Ocupação Mulheres 2025 | Emerência de Elide Rugai Bastos

Encerramos a Ocupação Mulheres de 2025 com um post muito especial, trazendo um pequeno dossiê sobre a cerimônia de entrega do título de Professora Emérita da Universidade Estadual de Campinas a Elide Rugai Bastos, realizada na última quarta-feira, 12 de março, no IFCH/Unicamp. A outorga desse título reconhece a trajetória acadêmica exemplar e as contribuições fundamentais de Elide Rugai Bastos para a sociologia no Brasil, com pesquisas incontornáveis sobre a questão agrária, o Nordeste e o pensamento social brasileiro. Com quase 40 anos dedicados à Unicamp, Elide foi peça-chave na consolidação do IFCH e na formação de gerações de sociólogos e sociólogas, entre os quais o grupo responsável pela BVPS.

Seu discurso potente, que temos a honra de publicar hoje, é um exemplo de seu compromisso incansável com a sociologia no Brasil, como, inclusive, reconheceu a Sociedade Brasileira de Sociologia que a saudou esta semana com uma nota especial, que também reproduzimos aqui. Publicamos ainda as falas proferidas durante a cerimônia de emerência por Mariana Chaguri, representando o Departamento de Sociologia da Unicamp, e Andréia Galvão, Diretora do IFCH/Unicamp. Reveja ainda textos de autoria da homenageada e sobre ela publicados na BVPS.

Com este post, a BVPS celebra o título de Elide, a inspiração de todos nós.

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Ocupação Mulheres 2025 | Os livros sussurram as lutas de cada tempo, por N. Netta

Neste sétimo dia da Ocupação Mulheres, a escritora N. Netta revisita a leitura de O segundo sexo, de Simone de Beauvoir, a partir de sua experiência pessoal. Em 1989, ao enfrentar uma gravidez indesejada, encontrou o livro enquanto buscava respostas sobre o aborto. Ao relacionar a obra à sua trajetória, Netta reflete sobre a luta feminista, o direito ao trabalho e os desafios da autonomia reprodutiva. Seu relato pessoal, já narrado em seu romance de estreia, Do tamanho de um grão, entrelaça-se à crítica social, evidenciando o impacto da criminalização do aborto e a persistência do conservadorismo no Brasil.

Para saber mais sobre a terceira edição da Ocupação Mulheres BVPS, que este ano teve curadoria de Caroline Tresoldi, Eurídice Figueiredo e Lia Zanotta Machado, clique aqui. Boa leitura!

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Ocupação Mulheres 2025 | Mulherio das Letras: Coletivo Feminista Literário reúne autoras do Brasil e do exterior, por Giovana Damaceno

Na nova rodada de postagens da Ocupação Mulheres, a jornalista e escritora Giovana Damaceno apresenta o “Mulherio das Letras”, um coletivo feminista literário criado em 2016 que reúne milhares de autoras do Brasil e do exterior, promovendo a escrita, a publicação e a solidariedade entre mulheres na literatura. Mais que um espaço de troca, o coletivo reafirma o feminismo como fundamento e enfrenta desafios para fortalecer a representatividade e a colaboração na literatura contemporânea.

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Ocupação Mulheres 2025 | Mulheres, diplomacias, ciências: algumas reflexões a partir de Branca de Almeida Fialho e Maria José de Castro Rebello Mendes, por Luciana Vieira

A nova rodada de postagens da Ocupação Mulheres traz texto de Luciana Vieira (Unicamp) sobre a trajetória de duas mulheres que desafiaram as barreiras de gênero em seus respectivos campos: Branca de Almeida Fialho, fisiologista, educadora e figura central na colaboração científica franco-brasileira do século XX, e Maria José de Castro Rebello Mendes, a primeira brasileira a ingressar na carreira diplomática, em 1918. A reflexão sugere um olhar ampliado sobre a diplomacia científica, destacando o papel dessas mulheres nas redes de saber e nas relações internacionais.

