Cenas de escrita para um diário íntimo | Coluna de Ítalo Moriconi

Ítalo Moriconi assina o texto “Política e poesia – Parte II”, dando continuidade ao post anterior publicado em sua coluna Cenas de escrita para um diário íntimo. Na primeira parte, suas reflexões privilegiaram a política; agora, é a poesia que ocupa o centro da cena. Moriconi percorre os debates sobre a possível entrada de Caetano Veloso na ABL, levanta questões sobre poesia, canção e imortalidade e compara hierarquias afetivas e estéticas: Chico, Caetano ou Gil? Poetas de livro ou poetas de canção? ABL ou Nobel? Estas últimas, instituições que tem buscado ícones “pop” e gênios do espetáculo para revitalizar sua imagem. O texto também abre espaço para refletirmos sobre questões de gênero e a relação de Donald Trump com o movimento “antitrans, pró-macho gay”. De ponta a ponta, um mergulho em diversos dilemas contemporâneos.

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Coluna Renato Ortiz | Sensacionalismo

O sensacionalismo não é apenas exagero ou distorção, mas uma amplificação do insignificante que transforma o presente em espetáculo. Retomando sua coluna em 2025, Renato Ortiz reflete sobre como o sensacionalismo se tornou uma exigência do contemporâneo, fixando o extraordinário apenas para ser imediatamente esquecido. Afinal, vivemos sob o império do presenteísmo, diz Ortiz: quem não está na imagem, não existe. O texto mergulha no mundo fugaz do cotidiano superlativo para sugerir que esse fenômeno se insere numa lógica maior da comunicação contemporânea. Qual? Vale a leitura.

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Cenas de escrita para um diário íntimo | Coluna de Ítalo Moriconi

Informação, poder, terrorismo, democracia e poemas. A coluna Cenas de escrita para um diário íntimo, de Ítalo Moriconi, retorna com seu primeiro texto do ano: Política e poesia (parte I), percorrendo esses e outros temas às margens do tempo e da política. Situado em janeiro de 2025, o autor discute em seu diário o contemporâneo de violências, monopólios e incertezas democráticas que afetam o cotidiano global. A ambivalência do Facebook e outras plataformas digitais como espaços de expressão e vigilância se tornam um dos seus objetos de reflexão. O terror oriundo da guerra entre Israel e Palestina, outro. Afinal, haveria soluções imediatas para essas questões proeminentes? Em que medida devemos responsabilizar indivíduos nas esferas de poder pelos derramamentos de sangue? Não se limitando a uma análise política convencional, o texto, que continua na próxima edição da coluna, revela-se numa meditação sobre o choque eterno entre poder e resistência, utopia e realidade, da qual também emerge o lirismo do poeta. Não deixe de conferir!

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Cenas de escrita para um diário íntimo | Coluna de Ítalo Moriconi

No último texto do ano de Ítalo Moriconi em sua coluna Cenas de escrita para um diário íntimo, um turbilhão de temas — da nostalgia das bancas de jornal à política da pós-verdade — entrelaça poesia, envelhecimento e os mitos da modernidade. O que significa atravessar o portal da velhice? E como nossa relação com a informação, a verdade e o espetáculo molda os tempos em que vivemos? Perguntas que emergem de um texto que é, ao mesmo tempo, diário, manifesto e invenção literária. A coluna de Ítalo se despede de 2024, mas retorna em 2025 com muitos outros vislumbres reflexivos de seu cotidiano. Não perca!

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Coluna Renato Ortiz | Politicamente incorreto

Na última edição do ano da coluna de Renato Ortiz (Unicamp), embarcamos em uma viagem à Academia de Lagado, às aspirações de uma língua perfeita, à Revolução Francesa com suas reformas linguísticas, e até ao universo volumoso de Botero. Ortiz articula esses elementos para revelar a linguagem como um campo de tensões, onde o ideal de precisão absoluta e o determinismo militante do politicamente correto tentam reduzi-la a uma quimera. Qual? Inaugurada em 31 de julho, Politicamente incorreto é a décima publicação da coluna, que retornará em 2025 com ainda mais reflexões sobre cultura, linguagem, identidade e outros temas inspiradores.

