Resenha | Orbe e encruzilhada, por James William Goodwin Junior

No post de hoje, em homenagem ao aniversário de Minas Gerais e antecipando as comemorações dos 124 anos da cidade de Belo Horizonte no próximo domingo, a coluna Minas Mundo publica resenha assinada por James William Goodwin Junior do livro Orbe e encruzilhada: Minas Gerais 300 anos, organizado por José Newton Coelho Meneses (UFMG). Nela, o autor comenta detalhadamente os artigos da coletânea ao mesmo tempo em que refere e tensiona os sentidos de “orbe” e “encruzilhada” do projeto intelectual que orienta a atividade historiográfica registrada no volume. Isso, é claro, sem deixar de lado a dimensão da literatura na interpretação de Minas e na composição do próprio livro, das epígrafes ao título.

Para ver outros artigos, resenhas, vídeos e entrevistas publicados pelo Minas Mundo, não deixe de acessar a página da coluna, o site e o perfil do projeto no Instagram. Além disso, assine o blog para receber as atualizações, curta nossa página no Facebook e siga o nosso perfil no Instagram.

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Convite | XIX XX XXI 22: Independência, modernismo e futuro-passado do Brasil

O Blog da BVPS convida para a comemoração do aniversário de um ano do projeto Minas Mundo em torno da mesa XIX XX XXI 22: Independência, modernismo e futuro-passado do Brasil. O evento vai acontecer esta sexta-feira, dia 29 de outubro, às 17h com a participação de Bernardo Ricupero (USP), Lilia Schwarcz (USP/Princeton) e Roberto Said (UFMG) e mediação de Fernando Mencarelli (DAC-UFMG).

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“Lúcia Machado de Almeida: Uma vida quase perfeita” | Entrevista com Regis Gonçalves

O Blog da BVPS traz hoje uma entrevista com o jornalista e poeta Regis Gonçalves, que publicou recentemente a biografia da escritora mineira Lúcia Machado de Almeida, Uma vida quase perfeita (Conceito Editorial, 2021). A conversa, conduzida pelo jornalista e diretor do Suplemento Literário de Minas Gerais João Pombo Barile, gira em torno do livro e da figura de Lúcia Machado de Almeida, mas se expande para tratar da vida literária brasileira e do jornalismo cultural. Antes da entrevista, lemos ainda uma breve apresentação escrita por Barile.

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Mulheres, Artistas, Mineiras: Maria Martins e Mary Vieira, por Mirela Luz

Na atualização de hoje, o Blog da BVPS publica mais um trabalho da coluna minas mundo, um espaço dedicado à colaboração desse projeto com a Biblioteca Virtual do Pensamento Social (BVPS). Este texto foi originalmente apresentado como trabalho final da disciplina “Minas Mundo: o cosmopolitismo na cultura brasileira”, ministrada pelo professor André Botelho no Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

No texto, Mirela Luz, artista plástica e doutoranda em Linguagens Visuais pela UFRJ, apresenta aspectos gerais das trajetórias e das obras de Maria Martins e de Mary Vieira, duas artistas plásticas mineiras ainda pouco estudadas pela crítica especializada e pouco conhecidas pelo público mais amplo. A autora levanta algumas hipóteses que ajudam a explicar o lugar ainda marginal que as artistas mineiras ocupam na história da arte brasileira, a despeito do caráter original e cosmopolita de suas obras.

Convidamos os leitores e as leitoras para acessar outros trabalhos já publicados na coluna minas mundo. Para saber mais sobre a iniciativa, visite o site do projeto e leia o post de apresentação da parceria no blog.

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Bastidores da pesquisa | Conversa sobre ideias transplantadas com Danilo Martuccelli

O Blog da BVPS dá continuidade hoje a sua nova série, dedicada a conversar com pesquisadoras e pesquisadores sobre seus textos, projetos e processos de elaboração de pesquisa. Bastidores da pesquisa entrevista autoras e autores que publicaram artigos acadêmicos recentes para falarem sobre aspectos de seus trabalhos que normalmente não aparecem para o público.