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Ocupação Mulheres 2025 | Universidade das Quebradas ou é “sobre aprender, tipo giz e lousa”, por Drica Madeira

Na nova rodada de postagens da Ocupação Mulheres 2025, publicamos texto de Drica Madeira (UFRJ) sobre a Universidade das Quebradas, projeto inovador criado em 2009 por Heloisa Teixeira e Numa Ciro no PACC/UFRJ para aproximar saberes acadêmicos e vernaculares. A autora narra sua trajetória na UQ, com destaque para o período da pandemia, quando o coletivo “Mulheres nas Quebradas” surgiu como uma resposta criativa à crise, promovendo oficinas de leitura e escrita, como o #LivresLivros, e mobilizando redes de solidariedade por meio do projeto “Pandemônicas na Pandemia”. Segundo Madeira, com temáticas que vão além da literatura periférica, a UQ segue sendo um espaço de experimentação e transformação cultural, ampliando as fronteiras entre universidade e periferia.

Não perca, na parte da tarde, mais textos inéditos na Ocupação Mulheres. Confira aqui outros textos já publicados. Boa leitura!

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Ocupação Mulheres 2025 | Dois fragmentos de “A vida em outro lugar. Crônica de exílio”, novo livro de Angela Leite Lopes

Neste último dia de postagens dos textos reunidos na Ocupação Mulheres 2025, temos a alegria de publicar dois fragmentos do novo livro da professora e dramaturga Angela Leite Lopes (UFRJ), A vida em outro lugar. Crônica de exílio. A obra, que será lançada em breve pela Editora UFRJ, relata a experiência de exílio vivida pela família de Angela durante diferentes momentos da ditadura militar brasileira. Acompanhando seus pais, José Leite Lopes e Maria Laura Mouzinho Leite Lopes, ela passou temporadas em Paris, Pittsburgh e Estrasburgo. Com o receio de um novo exílio em meio às viravoltas da democracia brasileira nos anos recentes, a autora nos conduz por uma narrativa sensível que nos lembra de não esquecer os anos de chumbo.

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Ocupação Mulheres 2025 | Mulheres negras e o 25 de julho: reexistências na América Latina e no Caribe, por Cristian Sales

A nova rodada de publicações da Ocupação Mulheres traz texto de Cristian Sales (UNEB) sobre os significados do 25 de julho, Dia Internacional da Mulher Afro-Latino-Americana e Afro-Caribenha. Criado em 1992, o dia simboliza a resistência e a mobilização transnacional das mulheres negras por visibilidade, equidade e justiça. Segundo a autora, três décadas depois, a data continua a ecoar insurgências e a fortalecer redes de solidariedade, reafirmando a centralidade das mulheres negras na reconfiguração das estruturas sociais e políticas.

Para saber mais sobre a terceira edição da Ocupação Mulheres BVPSclique aqui. Boa leitura e continue acompanhando nossa intensa programação ao longa desta semana do 8M!

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Ocupação Mulheres 2025 | Mulher e escrita: novas respostas para uma velha questão, por Natália Guerellus

Na nova rodada de postagens da Ocupação Mulheres, Natália Guerellus (Université Jean Moulin Lyon 3) escreve sobre uma questão que tem sido recorrente na história da literatura: existe algo que possa ser chamado de “escrita feminina”? Retomando debates históricos à luz de questões contemporâneas, a autora analisa concepções sobre essa noção e questiona se a crença nessa distinção ainda persiste, mesmo após os avanços do debate feminista e de transformações no mercado literário.

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Ocupação Mulheres 2025 | Deriva Sapatão, por Carla Miguelote & Claudia Mele

Na nova rodada da Ocupação Mulheres, Carla Miguelote e Claudia Mele assinam o texto “Deriva Sapatão”, no qual relatam o programa de ações da performance homônima que realizaram no Rio de Janeiro em fevereiro deste ano. Nessa intervenção, as duas artistas lésbicas percorreram os bairros da Tijuca e de Laranjeiras, promovendo diálogos sobre a experiência lésbica. A ação explorou questões de visibilidade e os desafios que cercam a existência sapatão, com destaque para o significado e as disputas em torno desse termo entre diferentes gerações.

