O confisco do cadáver de Machado por monarquistas, por Silviano Santiago

O Blog da BVPS apresenta texto inédito de Silviano Santiago, vencedor do Prêmio Camões 2022. No ensaio, o autor lê a ‘grafia de vida’ de Machado de Assis – especialmente em Dom Casmurro e Memórias Póstumas de Brás Cubas – em perspectiva com a estranha Certidão de Óbito firmada em seu nome no dia 19 de outubro de 1908, reproduzida ao final do post.

O Blog dá os parabéns a Silviano pela premiação! Boa leitura!

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BVPS convida | Lançamento da coletânea “Cultura e sociedade na América Latina”

O Blog da BVPS convida para o lançamento da coletânea Cultura e sociedade na América Latina: ensaios de história intelectual, organizada por Alice Ewbank, Cairo Barbosa e Pedro Demenech. O lançamento ocorrerá nesta quarta-feira, 13/07, às 18h, no IFCS/UFRJ, e contará com a presença de Alice Ewbank (UFRJ), André Botelho (UFRJ) e Maria Elisa Noronha de Sá (PUC-Rio).

Abaixo, confira o prefácio do livro assinado por André Botelho.

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“Vida pública e identidade nacional” – minibiografia de um livro, por Adrian Gurza Lavalle

O blog da BVPS publica hoje o texto “Vida pública e identidade nacional – minibiografia de um livro”, de Adrian Gurza Lavalle, professor livre docente do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Nele, o autor conta um pouco da história do livro Vida pública e identidade nacional, desde a versão como tese de doutorado, de sua recepção e contribuição à área de pensamento social brasileiro. O livro passa a estar acessível para download aqui.

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Modernismo movimento cultural: uma conversa | Parte 3

O blog da BVPS encerra hoje uma série de três publicações sobre o livro O modernismo como movimento cultural. Mário de Andrade, um aprendizado, de André Botelho (UFRJ e presidente da Anpocs) e Maurício Hoelz (UFRRJ), que está sendo lançado este mês pela Editora Vozes. Resultado de mais de uma década de pesquisas dos autores, na obra as relações entre modernismo e democracia são revistas. Mário de Andrade emerge como um autor muito mais complexo, que fez parte do seu tempo, mas também lutou contra ele, contra a sociedade desigual, elitista e eurocêntrica que persiste ainda hoje no Brasil. Para ler o resumo e o sumário do livro, basta clicar aqui.

Nesse finale, trazemos um ensaio visual da artista Joana Lavôr, que assina a arte da capa do livro. As imagens são acompanhadas de um pequeno texto de reflexão sobre a técnica, as escolhas e a poética que moveram o seu trabalho, em diálogo com as questões e a atuação do próprio Mário de Andrade. Se ainda não tiver visto, não deixe de conferir os outros posts da conversa: o primeiro, publicado segunda-feira, apresentou o posfácio escrito por Andre Bittencourt (UFRJ e editor do blog da BVPS), e pode ser lido aqui. O segundo, publicado quarta-feira, é uma resenha assinada por Carmen Felgueiras, professora de sociologia da UFF, que destaca o uso da noção de “movimento cultural” na obra, além de colocá-la em diálogo com outras leituras sobre Mário de Andrade e o modernismo.

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Modernismo movimento cultural: uma conversa | Parte 2

O blog da BVPS dá continuidade hoje a uma série de três publicações sobre o livro O modernismo como movimento cultural. Mário de Andrade, um aprendizado, de André Botelho (UFRJ e presidente da Anpocs) e Maurício Hoelz (UFRRJ), que está sendo lançado este mês pela Editora Vozes. Resultado de mais de uma década de pesquisas dos autores, na obra as relações entre modernismo e democracia são revistas. Mário de Andrade emerge como um autor muito mais complexo, que fez parte do seu tempo, mas também lutou contra ele, contra a sociedade desigual, elitista e eurocêntrica que persiste ainda hoje no Brasil. Para ler o resumo e o sumário do livro, basta clicar aqui.

Hoje trazemos uma resenha assinada por Carmen Felgueiras, professora de sociologia da UFF, que destaca o uso da noção de “movimento cultural” na obra, além de colocá-la em diálogo com outras leituras sobre Mário de Andrade e o modernismo. Na sexta-feira publicaremos um ensaio visual da artista Joana Lavôr, que assina a arte da capa do livro e também a imagem que abre este post. A primeira postagem da conversa, publicada segunda-feira, apresentou o posfácio escrito por Andre Bittencourt (UFRJ e editor do blog da BVPS), que pode ser conferido aqui.