No segundo post da série, temos como convidado Danilo Martuccelli, professor de sociologia da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Paris-Descartes (Sorbonne), que nos contou um pouco mais sobre sua pesquisa em torno da tese das ideias transplantadas na América Latina. Seu artigo “Crítica de la Tesis de las Ideas Trasplantadas. Actores y Estrategias”, ponto de partida da conversa que segue abaixo, foi publicado no penúltimo número da revista DADOS. Convidamos todas e todos à sua leitura clicando aqui.

A entrevista foi conduzida por Caroline Tresoldi (mestra em sociologia pela UNICAMP), Lucas van Hombeeck (doutorando em sociologia pelo PPGSA/UFRJ) e Rafael Marino (doutorando em ciência política pela USP), que também assinam o texto de apresentação.

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Henriqueta Lisboa, artesã da palavra, por Elide Rugai Bastos

Na atualização de hoje, o Blog da BVPS publica uma resenha da recém-lançada obra completa de Henriqueta Lisboa, que saiu pela editora Peirópolis com organização de Reinaldo Marques e Wander Melo Miranda.

Na resenha, Elide Rugai Bastos, pesquisadora do MinasMundo e professora da Unicamp, passa pelos três volumes da publicação comentando aspectos formais da poesia, escolhas tradutórias e relações teórico-intelectuais dos textos em verso e prosa que os compõem. Além disso, trava diálogo crítico com os prefácios dos organizadores, que integram os livros, sobre os mesmos temas.

Este post é uma publicação da coluna minas mundo, um espaço dedicado à colaboração desse projeto com a BVPS. Para ler o primeiro texto da coluna basta clicar aqui. Para saber mais sobre a iniciativa, visite o site do projeto e leia o post de apresentação da parceria no blog.

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MinasMundo entrevista Heloisa Starling: Tiradentes e o republicanismo

No post de hoje, o Blog da BVPS abre os trabalhos da coluna minas mundo, um espaço dedicado à colaboração desse projeto com a Biblioteca Virtual do Pensamento Social (BVPS). “Minas mundo: o cosmopolitismo na cultura brasileira” é uma rede de cooperação em expansão de cerca de cinquenta pesquisadoras e pesquisadores de diferentes instituições, áreas de formação e atuação acadêmica nucleada em cinco universidades: a UFRJ, a UFMG, a Universidade Princeton, a Unicamp e a UFRRJ. Para ler mais sobre a iniciativa, visite o site ou leia o post de apresentação da parceria no blog.

Para o pontapé inicial, a primeira convidada da coluna é a historiadora Heloisa Starling, pesquisadora do minas mundo e professora da UFMG.

Nessa entrevista, ela situa o movimento da conjuração (ou inconfidência) mineira em seus contextos históricos e intelectuais locais e internacionais; reflete sobre a importância contemporânea da figura de Tiradentes tendo como referência suas muitas emergências, não só na política, mas principalmente na cultura e nas artes; resgata o elemento esquecido da tradição republicana brasileira, apropriada em sentidos muito distintos a depender dos seus atores e momentos históricos; e termina com indicações de leitura para uma melhor compreensão e conversa sobre esses temas.

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POR ESSE DESEJO DE EDIFICAR LINGUAGENS, por Natasha Félix

No post de hoje, a coluna Interpretações do Brasil e poéticas publica um texto de Natasha Félix em que se cruzam observações sobre uma cena da poesia contemporânea e reflexões estéticas e culturais em torno da produção de imagens, políticas e poéticas da escrita, do corpo e da performance. Numa pequena nota crítica que antecede o texto, o editor da coluna Lucas van Hombeeck traça relações entre a contribuição de Natasha e outras publicações do blog, deixando ao fim uma pergunta acerca da forma pela qual o texto da artista interpela o problema dos requisitos culturais que habilitam o/a jovem a se apresentar como escritor/a, num processo histórico que vai do início do século XX até hoje.

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Algumas considerações sobre a categoria de formação, por Rafael Marino

Na atualização de hoje da coluna Interpretações do Brasil e política publicamos artigo do cientista político Rafael Marino sobre a categoria “formação”, que marca parte do imaginário das interpretações do Brasil clássicas e contemporâneas. No texto, o autor apresenta o problema assim como algumas perspectivas críticas ao uso da categoria, para finalmente discutir sua atualidade.

