atividade de ‘quebrar coco’, embora ela esteja em declínio em razão das florestas estarem cada vez mais distantes dos locais de moradia. Em virtude de não possuírem nenhum meio de transporte, elas percorrem longas distâncias a pé até os cocais. Muitas delas, impossibilitadas pela idade, pagam um percentual às mais jovens pela recolha do coco. Trata-se de uma atividade desenvolvida individual ou coletivamente. Neste último caso, reúnem-se algumas mulheres sob a cobertura com folhas da palmeira no quintal de uma delas, chamada, ‘casa do coco’. Às vezes, há também a participação dos homens e crianças. Para os (as) que vivem nas cidades, além dos salários dos que migram, a aposentadoria dos avós ou os rendimentos provenientes da transferência de renda do governo federal – Bolsa família e Bolsa Escola – a única fonte de rendimento é proveniente do trabalho das mulheres, enquanto quebradeiras de coco babaçu. Trabalham o dia todo na coleta dos cocos e no final do dia os levam em sacos à cabeça para suas casas, onde são quebrados. Uma parte da produção é transformada em azeite para o consumo familiar e outra parte é vendida aos comerciantes locais ao preço de R$ 0,80 o kg (em 2007). Em média conseguem quebrar de 5 a 7 kg de coco por dia, o que lhes rende de R$ 4,00 a R$ 6,00, valor insuficiente para a manutenção da família. Em todos os depoimentos fica claro que esta atividade é transmitida de mãe para filha e é predominantemente feminina, embora haja a participação dos homens como ajuda.
Os testemunhos revelam a importância da atividade para o sustento dos filhos e também as dificuldades agora encontradas pelas mulheres que ‘moram na rua’, isto é, na periferia das cidades, pois cada vez mais as distâncias aumentam e as florestas se escasseiam em função da destruição, por meio da queima e das máquinas das grandes empresas e latifundiários, cuja finalidade é a plantação do capim para a pecuária bovina. É uma atividade sazonal, pois a coleta é feita no período de outubro a março. Trata-se de um trabalho pesado, desempenhado até mesmo durante o ‘resguardo’ que envolve riscos, quer seja durante a recolha do coco, em razão da existência de cobras, quer seja durante a quebra do coco. Foi encontrada uma mulher já idosa, que, mesmo não indo mais aos cocais, usava uma aliança benzida para lhe proteger das cobras.
Nos trabalhos de campo realizados na região observamos como é feita esta atividade: sentadas ao chão, essas mulheres seguram com o pé esquerdo o cabo do machado e com a mão esquerda, o coco; em seguida, munidas de um pedaço de pau na mão direita, batem com força sobre o coco apoiado na lâmina do machado. A fim de obterem maiores rendimentos, o coco precisa ser quebrado com apenas um golpe. Além de riscos de cortes nos dedos, muitas mulheres se queixavam de dores na coluna, sobretudo, as mais idosas, impedidas de se dedicarem a esta tarefa. Em seguida, as amêndoas são torradas, piladas e levadas ao fogo com água a fim de ser ‘apurado’ o azeite. As amêndoas também são vendidas aos atravessadores a R$ 0,80 Kg. Algumas mulheres vendem o azeite em garrafas. Este dinheiro é empregado na compra de alimentos para os filhos. A casca do coco é transformada em carvão utilizado para cozinhar ao invés do gás, cujo preço é inacessível para muitas. Outras ainda afirmaram que não utilizam o gás por medo de explosão. Para a confecção do carvão, é feito um buraco no chão, ‘caieira’, onde são colocadas as cascas cobertas com folha da palmeira e barro. Depois de dois dias, é retirado o carvão para uso próprio ou para ser vendido. Do mesocarpo, entre o endocarpo (a casca) e as amêndoas, é retirada uma substância branca, que após ser secada ao sol, produz a farinha (70% de amido e carboidratos) utilizada para fazer bolos e mingau, ‘cuba’, bastante nutritiva para ‘meninos molinhos’, isto é, crianças lactentesiii.

