Coluna Palavra Crítica + MinasMundo | “O diabo na rua, no meio do redemunho” – Ato III: “Sob o rastro do cão”, por Rodrigo Jorge Ribeiro Neves

O projeto MinasMundo, em colaboração com a Coluna Palavra Crítica do Blog da BVPS, publica simultaneamente com o site Outras Palavras o terceiro e último post da série sobre O diabo na rua, no meio do redemunho, novo filme de Bia Lessa, a partir do romance Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa.

São três posts, ou três atos, como a estrutura de um texto narrativo ou dramatúrgico. Entretanto, não intentamos dar a cada um, de forma estanque, a função clássica e linear que possuem na construção de uma história. A nomenclatura tampouco é arbitrária, embora tenha, sim, seu caráter lúdico, ou seja, de jogo com as palavras e com as estruturas dos textos. Ato é ação, na origem e no seu fim. Pensamos ainda na definição de Patrice Pavis, em seu Dicionário de teatro, para quem o ato “se define como uma unidade temporal e narrativa, mais em função de seus limites do que por seus conteúdos”. Portanto, nos três atos que publicamos, pretendemos agir nos e além dos limites da palavra, esgarçando-os através da ferocidade da literatura de Guimarães Rosa e da des-domesticação da escrita cênico-visual de Bia Lessa.

No post de hoje, o Ato III traz um ensaio de Rodrigo Jorge Ribeiro Neves, curador da Coluna Palavra Crítica e pesquisador do projeto MinasMundo, sobre o novo filme de Bia Lessa. Em seu texto, o autor analisa os trabalhos artísticos de Bia Lessa a partir do romance Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa, desde a exposição no Museu da Língua Portuguesa, em 2006, passando pelo espetáculo-instalação, de 2017, até chegar no primeiro longa-metragem de ficção da artista. Nessa travessia entre linguagens, Bia Lessa realiza uma espécie de pacto fáustico-cênico, de grande potência visual e interativa. A sua escrita da cena, seja ela teatral ou cinematográfica, nos conduz a não apenas acompanhar as trajetórias das personagens do romance, como Riobaldo, Diadorim e Joca Ramiro, ou a reconstituir a áspera e difícil cartografia das regiões brasileiras onde habitam, mas também a pensar em outras concepções de realidade social e de mundo. Afinal, se, para Rosa, o sertão está em toda parte, Bia o desperta, por meio da cena, em nós. 

A estreia do filme está marcada para outubro, no Festival do Rio. Serão duas sessões: a primeira no dia 8, no Cine Odeon, às 19h; e a outra no dia 9, no Estação Net Rio, às 18h30. O filme será exibido também na Mostra São Paulo e em um festival na cidade de Berlim.

Para conferir o Ato I, clique aqui, e o Ato II pode ser acessado aqui.

Boa leitura!

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Coluna Palavra Crítica + MinasMundo | “O diabo na rua, no meio do redemunho” – Ato II: Conversa com Bia Lessa

O projeto MinasMundo, em colaboração com a Coluna Palavra Crítica do Blog da BVPS, publica o segundo post da série sobre O diabo na rua, no meio do redemunho, novo filme de Bia Lessa, a partir do romance Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa.

São três posts, ou três atos, como a estrutura de um texto narrativo ou dramatúrgico. Entretanto, não intentamos dar a cada um, de forma estanque, a função clássica e linear que possuem na construção de uma história. A nomenclatura tampouco é arbitrária, embora tenha, sim, seu caráter lúdico, ou seja, de jogo com as palavras e com as estruturas dos textos. Ato é ação, na origem e no seu fim. Pensamos ainda na definição de Patrice Pavis, em seu Dicionário de teatro, para quem o ato “se define como uma unidade temporal e narrativa, mais em função de seus limites do que por seus conteúdos”. Portanto, nos três atos que publicamos, pretendemos agir nos e além dos limites da palavra, esgarçando-os através da ferocidade da literatura de Guimarães Rosa e da des-domesticação da escrita cênico-visual de Bia Lessa.