Interpretações do Brasil e política é uma das colunas do Blog da BVPS e tem curadoria de Leonardo Belinelli (USP). Para ler mais textos da coluna, basta clicar aqui. Não deixe de nos seguir no Instagram e no Facebook

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Minas mundo: o cosmopolitismo na cultura brasileira

No post de hoje, o blog da BVPS inaugura a coluna minas mundo. A nova seção leva o mesmo nome do projeto que o post apresenta e é fruto da parceria entre essa rede de pesquisadores e a Biblioteca Virtual do Pensamento Social (BVPS).

“Minas mundo: o cosmopolitismo na cultura brasileira” é uma rede de cooperação em expansão de cerca de cinquenta pesquisadoras e pesquisadores de diferentes instituições, áreas de formação e atuação acadêmica nucleada em cinco universidades: a UFRJ, a UFMG, a Universidade Princeton, a Unicamp e a UFRRJ. Seu lançamento, com diversas atividades e publicações online, acontece no próximo sábado, dia 31 de outubro.

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Rodas Culturais: democracias anônimas? por Priscila Telles e Claudio Medeiros

No post de hoje, a coluna Interpretações do Brasil e poéticas publica um texto de Priscila Telles e Claudio Medeiros sobre as rodas culturais e as faíscas de democracia que elas permitem. Numa espécie de antropologia política desses acontecimentos e dos imaginários que eles instauram e reproduzem, os autores refletem sobre as formas sociais de uma política de mundos esporádicos, democracias contingentes, MCs, rinhas e rimas.

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Modernismo, engajamento e poesia social, por Rodrigo Jorge Ribeiro Neves

No post de hoje, a coluna Interpretações do Brasil e poéticas publica um texto de Rodrigo Jorge Ribeiro Neves sobre poesia social e engajamento no modernismo, em seus projetos estético e ideológico. Qual foi, no passado, o papel da poesia diante da expansão das atividades da Ação Integralista Brasileira de Plínio Salgado e do recrudescimento da repressão do Governo Vargas no Estado Novo? Afinal, o que torna a arte engajada socialmente?

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O rap, o breque e os apps: a fúria negra ressuscita outra vez, por Tarso de Melo

Galo _ Renato Maretti e Julia Thompson El País

No post de hoje, a coluna Interpretações do Brasil e poéticas publica um texto do poeta e ensaísta Tarso de Melo sobre o papel do rap na formação política de lideranças das novas lutas contra a precarização do trabalho e em especial de Paulo Lima, o Galo.

No ensaio, que reconstitui falas da liderança dos Entregadores Antifascistas lado a lado com versos do rap paulista, com destaque para os Racionais MCs, fica evidente o papel de reflexividade social da arte e suas consequências políticas para o caso analisado. Como escreve o autor a respeito da poesia de Mano Brown, “quanto daquelas letras é retirado das ruas e devolvido com mais intensidade para a fala da quebrada?”. A técnica lembra aquela proposta por Brecht a seus atores e descrita por Roberto Schwarz no ensaio “Cultura e política 1964-1969”:

nalguma parte Brecht recomenda aos atores que recolham e analisem os melhores gestos que puderem observar, para aperfeiçoar e devolvê-los ao povo, de onde vieram. A premissa deste argumento, em que arte e vida estão conciliadas, é que o gesto exista no palco assim como fora dele, que a razão de seu acerto não esteja somente na forma teatral que o sustenta. O que é bom na vida aviva o palco, e vice-versa. Ora, se a forma artística deixa de ser o nervo exclusivo do conjunto, é que ela aceita os efeitos da estrutura social (ou de um movimento) – a que não mais se opõe no essencial – como equivalentes aos seus.

A relação entre vida e arte está, assim, inscrita numa dinâmica de dupla hermenêutica (para recuperar o termo da teoria da reflexividade de Anthony Giddens): o rap lê o mundo que lê o rap.

