
Ítalo Moriconi assina o texto “Política e poesia – Parte II”, dando continuidade ao post anterior publicado em sua coluna Cenas de escrita para um diário íntimo. Na primeira parte, suas reflexões privilegiaram a política; agora, é a poesia que ocupa o centro da cena. Moriconi percorre os debates sobre a possível entrada de Caetano Veloso na ABL, levanta questões sobre poesia, canção e imortalidade e compara hierarquias afetivas e estéticas: Chico, Caetano ou Gil? Poetas de livro ou poetas de canção? ABL ou Nobel? Estas últimas, instituições que tem buscado ícones “pop” e gênios do espetáculo para revitalizar sua imagem. O texto também abre espaço para refletirmos sobre questões de gênero e a relação de Donald Trump com o movimento “antitrans, pró-macho gay”. De ponta a ponta, um mergulho em diversos dilemas contemporâneos.
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