No post de hoje, o Ato II traz mais três cenas da conversa de Bia Lessa com Rodrigo Jorge Ribeiro Neves, curador da Coluna Palavra Crítica e pesquisador do projeto MinasMundo. A artista mergulha na travessia entre as linguagens artísticas a que se dedicou para conferir outra materialidade ao universo do sertão rosiano, abordando os elementos da linguagem cinematográfica e a sua especificidade. Também somos convidados a participar dos bastidores de preparação das atrizes e atores na construção das personagens. Por fim, Bia Lessa ressalta a universalidade do romance de Guimarães Rosa e seu pacto com a dimensão mais profunda da nossa existência. Nonada. Vim-me. Travessia.

Para conferir o Ato I, clique aqui.

Boa leitura!

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Coluna Palavra Crítica + MinasMundo | “O diabo na rua, no meio do redemunho” – Ato I: Conversa com Bia Lessa

O projeto MinasMundo, em colaboração com a Coluna Palavra Crítica do Blog da BVPS, publica a partir de hoje uma série sobre O diabo na rua, no meio do redemunho, novo filme de Bia Lessa, a partir do romance Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa.

Serão três posts, ou três atos, como a estrutura de um texto narrativo ou dramatúrgico. Entretanto, não intentamos dar a cada um, de forma estanque, a função clássica e linear que possuem na construção de uma história. A nomenclatura tampouco é arbitrária, embora tenha, sim, seu caráter lúdico, ou seja, de jogo com as palavras e com as estruturas dos textos. Ato é ação, na origem e no seu fim. Pensamos ainda na definição de Patrice Pavis, em seu Dicionário de teatro, para quem o ato “se define como uma unidade temporal e narrativa, mais em função de seus limites do que por seus conteúdos”. Portanto, nos três atos que publicaremos a partir de hoje, pretendemos agir nos e além dos limites da palavra, esgarçando-os através da ferocidade da literatura de Guimarães Rosa e da des-domesticação da escrita cênico-visual de Bia Lessa.

No post de hoje, o Ato I traz duas cenas da conversa de Bia Lessa com Rodrigo Jorge Ribeiro Neves, curador da Coluna Palavra Crítica e pesquisador do projeto MinasMundo. A diretora conta como foi o seu primeiro contato com o romance Grande sertão: veredas e as questões que permearam o seu processo criativo, tanto em relação às soluções materiais quanto à escolha da linguagem artística a ser empregada. Assim como no romance de Rosa, deixamos que apenas as palavras de Bia Lessa nos conduzam nessa conversa, feito a travessia de Riobaldo e Diadorim pelas veredas sem fim do sertão.

Boa leitura!

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BVPS Convida | Acervo de escritores mineiros no Minas Mundo: arquivos e cosmopolitismos

No post de hoje, publicamos na coluna minas mundo a programação do ciclo Acervo de escritores mineiros no Minas Mundo: arquivos e cosmopolitismo.

Pensar o devir dos arquivos literários, artísticos e culturais na contemporaneidade constitui o mote para as conversas do ciclo de mesas ora proposto. Conversas tecidas à luz dos curtos-circuitos entre passado e presente, marcado pelo convívio entre arquivos analógicos e digitais, em que texto, imagem e som confluem e se interagem, muitas vezes se estranham, compondo uma memória híbrida, baseada no recurso a diferentes tecnologias de arquivo.

Ao todo serão cinco mesas, que reúnem exercícios de leitura comparada definidos a partir da trama dos arquivos e suas conexões com o cosmopolitismo, a fim de debater modos, tensões e ambiguidades com que literatura, arte, texturas sonoras e montagens audiovisuais das Minas, ou delas derivadas, interpelam criticamente história, cultura e sociedade na modernidade e em seus desdobramentos contemporâneos.

Acompanhe no youtube o ciclo de mesas nas próximas segundas-feiras, entre 11 de setembro e 9 de outubro, a partir das 17h.

Homenagem | Wander Melo Miranda recebe a medalha Santos Dumont

Professor Emérito da UFMG e um dos coordenadores do Projeto MinasMundo, Wander Melo Miranda recebe a medalha Santos Dumont. A condecoração é dada desde 1956 pela Aeronáutica e pelo Governo Estadual de Minas Gerais a civis e militares que se destacaram nas suas respectivas áreas de atuação.