Outras pessoas comem o ‘gongo’ (larva de um besouro encontrada junto às amêndoas) do babaçu mesmo. Quando a gente vai quebrar coco a gente vai logo tirando. Come com a farinha. Eu mesmo comi muito. Minha mãe fazia para gente, não tinha nadinha para comer, ela ia, tinha uns coco ou tucum, ela quebrava, tirava todinho, fritava e dava um pouquinho para cada um. Eu comi muito. Ficava uma farofinha. (Depoimento de Leontina Silva, 37 anos)iv
Além da importância do coco babaçu para a alimentação direta – azeite, farinha –, ou indireta – por meio da venda das amêndoas, do carvão ou do azeite – ressalta-se a sociabilidade, marcadamente feminina, a ele relacionadav. Foi possível observar que, ademais da venda em dinheiro, as mulheres trocam entre si trabalho e produtos. Algumas, impossibilitadas de recolherem o coco, por serem mais velhas, pagam aquelas que o fazem para si sob a forma de amêndoas, azeite ou carvão. O mesmo ocorre com aquelas que deixam as crianças sob a guarda de outras. Em virtude das grandes distâncias, as mulheres não levam mais aos cocais as crianças pequenas, tal como ocorria antes, quando viviam no ‘interior’, isto é, na roça.
Desse jeito quebrando coco. Lá nessa comunidade que a gente chama de Sardinha antes tem uma comunidade chamada Februl que é a mais próxima, eu deixava sempre os maiores iam para escola e eu dizia: olha para tal lugar, eu deixava um ponto de referência para onde eu ia trabalhar no mato, botava os menores, levava a redinha de colocar o coco atrás e levava farinha. Eu ia quebrando coco e eles iam juntando os coquinhos e botando lá para mim, a outra turminha, que eu tinha 6 filhos, o caçula sempre já sentava, andava, eu levava na redinha. Quando os maiores saíam da escola, eles iam lá para onde eu estava. Lá a gente fazia o molho, nem era o arroz com molho, era farinha com molho de pimenta com sal; fritava gongo, o que tinha, lá a gente fazia aquele almoço com aquela farinha. Quando vinha embora de tarde, saía do mato às quatro horas da tarde, chegava e ia comprar aquele arroz ou feijão ou um ovo, a janta era o almoço. É assim vivi muito tempo (…). (Depoimento de Leondina Caetano da Silva, 62 anos, 2007).
Este excerto revela que o trabalho da coleta, embora pesado e perigoso, era também feito com a ajuda das crianças. Vale ainda notar que o trabalho produtivo se fazia simultaneamente ao trabalho reprodutivo, na medida em que as crianças menores iam na ‘redinha’, também utilizada para transportar o coco. O preparo da comida, à base de farinha e molho de pimenta, era uma forma de aplacar a fome, diminuída com a compra de arroz, feijão, ovo, por meio da venda das amêndoas do coco. Este molho com pimenta, chamado de ‘chibel’vi parece ter sido uma prática comum utilizada por muitas outras mulheres, segundo vários testemunhos.
A ida para a cidade implicou em novas configurações sociais, mas a atividade relacionada ao coco continua sendo muito importante para o sustento de muitas famílias, mesmo daquelas, cujos membros masculinos migram. O coco babaçu faz parte das representações simbólicas femininas, tais como, dádiva divina, sustento dos filhos, sem o qual, muita gente andava nu, tal como o verso da cantiga em epígrafe. A derrubada dos babaçuais representa a perda do sustento da família e também a perda simbólica. Algumas mulheres representaram a palmeira como mãe e o cacho de coco como os filhos, algo também analisado por Barbosa (2006, p. 56-58).

Mas apenas os seres humanos formam figurações uns com os outros. O modo de sua vida conjunta em grupos grandes e pequenos é, de certa maneira, singular e sempre co-determinada pela transmissão de conhecimento de uma geração a outra, portanto por meio do ingresso do singular no mundo simbólico específico de uma figuração já existente de seres humanos. Às quatro dimensões espaço-temporais indissoluvelmente ligadas se soma, no caso dos seres humanos, uma quinta, a dos símbolos, socialmente aprendidos (Elias, 2002: 25).
A queimada e a destruição das palmeiras representam, portanto, não somente um duro golpe nas condições de sobrevivência alimentar como também na identidade destas mulheres e na desapropriação de suas memórias. Nas ‘ruas’ (periferia das cidades), tentam reproduzir a vida de antes, apesar das longas distâncias. Esforçam-se para não se apartarem do coco babaçu, ainda que sofram o impedimento e a violência dos maridos, ainda que morram de apanhar.