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Cenas de escrita para um diário íntimo | Coluna de Ítalo Moriconi

Chegamos hoje ao quinto texto de Ítalo Moriconi em sua coluna Cenas de escrita para um diário íntimo. Desta vez, Itálo divide conosco mais um trecho de seu diário de viagem à Itália, no início de 2023. Reflexões sobre o tempo – o passado que atrai mais que o futuro – misturam-se a cenas do cotidiano italiano, como a busca por livros, a gastronomia local e as escavações arqueológicas que desvendam camadas subterrâneas da história. Com olhar crítico, Moriconi transita entre temas íntimos e universais: a solidão, as guerras, a memória familiar e os dilemas do presente. Um texto que é ao mesmo tempo introspectivo e expansivo, perfeito para quem busca uma leitura que entrelaça vida, história e literatura.

No ano passado, já publicamos alguns trechos do “Diário na viagem – Itália, 2023”. Para conferi-los, clique aqui e aqui. Outros posts desta coluna podem ser acessados aqui.

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Coluna Renato Ortiz | Marx em Araraquara

Na edição desta semana da coluna de Renato Ortiz, a fronteira entre a piada e a anedota serve de ponto de partida para uma reflexão que atravessa o humor, a memória e a capacidade reflexiva das metáforas. Partindo de frases emblemáticas como “Você combinou com os russos?” e de uma fictícia conferência de Marx em Araraquara, Ortiz explora como as tramas, curtas ou longas, podem nos transportar para além do “aqui e agora”. Um texto que nos convida a redescobrir o poder das histórias – sejam elas lembradas, testemunhadas ou inventadas. Boa leitura!

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Cenas de escrita para um diário íntimo | Coluna de Ítalo Moriconi

Publicamos hoje o quarto texto de Ítalo Moriconi em sua coluna Cenas de escrita para um diário íntimo, onde o autor entrelaça memórias pessoais e reflexões sobre o Brasil e o mundo contemporâneo. Entre as vibrações de um 7 de Setembro, o comportamento insidioso de Elon Musk e os desafios geopolíticos da era digital, o texto mergulha nas contradições de um país cindido. Há espaço também para homenagens – de Antonio Cicero à poesia de Olga Savary – e provocações sociológicas que transitam entre religião e política. O desfecho, como sempre, carrega a marca inconfundível de Ítalo. Imperdível.

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Coluna Renato Ortiz | O detetive cínico

Conhecido como sinônimo de desprezo e sarcasmo, o cinismo tem raízes em uma filosofia de vida que buscava a sabedoria na simplicidade e na contestação. Em sua coluna de hoje, Renato Ortiz nos conduz por um trajeto que vai de Diógenes, o apátrida, a Bernie Gunther, protagonista dos romances policiais de Philip Kerr, cujas aventuras na Alemanha nazista expõem as complexas relações entre moralidade e sobrevivência. O que torna um cínico, cercado pela violência e pela desumanização, um personagem de virtude? O texto é um convite à reflexão sobre ética, tragédia e a resistência diante do absurdo.

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Cenas de escrita para um diário íntimo | Coluna de Ítalo Moriconi

Publicamos hoje o terceiro texto de Ítalo Moriconi em sua coluna Cenas de escrita para um diário íntimo. Intitulado “Diário Marxista”, o autor aborda as nuances entre o “socialismo ideal” e o “real”, o impacto do fim da União Soviética, a persistência dos valores marxistas em um cenário global em transformação e a guerra em curso na Ucrânia. De Marx a Derrida, passando pela inquietude política dos anos 90 e as reconfigurações da esquerda brasileira, Moriconi nos leva a revisitar fantasmas e dilemas, antigos e contemporâneos, questionando o poder do pensamento crítico frente às novas formas de dominação e resistência.