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Ocupação Mulheres 2025 | De volta às ruas: a explosão feminista, por André Botelho e Caroline Tresoldi

Iniciamos o sexto dia de postagens da Ocupação Mulheres publicando um trecho do livro Helô Teixeira: crítica como vida, de André Botelho (UFRJ) e Caroline Tresoldi (PPGSA/UFRJ), lançado no ano passado pela Bazar do Tempo. Parte do capítulo “Feminismos Bumerangues”, o trecho selecionado apresenta algumas reflexões de Heloisa Teixeira, antes Heloisa Buarque de Hollanda, sobre a onda mais recente de ativismo feminista no Brasil. Ela acompanhou a “quarta onda” com surpresa e entusiasmo, produzindo um conjunto expressivo de obras que promovem conversas intergeracionais entre feministas. Segundo os autores, o trabalho de Helô evidencia como o feminismo é um aprendizado social contínuo, que precisa reconhecer sua história para avançar na luta por direitos e equidade.

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Ocupação Mulheres 2025 | Praça Clóvis: um mapeamento crítico da literatura brasileira contemporânea, por Regina Dalcastagnè

Chegamos ao sexto dia de postagens da Ocupação Mulheres trazendo texto de Regina Dalcastagnè (UnB). A autora mostra como a literatura brasileira contemporânea enfrenta uma falta de sistematização, o que restringe a oferta de cursos no meio acadêmico e limita as pesquisas a poucos autores reconhecidos, reduzindo a complexidade e a diversidade dessa produção. Seu projeto, denominado “Praça Clóvis”, por meio de um mapeamento crítico, adota uma abordagem inclusiva e questiona o campo literário hegemônico, buscando dar maior visibilidade a autores de grupos marginalizados e oferecer um retrato mais plural e diverso da produção literária nacional.

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Ocupação Mulheres 2025 | Desordenando a família, a produção e a política: o ativismo das mulheres camponesas como “grande ousadia”, por Fernanda Folster de Paula

A nova rodada de publicações na semana do 8M traz texto de Fernanda Folster de Paula (UFOPA). A socióloga analisa a atuação do Movimento de Mulheres Camponesas (MMC) no oeste de Santa Catarina, destacando sua luta por autonomia e justiça social em um contexto historicamente dominado por estruturas patriarcais e pelo avanço do agronegócio. A noção de Feminismo Camponês Popular emerge como síntese dessa resistência, demonstrando que a transformação social pode estar nos gestos cotidianos de mulheres invisibilizadas.

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Ocupação Mulheres 2025 + Coluna Primeiros Escritos | Ler mulheres: um chamado de Virginia Woolf, Elena Ferrante e dos clubes de leitura, por Cláudia Lamego

Na nova rodada de postagens da Ocupação Mulheres, publicamos na Coluna Primeiros Escritos texto de Cláudia Lamego, jornalista, editora e mestranda em Literatura na Universidade Federal Fluminense. De Virginia Woolf a Elena Ferrante, passando por movimentos contemporâneos como o “Leia Mulheres” e o “Projeto Ferrante Indica”, Lamego mostra como os clubes de leitura femininos têm sido espaços de resistência, sociabilidade e formação intelectual de mulheres. O ensaio explora ainda outras iniciativas que, nos últimos anos, têm impulsionado a demanda por livros escritos por mulheres e reconfigurado o mercado editorial.

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Ocupação Mulheres 2025 | “Por uma autêntica democracia racial! Pela libertação do povo negro!”: o pensamento de Lélia Gonzalez, por Anita Pequeno

Nesta nova rodada da Ocupação Mulheres, publicamos ensaio de Anita Pequeno (UFMA) que analisa as ideias de Gilberto Freyre e Lélia Gonzalez sobre a formação social brasileira, com foco no mito da democracia racial. A autora argumenta que Gonzalez, a partir de sua militância e produção teórica, desmonta a visão freyreana e expõe o racismo estrutural do país, promovendo uma interpretação inovadora sobre o Brasil.