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Modernismo movimento cultural: uma conversa | Parte 1

O blog da BVPS dá início hoje a uma série de três publicações sobre o livro O modernismo como movimento cultural. Mário de Andrade, um aprendizado, de André Botelho (UFRJ e presidente da Anpocs) e Maurício Hoelz (UFRRJ), que está sendo lançado este mês pela Editora Vozes. Resultado de mais de uma década de pesquisas dos autores, na obra as relações entre modernismo e democracia são revistas. Mário de Andrade emerge como um autor muito mais complexo, que fez parte do seu tempo, mas também lutou contra ele, contra a sociedade desigual, elitista e eurocêntrica que persiste ainda hoje no Brasil. Para ler o resumo e o sumário do livro, basta clicar aqui.

Para o pontapé inicial da nossa conversa sobre o livro, publicamos hoje o posfácio da obra, escrito por Andre Bittencourt (UFRJ e editor do blog da BVPS). Na quarta-feira traremos uma resenha escrita por Carmen Felgueiras (UFF) e na sexta-feira um ensaio visual da artista Joana Lavôr, autora também da arte da capa que está na abertura deste post.

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Um ateliê de si. Notas preliminares sobre os diários de Raymundo, Porto Alegre (1943 a 1946), por Paulo Augusto Franco

No post de hoje, o Blog da BVPS publica texto do antropólogo Paulo Augusto Franco de Alcântara sobre os diários de Raymundo Faoro (1925-2003). Ao longo do ensaio realizamos um passeio pela escrita, pelas leituras e pelas inquietações que povoavam o ainda jovem autor. Essas questões são analisadas em diálogo com teorias sobre os diversos gêneros da escrita de si, procurando alinhavar tanto a particularidade dos diários de Raymundo Faoro quanto as condições histórico-culturais às quais o autor e seus escritos se ligavam.

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Segurança nacional e defesa da democracia: notas sobre o PL n° 2.462/1991, por João Gabriel Madeira Pontes

No post de hoje, o Blog da BVPS publica texto do advogado e constitucionalista João Gabriel Madeira Pontes sobre o projeto de lei n° 2.462/1991, que pode vir a substituir a atual Lei de Segurança Nacional (LSN).

O texto se dedica à tramitação do projeto, atualmente em fase de análise para veto ou sanção do executivo, e aos dilemas colocados pelos mecanismos jurídicos de preservação da institucionalidade em tempos de crise.

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“Entro e saio da literatura”, por Eneida Maria de Souza

O Blog da BVPS publica hoje uma resenha escrita por Eneida Maria de Souza, professora Titular e Emérita da UFMG, sobre o livro Literatura, meu fetiche (CEPE), de Ítalo Moriconi. No texto, a autora ressalta aspectos formais do livro e da escrita de Moriconi, como o hibridismo entre crítica e crônica, além de apontar para o interesse e o rendimento de uma abordagem da literatura, e da cultura em geral, que valoriza o entrelaçamento entre vida, obra e corpo.

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Arquivo, memória, história: Arcadio Díaz-Quiñones, por Lilia Schwarcz e Pedro Meira Monteiro

Na atualização de hoje, publicamos um ensaio escrito a quatro mãos por Lilia Moritz Schwarcz, professora da Universidade de São Paulo e da Universidade de Princeton, e Pedro Meira Monteiro, professor da Universidade de Princeton. Os autores nos apresentam o website recém-lançado de Arcadio Díaz-Quiñones, intelectual porto-riquenho e professor emérito em Princeton, a partir de três palavras que articulam a concepção do site e as reflexões de Arcadio: o arquivo, a memória e a história. Através delas somos levados a uma delicada e original apresentação das ideias do autor para os leitores do Blog.

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Especial | Centenário de L. A. Costa Pinto (parte 3), por Jacob Carlos Lima

O Blog da BVPS publica o terceiro post do dossiê especial em homenagem ao centenário do sociólogo Luiz de Aguiar Costa Pinto, organizado por Glaucia Villas Bôas. Hoje, Jacob Carlos Lima, professor titular da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e presidente da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS) recupera o livro Recôncavo: laboratório de uma experiência humana, publicado em 1958, para discutir a atualidade da sociologia feita por Costa Pinto e, mais particularmente, suas possíveis interpelações contemporâneas para a sociologia do trabalho.