Além do texto de hoje, aproveitamos para relembrar que o Blog da BVPS publicou na coluna Interpretações do Brasil e musicalidades uma entrevista em duas partes (que podem ser lidas aqui e aqui) com Acauam Oliveira, autor da introdução de Sobrevivendo no Inferno (Companhia das Letras, 2018), feita por Pedro Cazes.

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Pandemia, crises econômicas e políticas, questões ambientais e desafios para as Ciências Sociais, por Horácio Antunes de Sant’Ana Júnior

Mapas Industry

Na atualização de hoje da coluna Pandemia, Cultura e Sociedade, o Blog da BVPS publica o texto do sociólogo Horácio Antunes de Sant’Ana Júnior, professor titular do Departamento de Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). No artigo, o autor aponta para como sua área de pesquisa – a sociologia ambiental – tem sido interpelada pelos múltiplos desafios impostos pela pandemia, nem todos eles exatamente novos, mas que assumem dinâmicas particulares. Como sugere Horácio Sant’Ana Júnior, as reflexões trazidas podem nos ajudar como uma espécie de roteiro para pesquisas futuras nas ciências sociais.

Para ler os outros artigos da série Pandemia, Cultura e Sociedade basta clicar aqui. Assine o blog para receber as atualizações, curta nossa página no Facebook e siga o nosso novo perfil no Instagram.

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Facções gráfico-visuais na disputa pelo Brasil, por Pollyana Quintella

revista Ponto 1_1967

No post de hoje, o Blog da BVPS retoma as atividades da coluna Interpretações do Brasil e poéticas, organizada pelo nosso editor-assistente Lucas van Hombeeck, doutorando em sociologia no PPGSA-IFCS/UFRJ. A seção estreou com o texto A educação pela prática da linguagem: uma chance pedagógico-filológica na poesia de João Cabral de Melo Neto e na filosofia de Paulo Freire, por Rafael Zacca, e conta hoje com Facções gráfico-visuais na disputa pelo Brasil, por Pollyana Quintella. Pollyana colabora com pesquisa e curadoria para o Museu de Arte do Rio (MAR) e é mestre em Arte e Cultura Contemporânea pela UERJ.

No texto, a autora reconstrói brevemente o contexto das disputas em torno da poesia experimental e de vanguarda no Brasil a partir da década de 1950 nas tensões estabelecidas entre concretismo, crítica literária e o sistema das artes visuais. Em seguida, explora as iniciativas Poema/Processo e afins, como o grupo Dés ou a Revista Brouhaha, em sua tarefa de descentramento do experimental brasileiro e reconfiguração da relação local-global pela poesia. Por fim, faz uma leitura cerrada do poema visual “1822”, de Nei Leandro, em perspectiva com as questões da dependência cultural e das diferenças regionais levantadas ao longo do texto.

Lembramos às leitoras e leitores do Blog que “Interpretações do Brasil e poéticas” é nossa quarta coluna, ao lado de “Interpretações do Brasil e política”, coordenada por Leonardo Belinelli (USP), “Interpretações do Brasil e musicalidades”, sob a coordenação de Pedro Cazes (CPII e IESP/UERJ) e “Arte e sociedade”, com curadoria de Sabrina Parracho Sant’Anna (UFRRJ).

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Do Auxílio Emergencial à Renda Básica: aspectos normativos do debate contemporâneo no Brasil, por Marcos Paulo de Lucca-Silveira e Rogério Barbosa

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Na atualização de hoje da série Pandemia, Cultura e Sociedade Marcos Paulo de Lucca-Silveira e Rogério Jerônimo Barbosa escrevem sobre as diferentes posições no debate contemporâneo brasileiro e mundial a respeito da renda mínima, básica ou emergencial. Com dados empíricos da situação nacional e uma revisão da literatura com ênfase nos aspectos normativos, morais e políticos do debate, os autores organizam a discussão propondo termos em que ela possa se dar de maneira mais construtiva no presente.

Pandemia, Cultura e Sociedade é uma parceria do Blog da BVPS com a revista Sociologia & Antropologia (PPGSA/UFRJ). Assine o blog para receber as atualizações, curta nossa página no Facebook e siga o nosso novo perfil no Instagram.