A cerimônia de entrega se realizará na fazenda do inventor, Cabangu, nesta quinta-feira, dia 20 de julho. Parabenizamos o colega Wander Melo Miranda por mais esse reconhecimento ao excepcional trabalho que tem realizado como professor, pesquisador, orientador, crítico e editor na área da literatura e cultura comparadas.

Coluna MinasMundo | O historiador e a literatura, por Silviano Santiago

O Blog da BVPS publica na coluna minas mundo texto inédito de Silviano Santiago sobre Francisco Iglésias. Apresentado no Seminário “Professor Francisco Iglésias – 100 anos”, realizado na UFMG em abril de 2023, o texto aborda a paixão do historiador mineiro pela literatura.

Santiago mostra que a relação de Iglésias com a literatura não foi passageira. As obras literárias, como argumenta, fizeram parte de sua formação como historiador e permitiram que ele desenvolvesse uma metodologia original de leitura da literatura moderna, da qual a coletânea de ensaios História e ideologia (1971), dedicada a Fernando Pessoa e a Jackson de Figueiredo, é exemplar.

Boa leitura!

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BVPS Convida | Seminário MinasMundo: Pedro Nava 120 anos

O Blog da BVPS convida nossos leitores e leitoras para o Seminário MinasMundo: Pedro Nava 120 anos, por ocasião do aniversário de um dos maiores memorialistas das literaturas de língua portuguesa, no dia 5 de junho, a partir das 9h30, no IFCS/UFRJ. Serão três mesas ao longo do dia, reunindo Eliane Vasconcellos (FCRB), Matildes Demetrio dos Santos (UFF), Edina Panichi (UEL), Rodrigo Jorge Ribeiro Neves (UFRJ), André Botelho (UFRJ), Rosângela Rangel (FCRB), Ivan Marques (USP), Eduardo Coelho (UFRJ), Maurício Hoelz (UFRRJ), Andre Bittencourt (UFRJ), João Mello (UFRJ), Joaquim Jaguaribe Nava Ribeiro, Luiz Dolino, Helena Bomeny (Uerj) e Carolina de Carvalho (UFRJ). Após o evento, haverá o lançamento do livro A sociedade dos textos (Relicário Edições), de André Botelho, Maurício Hoelz e Andre Bittencourt.

Confira abaixo mais informações sobre o evento e programação completa.

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Hospedagem Vale Quanto Pesa | Série Infraestruturas, por Rachel Rego

A Hospedagem Vale Quanto Pesa abre suas páginas hoje para a artista visual Rachel Rego, que traz à tona suas preocupações estéticas e políticas sobre os espaços institucionais brasileiros dedicados às artes plásticas, no que se poderia chamar mais ou menos de relações com territorialidades e comunidades locais – devemos enfatizar o plural. Confira a Série Infraestruturas – Inhotim e suas (a)fundações (2023) e o texto que ela escreveu para o post.

O post é publicado em parceria com a coluna Minas Mundo da BVPS.

Para saber mais sobre a Hospedagem, clique aqui.

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Coluna MinasMundo | Os modernistas na terra do ouro, por Angelo Oswaldo de Araújo Santos

O Blog da BVPS e o Projeto MinasMundo publicam hoje o texto de Angelo Oswaldo de Araújo Santos sobre a viagem de 1924 dos modernistas paulistas a Minas Gerais. Centrado na fascinante figura de Blaise Cendrars, o ensaio reconstrói passagens e encontros do poeta franco-suíço com o modernismo brasileiro, em especial desde as viagens por Minas, passando por sua relação com Aleijadinho e com grupos de artistas de diversas cidades.