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Ocupação Mulheres 2025 | Mulheres no ensino jurídico: a lenta ocupação de um campo simbólico, por Ela Wiecko Castilho

A primeira rodada de postagens do quinto dia da Ocupação Mulheres traz artigo de Ela Wiecko V. de Castilho (UnB) sobre os desafios enfrentados pelas mulheres na prática docente nas instituições brasileiras de ensino de Direito. A partir de uma perspectiva interseccional, Wiecko apresenta alguns resultados de sua pesquisa, que busca identificar as repercussões da entrada e permanência de discentes e docentes mulheres, considerando diferentes marcadores sociais das desigualdades. A autora mostra que ainda há muitos desafios para a democratização da educação jurídica e para a promoção da equidade de gênero no meio acadêmico.

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Ocupação Mulheres 2025 | O 8M e a agenda letiva do Pensamento Social Brasileiro – contorções, por Arilda Arboleya

Na nova rodada de postagens da Ocupação Mulheres, publicamos ensaio de Arilda Arboleya (UFPI). Nele, a socióloga analisa como a presença de autoras mulheres na agenda letiva do Pensamento Social tem sido historicamente marcada pela subordinação ao cânone masculino, por uma posição teórica periférica e por uma participação oscilante. No entanto, mudanças começam a despontar: ao observar o período mais recente, Arboleya nota que algumas autoras vêm ganhando maior visibilidade e que seus nomes passaram a ocupar um lugar de destaque como leituras centrais. Resta saber se as mudanças curriculares, atravessadas pelos debates sobre poder e saber, vieram para ficar.

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Ocupação Mulheres 2025 | Mulheres na Edição, por Maria do Rosário A. Pereira, Paula Renata Moreira e Ana Elisa Ribeiro

A nova rodada da Ocupação Mulheres, traz texto assinado por Maria do Rosário A. Pereira, Paula Renata Moreira e Ana Elisa Ribeiro, professoras do CEFET-MG. As autoras abordam o Grupo “Mulheres na Edição”, que investiga a participação e visibilidade das mulheres no mercado editorial. Surgido a partir de um projeto sobre editoras brasileiras, o grupo reúne pesquisadoras para mapear trajetórias femininas no setor e discutir a práxis editorial feminista.

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Ocupação Mulheres 2025 | Quem cala não consente: apontamentos sobre abuso sexual infantil e literatura contemporânea de autoria feminina, por Laura Barbosa Campos

Em mais uma rodada da Ocupação Mulheres, Laura Barbosa Campos (UERJ) explora a relação entre o movimento Me Too e a literatura autobiográfica feminina na França, analisando como a denúncia da violência sexual se expandiu das redes sociais para a escrita. A autora toma como ponto de partida as obras de Annie Ernaux, Christine Angot, Vanessa Springora e Neige Sinno para discutir a persistência do abuso sexual, o papel da literatura na quebra do silêncio e a ampliação do conceito de incesto.

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Ocupação Mulheres 2025 | Mulheres extraordinárias: Andrée Blouin e Melba Liston, música e política na libertação do Congo Belga, por Elina Pessanha e Sandra de Barros

Na nova rodada de postagens da Ocupação Mulheres, publicamos breve ensaio de Elina G. da Fonte Pessanha (UFRJ) e Sandra Rebel Gomes de Barros (UFF) sobre o documentário Trilha Sonora para um Golpe de Estado, que resgata um dos capítulos mais marcantes da luta anticolonial no Congo Belga. O ensaio discute as interseções entre arte e política, colonialismo e resistência, além da presença feminina em espaços de protagonismo histórico, trazendo à tona o legado de Andrée Blouin e Melba Liston.

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Ocupação Mulheres 2025 | Casar ou não casar: direitos e deveres da mulher casada, por Eurídice Figueiredo

A primeira rodada de postagens de hoje traz um ensaio de Eurídice Figueiredo (UFF), uma das curadoras da Ocupação Mulheres deste ano. No século XIX, as mulheres casadas enfrentavam severas restrições legais e econômicas, enquanto as viúvas desfrutavam de maior liberdade para administrar seus negócios e finanças. O ensaio de Eurídice percorre essa complexa trajetória feminina, destacando casos como o das viúvas que revolucionaram a indústria do champagne e personagens literárias de Júlia Lopes de Almeida e Claudia Lage. A autora ressalta a importância da autonomia financeira para a participação efetiva das mulheres na sociedade e o pleno exercício de sua cidadania.

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