As outras atividades desempenhadas pelas mulheres se reportam ao trabalho doméstico, que inclui o quintal, além do cuidado das crianças. Estas participam da quebra do coco e também do preparo do carvão. Foram encontradas algumas mulheres que vão para o ‘interior’(roça) juntamente com os maridos e filhos em terras arrendadas. Plantam arroz, feijão melancia, culturas temporárias, e, alguns casos, a mandioca. Pagam o ‘foro’ (renda em produto) para o dono da terra, em torno de 30% da produção colhida. Muitos proprietários não permitem o plantio da mandioca, pois se trata de um cultivo, cuja colheita só pode ser feita após 18 meses, algo que não lhes interessa. No Bairro São Sebastião há uma casa de farinha. Ainda que somente os homens estivessem trabalhando, foi constatado que muitas mulheres exercem tarefas relacionadas a este fabrico.
Para fazer a farinha, planta aquele pauzinho, ele nasce, enraíza, e gera a mandioca, ‘manaíba’vii, para fazer a farinha. A gente torra na casa de farinha. A gente arranca a mandioca e descasca, aí bota dentro da água dentro de uns tanques, ai com três dias ela esta mole e a gente tira dentro daquela água e leva no motor e sova ela, bota na prensa de parafuso, até ficar enxuta. A gente peneira ela e bota no forno para torrar. A gente paga 15% para o dono da casa de farinha. (Depoimento de Maria, 56 anos, 2007).
Além de revelar o saber feminino sobre o preparo da farinha e da tapioca, a depoente destaca a participação de outras mulheres e a troca do trabalho pela farinha. A sociabilidade do mundo camponês, do ‘interior’, derivada do trabalho – representada pelos fogões a carvão, pelas casas de sapé, pela ‘casa do coco’, pelas ‘caieiras’ onde se produz o carvão, pela ‘casa da farinha’, pelo quintal, pelo jegue que carrega os ‘cofos’ em seu dorso (balaios feitos da palmeira do babaçu) -, ainda revive nas ‘pontas de rua’ da cidade, ao lado das antenas parabólicas, dos aparelhos de som, das televisões, geladeiras, das motos, das bicicletas, comprados com o dinheiro, advindo do corte da cana em ‘Ribeirão’ (Ribeirão Preto (SP). São configurações resultantes de dois mundos espaço-temporais. Um mundo, cujo tempo é regido pelas regras da sociabilidade do dinheiro, dos valores de troca, da mercadoria e da necessidade de migrar, e outro mundo regulado pelo tempo circular, pelos valores de uso, pelo tempo de fazer farinha, de plantar arroz, de colher coco, de esperar o inverno (época das chuvas) e, assim por diante.

Em suma, as mulheres executam as seguintes atividades: domésticas, incluindo o quintal, cuidado com as crianças, quebra do coco, produção da farinha, sem contar aquelas que plantam roça em terras arrendadas. Vale a pena ainda mencionar que as crianças participam de todas as estas tarefas, sobretudo na quebra do coco e, até mesmo, no preparo do carvão e do trabalho na roça.
Outro dado importante a ser acrescentado às novas configurações é o papel desempenhado pelas avós. Foram encontradas muitas mulheres cuidando dos netos em razão da partida das filhas ou noras. Em virtude dos preços das passagens, nem sempre é possível levar todos os filhos. Há mulheres que partem com alguns filhos, geralmente os menores de idade, pois assim podem transportá-los no colo, e deixam os outros sob os cuidados das avós. Há também situações em que mesmo os menores são deixados com as avós.
O ato de cuidar das crianças é uma prática que não se circunscreve apenas aos pais biológicos. A figura do padrinho e da madrinha faz parte dos costumes que sedimentam as relações primárias ainda bastante presentes, aliás, provenientes do mundo rural camponês que não se dissolveu totalmente na cidade. A circulação de crianças pelos lares de avós e outros parentes é muito comum, principalmente, no momento atual com a migração dos homens adultos e jovens. É muito comum a presença das duas mães, a biológica e a de criação. Esta última, geralmente tem relações de parentesco ou de vizinhança com a criança. A doação sempre está relacionada à incapacidade da mãe biológica em ‘criar’ a criança, em razão de possuir muitos filhos e também do abandono dos maridos. A outra menina não cria comigo, não. Quem cria, é uma tia, irmã de minha mãe. Faz quatro anos. Ela não me chama de mãe. Dei porque não tinha condições de cuidar, se fosse para um estranho eu não daria não. (Depoimento de Benice, 26 anos).
