Cenas de escrita para um diário íntimo | Coluna de Ítalo Moriconi

Ítalo Moriconi está de volta às páginas da BVPS com sua coluna Cenas de escrita para um diário íntimo. Intitulado Diário de maio: a Literatura, o texto converte a tradição literária brasileira em objeto de reflexão. Moriconi passeia pelos clássicos, homenageia, relembra momentos de sua formação, e afirma, ao fim e ao cabo, os potenciais existenciais da literatura, tecendo uma escrita que é pensamento em movimento. Aqui, ler e escrever são atos pulsantes de vida.

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Cenas de escrita para um diário íntimo | Coluna de Ítalo Moriconi

A morte de Heloisa Teixeira (ex-Buarque de Hollanda) movimenta afetos e memórias, e Ítalo Moriconi a transforma em matéria viva de reflexão sobre escrita, legado e intimidade. Em “De onde vem isso”, novo texto de sua coluna Cenas de escrita para um diário íntimo, Moriconi registra os dias que se seguiram à notícia do falecimento de Helô — das hesitações sobre ir ou não ao velório às anotações sobre o impacto dessa figura central da cultura e da crítica literária no Brasil. A escrita é íntima. Entrelaça o luto à história das gerações intelectuais, às tramas sobre nome e identidade: “Ítalo Jr. transforma-se agora em Sênior”. E também aborda os vínculos, como os que ligam Helô, Ana Cristina Cesar, Beatriz Resende e o próprio autor. Resta algo a ser dito? Um diário que se deixa atravessar pela despedida, sim; mas não hesita em escrever o que se move.

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Cenas de escrita para um diário íntimo | Coluna de Ítalo Moriconi

Ítalo Moriconi assina “Ao vencedor, batatas podres (II)”, dando sequência ao post anterior de sua coluna Cenas de escrita para um diário íntimo. Entre política e memória, o texto aborda o cerco ideológico contra as chamadas políticas identitárias, refletindo sobre a intransponibilidade de certas experiências de discriminação. Mas não para por aí: do desmonte urbano no Rio à nostalgia de um Leblon perdido, do cinema como testemunho da história à geopolítica contemporânea, Moriconi traça conexões entre passado e presente, entre a percepção individual e os grandes movimentos sociais, perguntando, afinal, “a quem interessa a tagarelice do poder alucinado de sua própria verdade?”. Como sempre, um olhar inquieto sobre os tempos que correm.

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Cenas de escrita para um diário íntimo | Coluna de Ítalo Moriconi

A coluna Cenas de escrita para um diário íntimo, de Ítalo Moriconi, apresenta hoje Ao vencedor, batatas podres (Parte I), convidando-nos a percorrer uma sequência de reflexões que oscilam entre poesia e comentário político. O texto entrelaça a hesitação entre ser ou não ser poeta com o espanto diante do mundo contemporâneo – das batalhas da geopolítica às disputas pela própria narrativa da história. Ora, o que significa ser poeta quando a realidade insiste em desordenar as palavras? E quando a história se repete, seria possível escapar do eurocentrismo das referências? De São Sebastião à guerra em Israel e ao expansionismo de Trump, Moriconi constrói um texto que confronta, mas também se refaz, buscando na escrita uma forma de resistir ao presente.

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Ítalo Moriconi assina o texto “Política e poesia – Parte II”, dando continuidade ao post anterior publicado em sua coluna Cenas de escrita para um diário íntimo. Na primeira parte, suas reflexões privilegiaram a política; agora, é a poesia que ocupa o centro da cena. Moriconi percorre os debates sobre a possível entrada de Caetano Veloso na ABL, levanta questões sobre poesia, canção e imortalidade e compara hierarquias afetivas e estéticas: Chico, Caetano ou Gil? Poetas de livro ou poetas de canção? ABL ou Nobel? Estas últimas, instituições que tem buscado ícones “pop” e gênios do espetáculo para revitalizar sua imagem. O texto também abre espaço para refletirmos sobre questões de gênero e a relação de Donald Trump com o movimento “antitrans, pró-macho gay”. De ponta a ponta, um mergulho em diversos dilemas contemporâneos.