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O Casulo da Pandemia: Viver Após o Fim do Mundo, por Bruno Nogueira Guimarães

Um Rezo pra Sair de Casa

Na atualização de hoje da série Pandemia, Cultura e Sociedade o antropólogo Bruno Nogueira Guimarães escreve sobre capitalismo e Antropoceno a partir de aspectos da cosmologia dos Apanjekra e seus ritos de reclusão e cura, interpelando a discussão contemporânea sobre o “novo normal” e apontando para os mundos que começam e terminam com a pandemia.

Pandemia, Cultura e Sociedade é uma parceria do Blog da BVPS com a revista Sociologia & Antropologia (PPGSA/UFRJ). Assine o blog para receber as atualizações, curta nossa página no Facebook e siga o nosso novo perfil no Instagram.

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Simpósio 14 | Mundo Social e Pandemia

Piet Mondrian. Composition, 1916. Solomon R. Guggenheim Museum, Nova York, EUA_recorte

O Blog da BVPS publica hoje o último post do simpósio internacional Mundo Social e Pandemia, organizado por Andre Bittencourt (UFRJ e editor do Blog da BVPS) e Maurício Hoelz (UFRRJ e editor de S&A). Como dissemos na apresentação da série, nosso objetivo ao formular e distribuir as 4 perguntas não era tanto receber análises sistemáticas ou diagnósticos já fechados sobre as implicações sociais da pandemia de Covid-19, mas antes compor uma espécie de repertório de questões – teóricas, empíricas e históricas –, referências e insights capaz de nos interpelar, enquanto cientistas sociais e cidadãos, durante a crise global e além dela. Por isso apostamos em propor um painel diverso e amplo, reunindo especialistas de áreas de pesquisa e com posições teóricas distintas. Ao todo, nos 14 posts do simpósio, trouxemos as respostas inéditas de 69 sociólogas e sociólogos pertencentes a instituições de pesquisa de 18 países e 5 continentes.

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Máscaras covid 19 e outras máscaras, por João Leal

Máscara 3 (1)

Na atualização de hoje da série Pandemia, Cultura e Sociedade o antropólogo João Leal, professor da Universidade Nova de Lisboa, Portugal, discute os variados significados que o uso das máscaras assumem nas culturas humanas para poder refletir sobre as máscaras sanitárias da covid-19 e os valores e símbolos que ela articula.

Aproveitamos para comunicar que na quinta-feira, dia 02 de julho, publicaremos o post de encerramento do simpósio internacional Mundo Social e Pandemia. Nele, sociólogas e sociólogos do Brasil e do exterior responderam a um questionário com 4 perguntas, elaborado com a expectativa de indagar as diferentes dimensões sociais da pandemia e os desafios que ela representa para a sociologia.

Pandemia, Cultura e Sociedade é uma parceria do Blog da BVPS com a revista Sociologia & Antropologia (PPGSA/UFRJ). Assine o blog para receber as atualizações e curta nossa página no Facebook.

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Simpósio 13 | Mundo Social e Pandemia

Piet Mondrian. Tableau nº 1, 1913, The Kröller-Müller Museum, Holanda, editada

O Blog da BVPS publica hoje o décimo terceiro e penúltimo post do simpósio internacional Mundo Social e Pandemia, uma parceria com a revista Sociologia & Antropologia e a Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS). A organização é de Andre Bittencourt (UFRJ e editor do Blog da BVPS) e Maurício Hoelz (UFRRJ e editor de S&A).

No simpósio, sociólogas e sociólogos do Brasil e do exterior responderam a um questionário com 4 perguntas, elaborado com a expectativa de indagar as diferentes dimensões sociais da pandemia e os desafios que ela representa para a sociologia. Para ver os outros posts da série, basta clicar aqui. As versões originais das contribuições enviadas em inglês e francês são disponibilizadas nesta página, que será sempre atualizada. Para acompanhar as atualizações do Blog, siga nossa página no Facebook.

Hoje teremos como convidados/as:

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