Repensar a viagem como outro marco do modernismo brasileiro, ou mesmo de outro modernismo mais aberto simultaneamente à brasilidade e às diferenças, tem guiado as atividades do MinasMundo nesses três anos. A viagem marca um jogo complexo de relações e irritações mútuas que, não se deixando domesticar pela ideia de dialética entre localismo e cosmopolitismo, como já foi tentado na crítica brasileira, se repete como diferença em várias linguagens, notadamente aquelas ligadas a Minas Gerais, mantendo em tensão criativa o novo e o conhecido, a cópia e o original. A viagem modernista surpreende um “passado-em-diferença” e abre à imaginação artística e intelectual possibilidades de reconhecer a cultura não como um campo de reconciliação, mas de tensão que, a nosso ver, constitui e suscita o cosmopolitismo na cultura brasileira, colocando em xeque várias intepretações assentadas em um século de modernismo. Trata-se, portanto, de um deslocamento por Minas, essa geografia de falsa obediência, teria dito o historiador Francisco Iglésias, e entre Minas-mundo, capaz de descentrar o modernismo brasileiro, ao questionar seus pressupostos de unidade e origem, e desrecalcar a dimensão utópica de seu cosmopolitismo – não apenas uma cópia subalterna dos padrões metropolitanos, mas um desejo de inclusão e igualdade.

O texto de Angelo Oswaldo marca, então, a contagem do MinasMundo para o centenário desse encontro cheio de consequências para a cultura e a sociedade brasileiras. Esperamos nos encontrar pessoalmente em Ouro Preto em um ano, na Semana Santa de 2024 e, assim, cumprir o destino do MinasMundo.

Boa leitura!

Maurício Hoelz

Editor responsável

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“A última sessão de música” de Milton Nascimento, por Bruno Viveiros Martins

No post de hoje da coluna MinasMundo, o Blog da BVPS publica uma resenha de Bruno Viveiros Martins sobre o último show de Milton Nascimento no Mineirão, em Belo Horizonte. O texto refaz a emocionante trajetória composta pelo artista nas duas horas e meia de apresentação, ao mesmo tempo em que interpreta os sentidos da viagem pela qual Milton guia seu público – e na qual é igualmente afetado por ele.

O debate sobre esta e outras experiências de um cosmopolitismo mineiro vão integrar a programação do primeiro evento presencial do MinasMundo. Será o seminário MinasMundo: Cosmopolíticas, que acontece nos dias 15 e 16 de dezembro na UFMG, em formato aberto ao público.

Acompanhe as redes do MinasMundo e aguarde as próximas postagens da coluna para ter acesso à programação completa! Nos vemos lá!

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Quando os mineiros se manifestam contra o Estado Novo, por Cláudia Viscardi

No post de hoje da coluna MinasMundo, a historiadora Cláudia Viscardi (UFJF) faz uma análise cerrada do Manifesto dos Mineiros, documento de oposição ao Estado Novo marcado por muitas controvérsias: ao mesmo tempo em que não pode ser ignorado por Getúlio Vargas – cuja resposta ao Manifesto abre o texto que lemos a seguir – é considerado por grande parte da crítica como “tímido, pouco propositivo e relativamente conciliador”, nas palavras da autora. Mas será isso mesmo?

Esse e outros debates, que passam inclusive por uma interpretação da ideia de “mineiridade” na política, vão integrar a programação do primeiro evento presencial do MinasMundo. Será o seminário MinasMundo: Cosmopolíticas, que acontece nos dias 15 e 16 de dezembro na UFMG, em formato aberto ao público.

Acompanhe as redes do MinasMundo e aguarde as próximas postagens da coluna para ter acesso à programação completa! Nos vemos lá!

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Cecília Meireles, ausente, presente, inconfidente, por Sérgio Alcides

No terceiro e último post da série, a coluna MinasMundo do Blog da BVPS publica mais um texto baseado na mesa Inconfidências, que abriu a programação do projeto este ano. “Cecília Meireles, ausente, presente, inconfidente” é uma contribuição do pesquisador do MinasMundo Sérgio Alcides (UFMG). Para ler os outros dois posts da série, de autoria de Heloisa Murgel Starling (UFMG) e Eliane Robert de Moraes (USP), clique aqui ou aqui.

No post, o autor escreve sobre a poesia e a atuação cultural de Cecília Meireles, especialmente a partir de Romanceiro da Inconfidência, para compreender tensões e distensões em torno de sua autodeclarada “ausência do mundo” e uma cosmopolítica própria à poeta.