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Informação, poder, terrorismo, democracia e poemas. A coluna Cenas de escrita para um diário íntimo, de Ítalo Moriconi, retorna com seu primeiro texto do ano: Política e poesia (parte I), percorrendo esses e outros temas às margens do tempo e da política. Situado em janeiro de 2025, o autor discute em seu diário o contemporâneo de violências, monopólios e incertezas democráticas que afetam o cotidiano global. A ambivalência do Facebook e outras plataformas digitais como espaços de expressão e vigilância se tornam um dos seus objetos de reflexão. O terror oriundo da guerra entre Israel e Palestina, outro. Afinal, haveria soluções imediatas para essas questões proeminentes? Em que medida devemos responsabilizar indivíduos nas esferas de poder pelos derramamentos de sangue? Não se limitando a uma análise política convencional, o texto, que continua na próxima edição da coluna, revela-se numa meditação sobre o choque eterno entre poder e resistência, utopia e realidade, da qual também emerge o lirismo do poeta. Não deixe de conferir!

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No último texto do ano de Ítalo Moriconi em sua coluna Cenas de escrita para um diário íntimo, um turbilhão de temas — da nostalgia das bancas de jornal à política da pós-verdade — entrelaça poesia, envelhecimento e os mitos da modernidade. O que significa atravessar o portal da velhice? E como nossa relação com a informação, a verdade e o espetáculo molda os tempos em que vivemos? Perguntas que emergem de um texto que é, ao mesmo tempo, diário, manifesto e invenção literária. A coluna de Ítalo se despede de 2024, mas retorna em 2025 com muitos outros vislumbres reflexivos de seu cotidiano. Não perca!

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Chegamos hoje ao quinto texto de Ítalo Moriconi em sua coluna Cenas de escrita para um diário íntimo. Desta vez, Itálo divide conosco mais um trecho de seu diário de viagem à Itália, no início de 2023. Reflexões sobre o tempo – o passado que atrai mais que o futuro – misturam-se a cenas do cotidiano italiano, como a busca por livros, a gastronomia local e as escavações arqueológicas que desvendam camadas subterrâneas da história. Com olhar crítico, Moriconi transita entre temas íntimos e universais: a solidão, as guerras, a memória familiar e os dilemas do presente. Um texto que é ao mesmo tempo introspectivo e expansivo, perfeito para quem busca uma leitura que entrelaça vida, história e literatura.

No ano passado, já publicamos alguns trechos do “Diário na viagem – Itália, 2023”. Para conferi-los, clique aqui e aqui. Outros posts desta coluna podem ser acessados aqui.

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Publicamos hoje o quarto texto de Ítalo Moriconi em sua coluna Cenas de escrita para um diário íntimo, onde o autor entrelaça memórias pessoais e reflexões sobre o Brasil e o mundo contemporâneo. Entre as vibrações de um 7 de Setembro, o comportamento insidioso de Elon Musk e os desafios geopolíticos da era digital, o texto mergulha nas contradições de um país cindido. Há espaço também para homenagens – de Antonio Cicero à poesia de Olga Savary – e provocações sociológicas que transitam entre religião e política. O desfecho, como sempre, carrega a marca inconfundível de Ítalo. Imperdível.

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Publicamos hoje o terceiro texto de Ítalo Moriconi em sua coluna Cenas de escrita para um diário íntimo. Intitulado “Diário Marxista”, o autor aborda as nuances entre o “socialismo ideal” e o “real”, o impacto do fim da União Soviética, a persistência dos valores marxistas em um cenário global em transformação e a guerra em curso na Ucrânia. De Marx a Derrida, passando pela inquietude política dos anos 90 e as reconfigurações da esquerda brasileira, Moriconi nos leva a revisitar fantasmas e dilemas, antigos e contemporâneos, questionando o poder do pensamento crítico frente às novas formas de dominação e resistência.

Continue acompanhando, a cada quinze dias, sempre nas manhãs de quinta-feira, as entradas do diário de Ítalo. Para conferir outros posts desta coluna, clique aqui.