Para ler o primeiro post do dossiê, com textos de Glaucia Villas Bôas (UFRJ) e Patrícia Olsen de Souza (IFSP) basta clicar aqui. O segundo post, com texto de Antonio Brasil Jr (UFRJ), pode ser lido aqui.

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Especial | Centenário de L. A. Costa Pinto (parte 2), por Antonio Brasil Jr

Na atualização de hoje damos continuidade a nosso dossiê especial em homenagem ao centenário do sociólogo Luiz de Aguiar Costa Pinto. Abaixo trazemos um texto de Antonio Brasil Jr., professor do Departamento de Sociologia e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ, que trata do sentido cosmopolita da teorização do autor, destacando o caráter ao mesmo tempo plural, contingente e conflituoso de sua abordagem sobre os processos de mudança social.

O dossiê sobre L.A. Costa Pinto é organizado por Glaucia Villas Bôas (UFRJ) e procura retornar ao pensamento do autor discutindo sua atualidade. Clicando aqui é possível ler o primeiro post da série, que conta com texto de abertura de Glaucia Villas Bôas e com um ensaio de Patrícia Olsen de Souza (IFSP). Segunda-feira (07/12) publicaremos o terceiro post do dossiê, assinado por Jacob Carlos Lima (UFSCar e presidente da SBS).

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Especial | Centenário de L. A. Costa Pinto (parte 1), por Glaucia Villas Bôas e Patrícia Olsen de Souza

O Blog da BVPS dá início hoje a uma série de três posts em homenagem ao centenário de nascimento do sociólogo baiano Luiz de Aguiar Costa Pinto, um dos mais importantes personagens dos processos de institucionalização e internacionalização das ciências sociais no Brasil. Nosso dossiê especial foi coordenado por Glaucia Villas Bôas, professora titular da UFRJ, que também assina o texto de abertura que segue abaixo. No post de hoje trazemos ainda um ensaio de Patrícia Olsen de Souza, professora do IFSP, que discute o legado do autor. Na sexta-feira (04/12) e na segunda-feira (07/12) publicaremos, respectivamente, textos de Antonio Brasil Jr. (UFRJ) e Jacob Carlos Lima (UFSCar e presidente da SBS).

Assim como nos posts em homenagem aos outros centenários de 2020, Florestan Fernandes e Celso Furtado, nosso objetivo com essa série foi trazer aos leitores do Blog da BVPS análises qualificadas de especialistas sobre a obra e a trajetória de L. A. Costa Pinto que também permitam calibrar sua importância para a sociologia hoje.

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12 de outubro de 1927, por Carolina Casarin

Na atualização de hoje Carolina Casarin nos transporta para 12 de outubro de 1927, mais especificamente para um almoço na Fazenda de Santa Teresa do Alto onde estavam presentes, dentre outros, Mario de Andrade, Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral. A partir de imagens fotográficas e do vestido Lampion usado por Tarsila na ocasião, a autora discute a sociabilidade intelectual paulista dos anos 1920, principalmente o espaço social das fazendas, sublinhando as tensões e contradições do modernismo.

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A terceira margem proposta pelos escritos de Jacques Derrida, por Silviano Santiago

O Blog da BVPS publica hoje texto inédito em português do romancista, crítico literário e ensaísta Silviano Santiago. Essa é a segunda parte de nossa série especial sobre o Glossário de Derrida, que ganhou uma nova edição em 2020 pela editora Papéis Selvagens. Para ler o Simpósio sobre o livro, publicado na terça-feira, basta clicar aqui.

No ensaio que segue Silviano Santiago discute, a partir do relato de seu primeiro encontro com Derrida nos Estados Unidos, em 1971, as possibilidade abertas por uma leitura da obra do filósofo franco-argelino a partir da América Latina. Questões como a crítica ao etnocentrismo, a diferença colonial e o problema da identidade ganham uma nova perspectiva quando interpeladas à luz dos impasses latino-americanos, ao mesmo tempo em que a obra de Derrida nos ajuda a imaginar o próprio (entre-) lugar do intelectual em contextos pós-coloniais.