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Um nó na garganta e uma palavra ao vento, por Eliane Robert Moraes

No segundo post da série, a coluna MinasMundo do Blog da BVPS publica mais um texto baseado na mesa Inconfidências, que abriu a programação do projeto este ano. “Um nó na garganta e uma palavra ao vento” é uma contribuição da pesquisadora do MinasMundo Eliane Robert de Moraes (USP), que será seguida ainda por um texto de Sérgio Alcides (UFMG). Para ler o primeiro post da série, de autoria de Heloisa Murgel Starling (UFMG), clique aqui.

No post, a autora faz um depoimento, em primeira pessoa, partindo de uma memória de infância relativa à palavra “inconfidência” para se embrenhar numa pesquisa filológica e etimológica do termo com consequências históricas.

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Conjuração Mineira, por Heloisa Starling

No feriado do dia 15 de novembro, a coluna MinasMundo do Blog da BVPS publica o primeiro texto de uma série baseada na mesa Inconfidências, que abriu a programação do projeto este ano. “Conjuração Mineira” é uma contribuição da pesquisadora do MinasMundo Heloisa Murgel Starling (UFMG), que será seguida ainda de textos de Eliane Robert de Moraes (USP) e Sérgio Alcides (UFMG).

No post, a historiadora escreve sobre o que interpreta como o primeiro movimento anticolonial da América portuguesa de fôlego no campo das idéias, e o primeiro entre nós a adaptar um projeto claramente republicano.

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O político na crônica de Carlos Drummond de Andrade nos “anos de chumbo”, por Henrique Fagundes Carvalho

O Blog da BVPS publica hoje na, coluna minas mundo, uma nota de pesquisa sobre a obra de Carlos Drummond de Andrade, como forma de celebrar os 120 anos do nascimento do autor, comemorado na última segunda-feira, 31 de outubro. A nota resulta da pesquisa de mestrado em Estudos Literários realizada por Henrique Fagundes Carvalho (UFMG), que se debruçou sobre as crônicas escritas por Drummond durante a ditadura civil-militar brasileira.

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Resenha | Narrativas Impuras, de Eneida Maria de Souza

No post de hoje, a coluna Minas Mundo publica a resenha de Narrativas Impuras, coletânea de Eneida Maria de Souza lançada em 2021 pela Cepe Editora. Numa homenagem à trajetória e ao pensamento da coordenadora e madrinha do projeto Minas Mundo, os autores Marcelino Rodrigues (UFMG), Reinaldo Marques (UFMG; CNPq), Roberto Said (UFMG) e Roniere Menezes (CEFET-MG;CNPq) apostam na forma do fragmento para fazer um balanço da obra, perpassando seus principais temas e problemas, bem como os diálogos construídos pela crítica mineira ao longo de sua trajetória.

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Resenha | Orbe e encruzilhada, por James William Goodwin Junior

No post de hoje, em homenagem ao aniversário de Minas Gerais e antecipando as comemorações dos 124 anos da cidade de Belo Horizonte no próximo domingo, a coluna Minas Mundo publica resenha assinada por James William Goodwin Junior do livro Orbe e encruzilhada: Minas Gerais 300 anos, organizado por José Newton Coelho Meneses (UFMG). Nela, o autor comenta detalhadamente os artigos da coletânea ao mesmo tempo em que refere e tensiona os sentidos de “orbe” e “encruzilhada” do projeto intelectual que orienta a atividade historiográfica registrada no volume. Isso, é claro, sem deixar de lado a dimensão da literatura na interpretação de Minas e na composição do próprio livro, das epígrafes ao título.

Para ver outros artigos, resenhas, vídeos e entrevistas publicados pelo Minas Mundo, não deixe de acessar a página da coluna, o site e o perfil do projeto no Instagram. Além disso, assine o blog para receber as atualizações, curta nossa página no Facebook e siga o nosso perfil no Instagram.

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Convite | XIX XX XXI 22: Independência, modernismo e futuro-passado do Brasil

O Blog da BVPS convida para a comemoração do aniversário de um ano do projeto Minas Mundo em torno da mesa XIX XX XXI 22: Independência, modernismo e futuro-passado do Brasil. O evento vai acontecer esta sexta-feira, dia 29 de outubro, às 17h com a participação de Bernardo Ricupero (USP), Lilia Schwarcz (USP/Princeton) e Roberto Said (UFMG) e mediação de Fernando Mencarelli (DAC-UFMG).

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