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Cenas de escrita para um diário íntimo | Coluna de Ítalo Moriconi

Publicamos hoje o segundo texto de Ítalo Moriconi na nova coluna da BVPS, Cenas de escrita para um diário íntimo. Intitulado “Soy louco por ti”, o texto nos transporta para julho e agosto de 2024, quando a Venezuela dominava os noticiários por conta dos resultados eleitorais. Com reflexões que vão da herança histórica de Simón Bolívar ao confronto entre o bolivarismo autoritário de Maduro e a resistência de direita, Moriconi questionava a viabilidade de uma transição para um modelo democrático ocidental. Afinal, em meio a golpes, resistência clandestina e interferência de potências estrangeiras, qual seria o destino da Venezuela? — “Todo cuidado é pouco. Tudo é muito complicado”…

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Cenas de escrita para um diário íntimo | Coluna de Ítalo Moriconi

É com grande alegria que a BVPS inaugura hoje uma nova coluna, Cenas de escrita para um diário íntimo, assinada por Ítalo Moriconi. Professor aposentado de literatura brasileira e comparada da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, formado em Ciências Sociais na UnB, com mestrado e doutorado em Letras na PUC-Rio, Ítalo Moriconi sabe pensar o contemporâneo na literatura como poucos. Neste texto de estreia, ele nos transporta para julho de 2024, oferecendo vislumbres reflexivos de seu cotidiano por meio de temas como política, cinema, pós-modernidade e telejornais. Como ele observa: “é assim que me sinto às vezes, de ressaca na vontade de tudo absorver em escrita, escrita grafofílica de sociólogo, arrumadeiro de fatos”.

A partir de agora, a cada quinze dias, sempre nas manhãs de quinta-feira, nossas leitoras e leitores poderão acompanhar as entradas do diário de Ítalo. Segundo ele, são suas “anotações desassossegadas”, rendendo homenagem a nossa colunista Alcida Rita Ramos, sua professora no começo dos anos 1970 na UnB.

Com essa nova coluna, a BVPS reafirma seu compromisso como espaço da multidisciplinaridade da pesquisa e da escrita crítica. Agradecemos ao colega por sua generosidade em compartilhar suas anotações conosco e convidamos todas e todos a acompanhá-las.

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Em breve nova coluna na BVPS, assinada por Ítalo Moriconi

Temos a alegria de anunciar que na próxima quinta-feira, dia 10 de outubro, a BVPS estreia sua nova coluna, Cenas de escrita para um diário íntimo, assinada por Ítalo Moriconi. Professor aposentado de literatura brasileira e comparada da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, formado em Ciências Sociais na UnB, com mestrado e doutorado em Letras na PUC-Rio, Ítalo Moriconi sabe pensar o contemporâneo na literatura como poucos. É autor de uma série de livros e coletâneas marcantes, entre as quais destacamos O sangue de uma poeta (1996), dedicado a Ana Cristina César; Como e porque ler a poesia brasileira do século XX (2002); o mais recente Literatura, meu fetiche (2020); as cartas de Caio Fernando Abreu; a antologia Torquato Neto essencial (2017) e a coletânea 35 ensaios de Silviano Santiago (2019).

Publicamos anteriormente na BVPS o diário da última viagem de Italo à Itália e o êxito dessa experiência o traz agora de volta às nossas páginas. A cada quinze dias, sempre às quintas-feiras, nossas leitoras e leitores poderão acompanhar as entradas do diário de Ítalo sobre seu cotidiano, com reflexões instigantes sobre literatura, cultura, política e muito mais. Segundo ele, são suas “anotações desassossegadas”, rendendo homenagem a nossa colunista Alcida Rita Ramos, sua professora no começo dos anos 1970 na UnB.

Com essa nova coluna, a BVPS reafirma seu compromisso como espaço da multidisciplinaridade da pesquisa e da escrita crítica. Agradecemos ao colega por sua generosidade em compartilhar suas anotações conosco.

Não deixem de acompanhar nossa nova coluna! Por ora, confira aqui e aqui os posts com o “Diário na viagem – Itália, 2023”.

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