“A terceira margem proposta pelos escritos de Jacques Derrida” foi lido em francês no Colóquio internacional “Sur les traces de Jacques Derrida”, realizado em Argel nos dias 25 e 26 de novembro de 2006 a convite da Biblioteca Nacional da Argélia. Dois anos depois, em 2008, os trabalhos apresentados seriam publicados no livro Derrida à Alger – Un regard sur le monde, organizado por Jean-Luc Nancy. Agradecemos ao autor por ceder o texto para a publicação no Blog da BVPS. As imagens que acompanham o post são da artista Lena Bergstein, a quem também agradecemos. A tradução é de Cláudia Matos.

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Notas sobre um livro esquecido de Walter Benjamin (em um instante de perigo), por Andre Bittencourt

No post de hoje, em homenagem aos oitenta anos da morte de Walter Benjamin (1892-1940), o editor do Blog da BVPS Andre Bittencourt escreve sobre um livro esquecido do filósofo. Sem tradução no Brasil, Deutsche Menschen (1936) convida o olhar para a importância da tarefa de construção da memória, não como nostalgia mas como antecipação; como possibilidade de criar novos começos e esperanças em que se tecem passado, presente e futuro diante da emergência. O livro, composto de cartas escritas entre personagens alemães de todos os tipos, desempenha o papel de arrancar a tradição ao conformismo diante do dilúvio que transforma a cultura em ideologia e tenta separa-la de seu potencial de revolta.

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Literaturas brasileiras à margem no mundo afro-atlântico, por Maurício Acuña

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No post de hoje, o antropólogo Maurício Acuña (USP e Princeton University) escreve sobre a presença e as ausências da delegação brasileira no Primeiro Festival Mundial de Artes Negras (FESMAN), ocorrido em Dacar em 1966. Por que, afinal, o embaixador do Senegal no Brasil, Henri Senghor, teve que escrever a seus superiores meses antes do evento que “No âmbito da literatura, o Brasil não ser[ia] representado”? Neste texto, o autor levanta hipóteses relativas ao contexto político e à história da definição do conceito de literatura afro-brasileira ou negra no Brasil; além de reconstruir o debate ocorrido na época em torno dessa ausência e refletir sobre a performance da delegação organizada pelo Itamaraty.

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Cosmopolitismo plebeu: a sociologia de Florestan Fernandes, por André Botelho e Antonio Brasil Jr.

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No post de hoje o Blog da BVPS comemora o centenário de Florestan Fernandes, nascido em 22 de julho de 1920. Trazemos abaixo dois textos de André Botelho e Antonio Brasil Jr., professores do Departamento de Sociologia e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ. No primeiro, escrito especialmente para o Blog, fazem um balanço de suas pesquisas sobre Florestan Fernandes. No segundo, oferecem aos leitores uma versão revista de parte do prefácio que escreveram para a nova edição de A Revolução Burguesa no Brasil, focado no aspecto cosmopolita da sociologia de Florestan. Em ambos transparece a urgência e atualidade da obra do homenageado para o tempo presente.

Boa leitura!

 

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BVPS recomenda | Clarice Lispector: a coragem do medo, de Silviano Santiago

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O Blog da BVPS convida todas e todos para a leitura do ensaio “Clarice Lispector: a coragem do medo”, do escritor e crítico literário Silviano Santiago, publicado hoje no site do Suplemento Pernambuco.  No texto,  o autor trabalha, em um diálogo com Roland Barthes e Thomas Hobbes, o tema do medo na literatura de Clarice.

Abaixo reproduzimos os primeiros parágrafos do ensaio e convidamos os/as leitores/as a terminarem no site do Suplemento Pernambuco.

Boa leitura!

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BVPS recomenda | De perto ninguém é normal (ou o ‘novo normal’), de Lilia Schwarcz, e revista Gama

imagem texto Lilia

O Blog da BVPS convida a todas e todos para a leitura do artigo “De perto ninguém é normal (ou o ‘novo normal’)”, da antropóloga Lilia Schwarcz. No texto, a autora discute as dinâmicas de alternância entre mudança e continuidade que as sociedades apresentam em períodos de crise.

Aproveitamos ainda para recomendar a Gama, uma revista virtual que traz reflexões, análises e matérias sobre temas relacionados a cultura, sociedade e identidade.

Abaixo, postamos uma parte de “De perto ninguém é normal (ou o ‘novo normal’)” e convidamos os/as leitores/as a terminarem a leitura no site da Gama.

Boa leitura!

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