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Coluna Renato Ortiz | Em agosto nos vemos

Em sua coluna de hoje, Renato Ortiz revisita uma experiência singular: da classe executiva de um voo até o Palácio de Linares, onde José Saramago e Gabriel García Márquez realizaram a abertura de um evento. Entre o conforto de poltronas amplas, o glamour de coquetéis exclusivos e os flashes de um batalhão de fotógrafos – prenunciando a tormenta – uma inesperada cena de vaidade tomou o palco. O que será que García Márquez “aprontou” a ponto do público se levantar exaltado? Não deixe de conferir o desfecho dessa história.

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Cenas de escrita para um diário íntimo | Coluna de Ítalo Moriconi

Publicamos hoje o segundo texto de Ítalo Moriconi na nova coluna da BVPS, Cenas de escrita para um diário íntimo. Intitulado “Soy louco por ti”, o texto nos transporta para julho e agosto de 2024, quando a Venezuela dominava os noticiários por conta dos resultados eleitorais. Com reflexões que vão da herança histórica de Simón Bolívar ao confronto entre o bolivarismo autoritário de Maduro e a resistência de direita, Moriconi questionava a viabilidade de uma transição para um modelo democrático ocidental. Afinal, em meio a golpes, resistência clandestina e interferência de potências estrangeiras, qual seria o destino da Venezuela? — “Todo cuidado é pouco. Tudo é muito complicado”…

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Coluna Renato Ortiz | A informação perfeita

Entre a profusão de eventos e o imperativo da rapidez, surge uma nova forma de comunicação jornalística: a informação perfeita seria aquela que atinge a simultaneidade com o fato. Em sua coluna de hoje, Renato Ortiz explora a transformação da informação em um “equivalente universal”, à semelhança da mercadoria na teoria de Marx, em que o conteúdo se torna secundário diante da circulação. O que acontece quando a relevância de uma notícia é medida não pelo seu conteúdo, mas pela rapidez com que chega ao público? Uma provocação sobre o ritmo vertiginoso do nosso tempo e a busca pela relevância informacional.

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Cenas de escrita para um diário íntimo | Coluna de Ítalo Moriconi

É com grande alegria que a BVPS inaugura hoje uma nova coluna, Cenas de escrita para um diário íntimo, assinada por Ítalo Moriconi. Professor aposentado de literatura brasileira e comparada da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, formado em Ciências Sociais na UnB, com mestrado e doutorado em Letras na PUC-Rio, Ítalo Moriconi sabe pensar o contemporâneo na literatura como poucos. Neste texto de estreia, ele nos transporta para julho de 2024, oferecendo vislumbres reflexivos de seu cotidiano por meio de temas como política, cinema, pós-modernidade e telejornais. Como ele observa: “é assim que me sinto às vezes, de ressaca na vontade de tudo absorver em escrita, escrita grafofílica de sociólogo, arrumadeiro de fatos”.

A partir de agora, a cada quinze dias, sempre nas manhãs de quinta-feira, nossas leitoras e leitores poderão acompanhar as entradas do diário de Ítalo. Segundo ele, são suas “anotações desassossegadas”, rendendo homenagem a nossa colunista Alcida Rita Ramos, sua professora no começo dos anos 1970 na UnB.

Com essa nova coluna, a BVPS reafirma seu compromisso como espaço da multidisciplinaridade da pesquisa e da escrita crítica. Agradecemos ao colega por sua generosidade em compartilhar suas anotações conosco e convidamos todas e todos a acompanhá-las.

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Coluna Renato Ortiz | Identidade

Das lutas coletivas por reconhecimento às subjetividades não humanas, “identidade” é uma senha das mudanças em curso no mundo contemporâneo. Em sua coluna de hoje, Renato Ortiz apresenta uma reflexão lírica sobre o “eu espelho” e nossa dupla dimensão interno-externo, conduzindo-nos a pensar a identidade como um processo fragmentado e em constante negociação.

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Em breve nova coluna na BVPS, assinada por Ítalo Moriconi

Temos a alegria de anunciar que na próxima quinta-feira, dia 10 de outubro, a BVPS estreia sua nova coluna, Cenas de escrita para um diário íntimo, assinada por Ítalo Moriconi. Professor aposentado de literatura brasileira e comparada da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, formado em Ciências Sociais na UnB, com mestrado e doutorado em Letras na PUC-Rio, Ítalo Moriconi sabe pensar o contemporâneo na literatura como poucos. É autor de uma série de livros e coletâneas marcantes, entre as quais destacamos O sangue de uma poeta (1996), dedicado a Ana Cristina César; Como e porque ler a poesia brasileira do século XX (2002); o mais recente Literatura, meu fetiche (2020); as cartas de Caio Fernando Abreu; a antologia Torquato Neto essencial (2017) e a coletânea 35 ensaios de Silviano Santiago (2019).