Estou muito satisfeita com esse meu filho adotivo, botei ele para estudar e ele fez meus gostos. Eu prometi para ele bem assim, eu te boto para fazer carvão e para quebrar coco, mas eu te boto para estudar. Você escolhe o melhor. Ele escolheu estudar. Ele me fez todos os gostos. Casou com uma mulher e eu gosto muito dela, eu não tenho nada a dizer (…). Depois de um tempo, o marido dela foi embora com outra mulher e ela ficou bem aí, mas ficou sem nada, só com quatro filhos nas costas. A maior com 12 anos, oito anos, esse com quatro anos e a menina com dois anos. Deixou ela sem nada na casa, eu ajudei ela criar os filhos dela, ela é uma mulher nova e precisava criar os filhos dela e eu não empatei. Criei eles e amo eles. (Depoimento de dona Nega, 68 anos).
No domingo à tarde, muitas mulheres, acompanhadas das crianças, se dirigem aos orelhões no centro da cidade a fim de receber as chamadas telefônicas dos maridos ou filhos que estão fora. Este é o momento em que os dois espaços, embora geograficamente distantes, se unem por meio das notícias dos que partem e também dos que ficam. Aquelas que moram no ‘interior’ se deslocam para a cidade e ficam à espera das chamadas. Cá e lá, separados e unidos.
Notas
i Texto baseado no artigo: SILVA, Maria Aparecida de Moraes. “Expropriação da terra, violência e migração: camponeses maranhenses no corte da cana-de-açúcar”. Cadernos CERU (Centro de Estudos Rurais e Urbanos). Série 2, v. 19, n.1, p. 165-180, junho. 2009.
ii Segundo informações do Ministério das Cidades, apenas 40,1% das casas são ligadas à rede geral de abastecimento de água e 8,3% possuem fossa séptica ou ligações à rede geral de esgoto. A taxa de mortalidade infantil em 1991 era de 102,4 por mil nascidos vivos, enquanto a taxa de analfabetismo em 2000 era de 48%. Vale lembrar que em 2007, a taxa de mortalidade infantil para o conjunto do Brasil era de 19,3 para cada 1000 nascidos vivos (Folha de S. Paulo, ribeirão C 9, 01 de março de 2009.
iii Há outras denominações: a puba é farinha d’água produzida pela mandioca; a farinha do mesocarpo, regionalmente, chama-se cuba ou cubá.
iv Ver a respeito desta prática alimentar o vídeo, Raimunda, Quebradeira. Marcelo Silva. Ministério da Cultura, 2008.
v A amêndoa também é utilizada para extrair o leite muito utilizado com farinha de mandioca ou na preparação de bolos, e nos cozimentos de peixes e carnes.
vi Existem outras variações quanto a essa denominação e correspondem ao modo de preparo desse alimento: quando se usa a água com sal fervida sobre a farinha denomina-se “escaldado”, quando a farinha é molhada com o caldo das carnes é chamado de “pirão” e quando somente molhada com sal e pimenta também pode ser conhecida como “tiquara” termo de origem tupi.
vii O termo “manaíba” em outras regiões do Maranhão é conhecido como “maniva”. A depoente expõe de maneira breve o conhecimento sobre o fabrico de dois tipos de farinha consumida no Maranhão: a d’água e a seca, além da tapioca que também tem processos distintos de fabricação da goma para a tapioca de bolos.
Referências
BARBOSA, Viviane de Oliveira. (2006). A caminho dos babaçuais: gênero e imaginário no cotidiano de trabalhadores rurais no Maranhão. In: WOORTMANN, Ellen; HEREDIA, Beatriz; MENASCHE, Renata. (Orgs.). Margarida Alves. Coletânea sobre estudos rurais e gênero. Brasília: NEAD, MDA, IICA, , p. 34-64.
ELIAS, Norbert. (2006). Escritos & Ensaios. Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar.