Publicamos anteriormente na BVPS o diário da última viagem de Italo à Itália e o êxito dessa experiência o traz agora de volta às nossas páginas. A cada quinze dias, sempre às quintas-feiras, nossas leitoras e leitores poderão acompanhar as entradas do diário de Ítalo sobre seu cotidiano, com reflexões instigantes sobre literatura, cultura, política e muito mais. Segundo ele, são suas “anotações desassossegadas”, rendendo homenagem a nossa colunista Alcida Rita Ramos, sua professora no começo dos anos 1970 na UnB.

Com essa nova coluna, a BVPS reafirma seu compromisso como espaço da multidisciplinaridade da pesquisa e da escrita crítica. Agradecemos ao colega por sua generosidade em compartilhar suas anotações conosco.

Não deixem de acompanhar nossa nova coluna! Por ora, confira aqui e aqui os posts com o “Diário na viagem – Itália, 2023”.

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Coluna Renato Ortiz | O insulto

No ensejo das corridas eleitorais em curso, Renato Ortiz publica “O insulto” em sua coluna da BVPS, refletindo sobre as raízes etimológicas do termo e suas implicações contemporâneas. O insulto, que outrora significava um assalto ao inimigo, agora se consolida como uma arma de deslegitimação do adversário político, criando trincheiras ideológicas que separam o “nós” e o “eles”. Os casos recentes nas eleições de São Paulo são emblemáticos: a injúria tornou-se um recurso natural de expressão linguística, com o objetivo de reduzir o outro à humilhação e impotência. Seria essa a “Lingua Franca do Boçalnarismo”?

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Coluna Renato Ortiz | A insustentável leveza das narrativas

Atualmente, o termo “narrativa” se tornou amplamente difundido, usado tanto para legitimar quanto desqualificar diferentes discursos. Em sua coluna de hoje, Renato Ortiz reflete sobre o que é, afinal, uma narrativa e “sua insustentável leveza”. Do terraplanismo às conspirações sobre a chegada do homem à Lua, parece haver algo especialmente comum a esses tipos de “estórias”. Talvez seja essa tal “leveza”, que distancia o narrado do real; talvez seja muito mais. Não deixe de conferir.

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Coluna Renato Ortiz | Hemingway e a escrita

Renato Ortiz publica “Hemingway e a escrita” em sua coluna na BVPS. Neste texto, nossa atenção se volta para o romancista norte-americano, Ernest Hemingway. Os hábitos de escrita, seus locais de estadia, as geografias e as experiências citadinas do escritor são a fina trama que guiam o texto, numa espécie de homenagem reflexiva. Afinal, escrever é sempre um processo circunstancial no tempo e no espaço; mas o resultado da escrita se limita a essas dimensões práticas? Com a palavra, Renato Ortiz.

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Coluna Renato Ortiz | A solidão e a escrita

Como prometido, a BVPS publica hoje o segundo texto da coluna quinzenal de Renato Ortiz, intitulado “A solidão e a escrita”. Nele, o sociólogo aborda os dilemas de se escrever em um mundo hiperconectado. Tema muito caro a todos que, em algum momento da vida, resolveram se aventurar nessa prática milenar de traduzir ideias em realidade palpável. O artesanato intelectual da escrita, como sugere Ortiz, requer certa dose de solidão, mas vivemos em um mundo cujo sentido está assentado justamente no principio da conexão. E aí está o problema contemporâneo: “estar conectado é existir”. Haveria alternativas, mesmo que momentâneas, para nos livrarmos do ensurdecimento trazido pelo excesso de informações e, assim, melhor lapidarmos o pensamento através da escrita? Vejamos o que o autor tem a nos dizer.

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